terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Amor e ódio

A consulente relata não saber o motivo de ter se casado. O marido (estão processo de divórcio) era do tipo dominador e tiveram uma relação muito conturbada emocional e financeiramente, com vários episódios de violência doméstica onde, segundo ela, ele tentou matá-la. 
Afirma tbm que mesmo desejando, demorou muitos anos até conseguir se separar do marido. Relata tbm que a sogra fez muitos "trabalhos", inclusive de "amarração", para ela não conseguir se separar. Ela diz que: "Eu não entendo porque este homem ao qual casei, me odeia tanto me persegue tanto e o que eu faço para tirar ele da minha vida, pois eu necessito de uma vida." 
Tanto o amor quanto o ódio nos aprisionam
às pessoas com  as quais nos relacionamos.
Depois da separação acordava com as pernas e braços roxos e com muito cansaço. Frequentemente sentia tonturas, exaqueca, falta de ar, etc. A consulente andou em vários terreiros e fez muitos trabalhos, supostamente para desfazer o que o marido ou a sogra haviam feito. Segundo ela após ter assistido uma missa numa igreja "milagrosa", onde foi queimada pela água benta jogada pelo padre na platéia, levou uma vela para casa e quando esta terminou de queimar apareceu um "coração preto" no prato onde estava a tal vela. Ainda relata vários episódios envolvendo médiuns, terreiros, banhos, trabalhos, etc., que ela teria procurado, mas já deu para ter uma noção da situação em que ela se encontrava.
A consulente tbm fez uma apometria à distância, onde lhe recomendaram a leitura do Capítulo VII, item 8, do Evangelho Segundo o Espiritismo, que trata da humildade, e outras recomendações, muito acertadas, como mudança de atitudes, ficar atenta aos pensamentos e comportamentos, etc. Tbm lhe disseram que "...todos foram orientados, amparados e encaminhados espiritualmente."
Inicialmente vale ressaltar que nossa vida é muito dinâmica e a todo instante estamos gerando novos karmas, tanto positivos quanto negativos, e tbm resgatando karmas. Em determinado momento a pessoa pode não ter merecimento para que alguns de seus problemas sejam tratados espiritualmente, isso pq dependem ainda de atitudes (ações) que envolvem a própria pessoa e os demais espíritos envolvidos.
Já em outro momento ela pode ter obtido merecimento para que outras coisas sejam tratadas. Tbm é preciso observar que nem todos os grupos possuem as mesmas condições de tratamento, e tbm nem todos atuam da mesma forma, mesmo utilizando as técnicas da apometria. No atendimento que fizemos encontramos a consulente desdobrada em várias frequências no astral, tratamos as que foram possíveis, mas muitas ainda dependem de atitudes dela, principalmente da própria evangelização. Tbm encaminhamos vários seres que a acompanhavam (obessores).
Vamos relatar abaixo, sinteticamente, as situações que encontramos no atendimento da consulente: 


A bruxa
Junto da consulente estava um espírito feminino muito nervosa com a consulente. O motivo era que a consulente em vida passada a procurou para que ela fizesse um trabalho de amarração para que um certo homem ficasse com ela "pra sempre", e agora a está perseguindo por querer se livrar dele. Ou seja, um caso de obsessão de encarnado para desencarnado.
O tal homem da vida passada é o mesmo que na vida atual foi marido dela e do qual ela está em processo de separação. Logo que percebemos a gira a consulente apareceu desdobrada como uma bruxa, cabelos desgrenhados e totalmente enfurecida comigo por livrar a gira de suas garras. 
A consulente desdobrada como bruxa me disse o seguinte:
- Não se meta comigo aqui ou vc vai pagar! Fique quieto aí no seu canto ou já já eu furo seus olhos e costuro tua boca!
Apaguei da mente dela essa frequência e a acoplei de volta no corpo físico.


O diabo
Enquanto enviava a bruxa de volta ao corpo a médium ouvia uma risada sinistra. Era um ser com a aparência "tradicional" do diabo: pernas peludas com patas de bode, um rabo comprido e grandes chifres enrolados. A parte de cima do corpo dele apresenta uma pele muito escura. 
Este ser era aliado da consulente (bruxa) e estava fazendo um favor a ela, mantendo o ex-marido dela preso em uma caverna, junto com vários outros espíritos. A criatura tentou me intimidar mas como estava com pressa não deu pra conversar muito, cortei os chifres e o rabo dele e retirei os pelos que ele tinha no corpo. 
Após isso libertamos os espíritos presos na tal caverna onde ele habitava, inclusive o ex-marido, que estava amarrado e amordaçado, sentado no chão e escorado na parede da caverna. Foi retirado e encaminhado de volta ao corpo físico. O tal diabo foi preso e levado por um de nossos guardiões e a caverna foi destruída.


O poço
Em seguida foi visto uma mulher jovem dentro de um poço, ela gritava desesperadamente para que alguém a ajude a sair dali. Quem a jogou nesse poço foi seu marido. Ele a pegou em flagrante o traindo com outro homem e reagiu violentamente. Ele cortou os genitais do amante da esposa e jogou para os cães comerem, e deixou o homem agonizando durante um bom tempo antes de matá-lo. Na esposa ele bateu muito e depois a jogou nesse poço, onde ela morreu.
Estavam nessa frequência a consulente, que era a mulher, o ex-marido atual que era o marido traído, e o amante que foi castrado e morto. Atualmente todos são encarnados, mas estavam sintonizados com essa vida passada. O amante da mulher que foi castrado atualmente mantém uma relação homossexual com o ex-marido da consulente.
Apagamos das mentes deles essa lembrança, pois estavam em ressonância com essa vida passada, e os enviamos de volta ao corpo.


O cabaré
A consulente foi prostituta em uma vida passada e trabalhava num cabaré. Era jovem e bonita e, apesar de sentir nojo de um velho fazendeiro rico que frequentava o cabaré, viúvo e solitário, o fez se apaixonar por ela, a ponto dele a tirar da zona e casar com ela.
Ocorre que ela arrumou um amante, jovem como ela, e um determinado dia o velho fazendeiro os encontrou fazendo sexo no celeiro. O velho sacou eu revólver para atirar no amante mas este foi muito rápido, desarmou o velho e acabou matando-o. Eles ficaram com a fazenda e com o todo o dinheiro do velho. Mas o espírito do velho ficou muito tempo ali depois de morto obsidiando o casal, especialmente a prostituta que ele tomou como esposa e que o traiu.
Novamente encontramos desdobrados e em ressonância com uma vida passada o mesmo trio de antes, a consulente era a prostituta, o o ex-marido atual era o velho fazendeiro e o jovem amante dela naquela vida é o jovem com quem o marido mantem uma relação atualmente. Apagamos da mente de todos essa frequência e os encaminhamos de volta aos seus corpos físicos.


O culto satânico
Vimos um casal vestido de preto oficiando um ritual, um culto satânico. Havia muitos animais mortos no local, muito sangue no chão, mas não eram apenas animais que eles matavam. Eles faziam sacrifícios humanos e várias das pessoas que eles mataram nesses rituais estavam ainda presas no astral pelo ser demoníaco ao qual o casal de bruxos estava ligado.
Uma das vítimas dos rituais quando percebeu nossa aproximação disse:
- Não ajudem eles pq eles não merecem! Eles não são vítimas de nada e sim algozes! Justiça... é o que queremos todos aqui!
Além desse ser havia vários outros, odiando o casal de bruxos e querendo vingança. Apagamos a mente de todos e os colocamos numa bolha para serem transportados. Já o tal demônio, que estava se escondendo para ver qual seria nossa reação, apareceu e tentou evitar o resgate dos espíritos que estavam presos ali.
O tal demônio colocou vários demoniozinhos pretos, com asas e olhos vermelhos, perto de mim e desmanchou a bolha que a médium tinha criado para resgatar os espíritos. Além dos bichinhos me atacando, tbm a bruxa que oficiava o ritual apareceu e começou a me atacar tbm, jogando uma energia escura em minha direção.
A médium, utilizando uma supraconsciência sua de índia, prendeu a mulher e encaminhou os espíritos que precisavam ser resgatados, enquanto eu com uma supraconsciência de mago enfrentei o tal demônio, que logo que a bruxa foi presa, tentou utilizar a energia do bruxo contra mim, sem sucesso. Todos foram presos. 
O demônio foi levado preso e o casal de bruxos, que oficiava os rituais do culto satânico, tiveram suas mentes apagadas e foram enviado de volta a seus corpos físicos. Vc já devem ter deduzido que o tal casal de bruxos são a consulente e seu ex-marido.


Recomendações
A consulente tem ainda várias frequência abertas, mas ainda não tem merecimento para que sejam tratadas. Ela se envolveu com muitas pessoas (médiuns, terreiros, etc.) querendo "resolver" o problema dela e o que fez foi piorar o que já era ruim. Quanto mais ela procurar pelas "soluções" fáceis do tipo "trabalhos" de magia (negra) mais vai se conectar com frequências de passado onde fez coisas muito ruins para os outros e vai trazer para a existência atual energias com as quais não vai saber lidar. Não existem "atalhos" para este tipo de situação, é preciso ter paciência, aceitar aquilo que não pode ser modificado e fazer com determinação o que precisa ser feito.
Tanto ela quanto o ex-marido e seu atual companheiro, são espíritos que estão há centenas de anos em processo de reajuste, mas cada vez que se encontram só o que conseguem é piorar sua situação kármica. Todos eles já foram vítimas e algozes uns dos outros. E em muitas das vidas, onde não brigavam entre si, se uniam para fazer o mal, gerando karmas negativos muito "pesados".
É bastante provável ainda que a consulente tenha mediunidade, em grau quase ostensivo, e isso, juntamente com o descontrole emocional pelo qual ela está passando, tbm facilita essas aberturas de frequência. Mediunidade não é dom, é karma, e precisa ser educada e posta a serviço da caridade desinteressada. Só assim o médium consegue obter merecimento para que seja auxiliado, auxiliando o seu próximo.
É preciso ter em mente que nem sempre nos aproximamos de outras pessoas, amigos, namoradas, companheiras, etc, por termos uma afinidade positiva. O sentimentos negativos ou tumultuados tbm nos mantém unidos a outros espíritos e provocam encontros que nem sempre terminam de maneira positiva. 
Na maioria das vezes temos sentimentos diversos por uma mesma pessoa, alguns bons de vidas onde nos demos bem e outros negativos de vidas onde não fomos felizes. Amor e ódio nos aprisionam de igual modo àqueles com os quais nos relacionamos. É por isso que precisamos exercitar o verdadeiro perdão, pois só assim nos libertaremos desses sentimentos negativos.
Todos queremos ser felizes mas nem todos vamos conseguir isso. Estamos aqui na Terra neste momento pq ainda não aprendemos a lição. Só vamos deixar de sofrer quando aprendermos a respeitar nosso próximo. A felicidade só virá quando aprendermos a amar o próximo. 


Abraço.


Gelson Celistre

sábado, 21 de janeiro de 2012

Dormindo com o inimigo

Há cerca de 10 anos a consulente relata estar vivendo situações inexplicáveis como desmaios e sensações de paralisia. Uma coisa interessante tbm é que quando ela acordava tinha uma memória vaga de ter cumprido ordens de alguém, mas sem lembrar o que fez. Conta que certa vez ao deitar, seu corpo ficou paralizado e ela sentia uma cheiro insuportável de rato morto, tentou se mexer ou falar sem conseguir, e quando finalmente conseguiu se mover escutou alguém dizer: "Ela não consegue esquecer ele!" e viu de relance dois homens. Relata tbm que o marido após esses acontecimentos, mesmo sem ela ter relatado a ele o que houve, sentiu uma grande agonia e posteriormente um desinteresse sexual por ela. Ela diz que desde que casou ouvia um homem lhe "alertando" para não casar com ele (com o marido).




Estes acontecimentos já nos dão boas pistas sobre a origem dos problemas da consulente, pois podemos identificar que ela tem mediunidade em grau praticamente ostensivo. Essas paralisações do corpo físico são típicas de quem experimenta o desdobramento consciente durante o sono, sem conseguir se desligar do corpo, tbm muito comuns entre praticantes de viagem astral. Já os desmaios são situações onde a pessoa é retirada do corpo de forma abrupta, um desdobramento inconsciente e involuntário (geralmente). A consulente tem tbm audiência mediúnica e os tais "alertas" indica que algum espírito com ligações com ela não aprovou seu casamento, o que pode ter resultado em ataques (obsessão) ao marido.


Ao se conectar com a situação a médium imediatamente viu dois bruxos desencarnados acompanhados por uma bruxa encarnada, que era a consulente. Além de "trabalharem" juntos com a bruxa, ambos os bruxos compartilhavam dos favores sexuais dela, tanto na existência passada onde foram bruxos como atualmente no astral, estando ela desdobrada.


Esse trio prejudicou muita gente através de feitiços e envenenamentos. Mataram muitas pessoas. A bruxa em especial fazia umas poções que induziam em suas vítimas um estado de paralisia quase que total do organismo, um tipo de catalepsia, e muitas dessas vítimas foram enterradas vivas, por seus familiares acreditarem que estavam mortas.


Logo que identificamos isso, um dos bruxos se adiantou e conversou comigo através da médium:


- Nem adianta querer que ela não vai parar de fazer essas coisas, pq ela sente prazer em fazer... Ninguém e muito menos vc vai impedi-la de continuar ali fazendo o que ela quer!, disse o tal bruxo;


- Aham, respondi;


- Ela não para por que não quer e esse homem que está com ela vai sumir rapidinho, é já já que ela dá um jeito nele! Temos muito o que fazer e ele é só um atraso, uma pedra no caminho, mas já vamos nos livrar desse infeliz! Ele agora tem até motivos pra não querê-la mais... rssssss;


Seguiu-se um breve diálogo com o bruxo me ameaçando e me atribuindo alguns adjetivos pouco elogiosos, mas fui até onde eles estavam, que era uma caverna, e prendi os três. Havia um espírito amarrado e encolhido em um canto dessa caverna, além dos bruxos.


Do lado de fora da caverna havia muitos espíritos querendo entrar, todos de vítimas do trio de bruxos, que faziam vários rituais de magia sexual e sacrifício com suas vítimas, além dos muitos mortos por envenenamento.


Um dos espíritos que vaga do lado de fora da caverna em busca de vingança foi amante da bruxa numa vida passada. Mas quando faziam sexo a bruxa lhe sugava muito a energia, chegando ele quase a desmaiar, e por conta disso ele resolveu romper o relacionamento, pois mesmo sem saber que ela o vampirizava durante o ato sexual, se sentia muito mal depois.


Mas a bruxa armou uma emboscada para ele no meio de uma floresta e conseguiu prendê-lo. Após isso ela o envenenou com sua poção paralisante, baixou as calças dele e, após passar a ponta de seu punhal pelo corpo dele, enquanto ria e debochava, segurou o pênis dele e o decepou. O homem estava apavorado e sentiu uma agonia muito grande, mas como estava completamente paralisado pelo veneno, conseguiu apenas soltar algumas lágrimas antes de seus olhos se fecharem.


Este homem é o mesmo que está amarrado dentro da caverna, ele é encarnado e está desdobrado ali em duas frequências, numa relativa a essa vida passada onde ela o mutilou e matou e outra relativa à sua vida atual. Ele é o marido da consulente. 


Após prendermos os bruxos, apagamos da memória inconsciente ativa da consulente aquela frequência de bruxa e a enviamos de volta ao corpo, assim tbm fizemos com o marido dela, que estava desdobrado nas duas frequências relatadas. Resgatamos tbm as vítimas do trio de bruxos que estavam do lado de fora da caverna.


A bruxa e seu marido da vida atual são espíritos que se encontram em desarmonia há várias vidas. Antes daquela onde ela o mutilou, já haviam sido casados em outra vida, sendo que ele flagrou ela o traindo com outro homem e a matou, tendo então castrado o amante dela. Provavelmente ainda vão se encontrar em muitas outras vidas até conseguirem se harmonizar karmicamente.


Os dois bruxos podemos dizer que estavam em "fim de carreira". Já não tinham força para afastar os espíritos de suas vítimas e por isso precisavam muito da bruxa, que estando encarnado lhes fornecia a energia de que precisavam. Por este motivo, quando ela se casou os problemas se intensificaram para ela, pois eles receberiam menos "atenção" sexual dela, além do que as obrigações do dia-a-dia acabariam por reduzir os momentos de desdobramento inconsciente dela, reduzindo mais a cota de energia de que dispunham.


A situação da consulente é típica. Foi bruxa e através de magia negra e sacrifícios humanos gerou um karma muito negativo. Veio com mediunidade para poder amenizar sua situação cármica mas aparentemente não está fazendo dessa faculdade o uso devido, o que fatalmente vai provocar muitos desdobramentos inconscientes e a abertura de várias frequências de vidas passadas. Por ora, o que ela tinha de merecimento para ser feito era isso, lhe tiramos dessa frequência de bruxa, prendemos seus antigos comparsas, libertarmos seu marido e resgatamos muitas vítimas dela do passado. Sem o uso adequado da faculdade mediúnica a consulente não vai conseguir ter um vida tranquila.


Abraço.


Gelson Celistre



quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A casa da bruxa

Recentemente foi noticiado pela imprensa o caso de uma mulher que, se dizendo protetora dos animais, recebia animais abandonados e vítimas de maus tratos para repassar para adoção. Segundo estimativas ela teria matado mais de 30.000 animais num período de 8 anos, até ser descoberta. Quando foi flagrada ela estava descartando no lixo cerca de 40 corpos de cães e gatos mortos. Aparentemente ela fazia isso para ficar com o dinheiro que recebia de particulares e de ONG's para cuidar dos animais.


É uma quantidade muito grande de animais e consequentemente muito fluído vital envolvido, coisa que certamente iria chamar a atenção de seres das trevas, motivo pelo qual resolvemos investigar o caso.

Ao sintonizar com o local a médium viu vários seres horrendos, com dentes pontiagudos e olhos vermelhos, devorando os corpos dos animais mortos (no astral da casa). A energia era tão densa que a médium passou mal, sentiu dificuldade de respirar, náuseas, queda de pressão e sensação de desmaio.

Enquanto ela observava a cena dos tais seres devorando os animais mortos, apareceram dois espíritos com aparência humana. Vestiam uma roupa preta e usavam uma capa preta tbm. Os cabelos são escuros e penteados para trás, os olhos são totalmente pretos, não tem a parte branca como os nossos, e seus dentes caninos são salientes; figuras típicas de vampiros astrais. Junto deles encontra-se uma bruxa, esta encarnada em desdobramento, que era a mulher que matava os animais.

Disse à medíum que para se alimentar do fluído de animais tinha que ser espíritos com a vibração muito baixa e em resposta, logo um deles se manifestou através dela:

- Vc está me irritando! Vc não entendeu nada né? Pois preste muita atenção, não é questão de se "alimentar" de sangue de animais. Seres como esses (que comiam os animais mortos) só precisam ser mantidos de alguma maneira e essa é a maneira.

- E pra que vcs usam esses animais?, pergutei;

- Não é da sua conta, já falei mais do que vc devia saber...

Nesse meio tempo o vampiro mandou dois daqueles seres horrendos se posicionarem ao meu lado, tentando retirar alguma energia de mim, mas a médium conseguiu sintonizar com o local no astral onde viviam os vampiros e começamos a explorar o ambiente.

Era um castelo que ficava ao lado de um cemitério. No castelo havia várias pessoas encarnadas desdobradas, umas vagando como se fossem zumbis, outras rastejando, todos com a aparência esquelética, tipo pele e ossos.

Enquanto observávamos o local chegaram três daqueles seres horrendos trazendo duas pessoas encarnadas, essas com aparência normal. Logo em seguida chegou um dos vampiros e se aproximou de uma dessas pessoas, que era uma mulher, e ao se aproximar lhe suga as energias.

A mulher grita e se debate tentando sair mas está segura por uma das criaturas horrendas e é sugada até cair desfalecida no chão. Aqui no físico, enquanto isso, ela dorme e está tendo um pesadelo. No dia seguinte vai acordar muito cansada mas nem vai suspeitar do que houve, pode até ter uma lembrança romanceada de um sonho onde ela namorava um vampiro.

O outro vampiro chegou ali junto com a bruxa, que é aliada deles, e observavam a chegada de mais seres horrendos trazendo mais pessoas encarnadas desdobradas, em sua grande maioria mulheres. Quem imaginar que a popularidade dos filmes da saga Crepúsculo influencia a mente das pessoas, principalmente das mulheres, e que as predispõe a querer um contato "romanceado" com algum vampiro, acertou. Só que seres das trevas não querem romance, querem energia (ectoplasma), o equivalente do sangue no astral.

Nesse momento emiti um comando para mandar de volta a seus corpos os encarnados aprisionados ali mas alguns voltaram com os seres horrendos grudados neles, então tivemos que criar uma bolha de contenção e prender os tais seres nela.

Me desdobrei lá com uma supraconsciência de mago e destruí o cemitério, o que chamou a atenção dos vampiros, que ainda não haviam percebido que havíamos prendido os tais seres. Os vampiros vieram em minha direção junto com a bruxa e me atacaram, seus olhos ficaram vermelhos e deles saíram raios na minha direção, mas destruímos essas energias antes de nos atingir.

Criamos um pentagrama de energia que sugou as energias dos vampiros e reenviou de volta aos encarnados que estavam presos no castelo e que mandamos de volta a seus corpos, o que enfraqueceu os vampiros a ponto de cambalearem, para em seguida serem presos.

Guardiões de nossa equipe espiritual chegaram para levar os seres horrendos que havíamos prendido e tbm os vampiros. Apagamos a mente da bruxa e a mandamos de volta ao seu corpo físico. Depois voltamos na casa da bruxa (no plano físico) e retiramos as energias densas que haviam ali.

No astral da casa realmente haviam milhares de animais. Os animais domésticos já possuem corpo emocional (astral), não tão complexo como o de nós humanos, mas ainda assim estão ligados a uma alma-grupo. É como se vários animais de uma mesma espécie formassem uma alma coletiva, um tipo de próto-consciência. Em muitos deles ali podia-se perceber a existência de sentimentos, como medo e pavor.

Invocamos alguns seres elementais, espíritos da natureza, para retirar os animais dali pois eles estavam presos através de magia negra (que desmanchamos) impedidos de se reintegrar à sua alma-grupo. Alguns gnomos apareceram para levá-los, eram baixinhos, nariz comprido e fino, parecendo até um galho de árvore. Após a retirada dos animais criamos ao redor da casa da bruxa um campo de energia, para impedir o acesso de outras entidades das trevas, que poderiam tentar se ligar ao local.

Todos nós temos seres das trevas em nosso passado e não é difícil algum deles nos encontrar encarnado e nos "inspirar" a fazer o mal. Às vezes sua influência é tão sutil que só percebemos quando já é tarde demais. Eu mesmo em mais de uma vida, depois de ter decido abandonar as trevas e me reerguer no caminho da luz, acabei cedendo à influência de antigos companheiros das sombras e caí novamente.

Sempre existem mais coisas por trás de algum acontecimento aqui do que as pessoas percebem. Em outro caso recente envolvendo crueldade com animais, mas em menor escala, onde uma enfermeira espancou um cãozinho num ataque de fúria e foi filmada por um vizinho, tbm ali houve a influência das trevas. 

A tal enfermeira, mesmo estando encarnada, no astral era líder de uma facção de bruxas e sua filha, que assistiu às agressões ao cãozinho, era sua inimiga de várias vidas. São dois espíritos que há muito vêm em desarmonia e a justiça divina os colocou como mãe e filha para que através dos laços de amor materno e filial, eles diminuam suas diferenças.

Um grupo rival de bruxas orquestrou aquela situação, inclusive intuindo a pessoa que filmou o ocorrido, justamente para destruir a vida dela, uma vingança. Entretanto, o que eles arquitetaram era que ela agredisse a própria filha e não o cão. Como eram ambos inimigos de várias vidas, eles despertaram no inconsciente da mãe a lembrança de várias vidas passadas onde eles se enfrentaram e se mataram, para provocar um ataque de fúria histérica na mulher. 

Foi a presença de espíritos do bem que direcionou a raiva da mulher para o cão, pois mesmo ele sendo um ser vivo que merece respeito e consideração, teria de ser "sacrificado" para salvar a criança humana. Após tomarmos conhecimento do ocorrido, nós verificamos o cao e prendemos os dois grupos de bruxas, apagando da memória inconsciente ativa da tal enfermeira essa frequência.


Gelson Celistre.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A Lei de Talião

É muito difícil para a maioria das pessoas que atendemos, e creio que para as pessoas de modo geral, entender os mecanismos da reencarnação, da lei de causa e efeito, não tanto pela lógica do processo em si, que é muito simples, mas por estarem envolvidas emocionalmente com alguma situação em sua vida que tem a ver com o retorno kármico de atos negativos cometidos por elas em vidas passadas.




O consulente tem um grave problema em um dos olhos, estando praticamente cego desse olho, já tendo tentado todos os recursos da medicina terrena sem sucesso. Primeiramente vale lembrar que não podemos mudar o karma das pessoas e que algumas situações que ela vai ter que passar não podem ser evitadas. 


Em certos casos conseguimos amenizar os efeitos dessas situações inevitáveis, se o consulente tiver merecimento kármico para isso. No caso em questão acredito que a condição do consulente vai se estabilizar, mas uma melhora considerável depende de outros fatores kármicos e circunstanciais que nos escapam ao conhecimento, além é claro do merecimento.


Não temos como saber se alguém já resgatou totalmente algum karma, inclusive pq essa informação poderia prejudicar a pessoa. Supondo que a pessoa tem uma doença kármica que ela vai ter que suportar a vida inteira, se ela soubesse disso nem tentaria buscar uma solução, e na maioria das vezes o efeito benéfico para ela é justamente essa jornada em busca da cura.


Mas o caso do consulente, da perda de visão em um dos olhos, está relacionado a uma vida passada onde ele era feiticeiro em uma tribo selvagem. Isso é coisa de centenas de anos atrás. 


Mas nessa vida onde era feiticeiro, o consulente acreditava que poderia "roubar" a capacidade de visão de outras pessoas e com isso aumentar sua própria capacidade de ver, não só as coisas desse mundo como as do mundo sobrenatural.


O feiticeiro (o consulente em vida passada) arrancava um olho de cada pessoa que ele julgava ter uma boa visão, tanto física como espiritual. Ele deixou dezenas de pessoas caolhas, sendo que muitas delas morreram em função da extração de seu olho, por infecção ou hemorragia.


O feiticeiro usava no pescoço um colar feito de olhos humanos, de todas as idades e sexos, homens jovens, velhos, mulheres e crianças. Ele acreditava que as crianças até certa idade enxergavam melhor o mundo espiritual e por isso arrancou um olho de várias delas. Quando ele acreditava que os "olhos" que ele carregava não estavam mais funcionando a contento, arrancava mais olhos.


O efeito kármico que ele está colhendo na vida atual é a perda de visão de um dos olhos, ou seja, parece literalmente que ele está pagando "olho por olho", como na Lei de Talião, que diz: olho por olho, dente por dente.


Entretanto, se assim fosse, na base do olho por olho, ele teria que ter seu olho arrancado em dezenas de vidas, e não é o que vai acontecer. A lei de ação e reação segue um princípio de proporcionalidade, mas como sua finalidade é educativa, uma vez aprendida a lição, o espírito pode amenizar seu efeito de retorno através de boas ações, ou seja, da caridade, e não precisa pagar exatamente na mesma moeda.


O problema maior para o consulente nesta vida é que vários espíritos que ele deixou caolhos e outros tantos que morreram em razão da extração de seu olho, estavam ainda presos naquela existência, que chamamos de frequência, e consequentemente ligados a ele.


Ao se deparar com o problema de sua própria perda de visão, e desejando muito querer ver, ele sintonizou com aquela frequência de vida passada e com isso se habilitou para receber as energias dos espíritos lá presos. O que ele causou neles agora ele sente em si, mas isso somente pq ele ainda hoje possui sentimentos semelhantes aos daquela existência pois ao sintonizar com aquela frequência ele se desdobrou, ou seja, parte de sua consciência se transportou para aquele local, e ele lá continuou a fazer o que fazia antes, ou seja, tratar os outros com desprezo e como objetos para satisfação de suas necessidades, no caso de enxergar. E quanto mais ela atormentava lá aqueles espíritos no astral mais sua própria visão aqui ia se deteriorando.


Não temos como medir o quanto o consulente evoluiu desde aquela vida, mas seja lá o tanto que for, não impediu que ele ao sintonizar com aquela frequência de vida passada fosse "puxado" pela sua antiga personalidade e passasse a agir como antes, de maneira cruel. Caso ele tivesse se modificado a ponto de rejeitar, mesmo inconscientemente, aquele comportamento, ele não iria sentir tanto as consequências aqui no corpo físico.


O que fizemos no atendimento foi resgatar aqueles espíritos, devolver a eles o "olho" roubado pelo feiticeiro, apagar da "memória inconsciente ativa" dele aquela existência e mandá-lo de volta ao corpo. Assim, as causas espirituais foram eliminadas e consequentemente os efeitos aqui no corpo físico (no olho) tbm. Nesses casos, o merecimento dita tudo, pois se o dano provocado no físico é irreversível é pq o consulente não tinha merecimento para eliminar esse karma, mas a situação pode se estagnar ou ele pode obter alguma melhora, isso só o tempo dirá e tbm vai depender das atitudes dele daqui em diante.


Após isso pedi a médium para verificar se ele não tinha outra frequência "aberta", ou seja, se tbm não estava desdobrado em outra frequência relativa a outra vida passada, mais recente, pois senti que ele tinha ligação com nazistas.


A médium relatou que já estava vendo imagens dele como nazista e o que aconteceu foi o seguinte: ele tinha um companheiro de farda, tbm nazista, que nutria por ele um ódio gratuito. Esse companheiro de farda detinha mais poder do que ele, armou uma emboscada e  conseguiu levá-lo para um campo de concentração como se ele fosse judeu. 


Lá chegando ele foi utilizado como cobaia em experiências de transplantes de olhos; o prenderam em uma mesa cirúrgica e lhe arrancaram os dois olhos, sendo que depois tentaram implantar nele os olhos de outra pessoa. Novamente efetuamos o resgate de vários espíritos ligados ao consulente dessa outra vida mais recente, onde podemos observar que ele já começou a resgatar sua dívida com "olhos".


Entretanto, essa frequência estava aberta por conta de o consulente tbm estar em outra frequência de vida passada onde, mais uma vez, agia de maneira negativa contra seu próximo. Nessa outra frequência, de uma outra vida na Idade Média, o consulente mandava torturar pessoas em uma masmorra. E sua predileção era justamente por cravar estacas nos olhos das pessoas. 


A médium viu uma cena onde um homem estava amarrado a uma mesa tosca de madeira, dentro do calabouço de um castelo, enquanto um carrasco lhe pregava estacas de madeira nos dois olhos. Este homem gritava e gemia em função da extrema dor que lhe era infligida, enquanto o consulente, que tbm estava desdobrado lá, se comprazia com o sofrimento dele. Este homem que ele mandou torturar ali dessa maneira é o mesmo espírito que, mais recentemente, foi seu colega de farda nazista e que nutria por ele um ódio (não tão) gratuito.


Mais um resgate de vários espíritos que foram torturados e mortos pelo consulente em uma vida passada. Efetuamos os mesmos procedimentos, atendendo as vítimas ainda ali, algumas já encarnadas mas que estavam ali em desdobramento inconsciente, apagamos a memória do consulente e o mandamos de volta ao corpo.


Como podemos observar nessas quatro vidas do consulente, incluindo a atual, nada acontece por acaso. Ninguém sofre sem merecer, sempre há uma razão para tudo, e tbm observamos que por mais que nos pareça estarmos sofrendo um "castigo" muito cruel, ele é muitíssimo menor em proporção aos danos que causamos aos outros anteriormente.


A Lei do Karma só funciona na base do "olho por olho" quando o espírito realmente não aprendeu a lição em várias oportunidades e mesmo assim recebemos "o troco" de forma bem mais branda do que a forma como "cobramos" dos outros.


Como dissemos não temos como saber se o consulente vai voltar a enxergar, e nem nos compete julgar seus atos, mas pelos resgates efetuados e frequências que foram fechadas, é provável que ele estabilize do jeito que está.


Abraço.


Gelson Celistre

sábado, 14 de janeiro de 2012

A viagem astral - parte 2/2

Leia antes A viagem astral - Parte 1

A vítima

Ao sintonizar com o consulente o encontramos em um cemitério, dentro de uma cova, cercado por vários espíritos disformes e rastejantes, que o vampirizavam. O que ele percebeu durante a viagem astral como sendo um trailer ou uma kombi na verdade era um túmulo, onde ele estava preso desde a tal viagem.

Quando disse à medium para soltá-lo, um espírito, dentre vários que estavam ali, um "malandro" metido a exu e fumando um charuto, se manifestou pela psicofonia dela e dialogamos um pouco, cfe abaixo.

- Ninguém se mete nessa banda, ele é nosso e daqui ninguém vai tirar! Ele é um dos nossos! Não se meta onde não foi chamado, vc não é bem-vindo aqui! Nós temos como mantê-lo aqui e vc não tem como fazer nada!, disse o espírito malandro;

- Aham, respondi;

- Me parece que vc conhece a lei e sabe que quem deve paga de um jeito ou de outro, e sabe que por conta das dívidas que ele tem é que podemos mantê-lo aqui!

- E vc deve conhecer a lei que diz que se eu quiser e puder eu faço!

- Daqui ninguém vai tirar ele, não tem quem tire!

- Vamos ver então, quem vai me impedir?

- Eu vou impedir vc, vc não é ninguém e não pode nada nem em outro lugar, quanto mais aqui! Vc vai é acabar igual a ele, isso sim! Já falei que não existe quem tire ele daqui!

- Aham.

Enquanto eu conversava com o malandro metido a exu a médium paralisou um outro espírito que vigiava a cova do consulente, ele estava com os pés e mãos amarrados e vários espíritos deformados se jogavam sobre ele para sugar-lhe o fluído vital. Afastamos esses seres e o retiramos dali. A energia do local era fétida, causando extremo mal-estar na médium, enjôo, etc.

Enquanto isso o tal malandro, que deixamos falando sozinho, ainda estava por ali perturbando e deixei ele falar novamente através da médium:

- Vc acha que pode me deter? Nem vc nem ninguém!!! Acha que essa aqui tem força pra fazer alguma coisa comigo? Tolo... nem ela nem vc... e nem ninguém... disse novamente o espírito malandro;

Como paciência nunca foi o meu forte, disse a ele ficar quieto no canto dele antes que eu lhe desse um paratequieto. Ele tentou agredir a médium no astral mas ela mesma o prendeu. Com ele preso vários outros seres rastejantes e deformados saíram de algumas covas e tbm tentaram atacar a médium, sendo todos contidos e presos, na verdade pareciam zumbis.

O consulente foi enganado por este ser, o malandro metido a exu, que se fez passar por seu "guia", o intuindo a estudar e tal, pq é o que se espera de um "mentor". Foi esse mesmo espírito quem direcionou o consulente para estudar e praticar viagem astral. Os espíritos que ele disse ter sentido quando voltou pro quarto na verdade eram os seres que estavam na cova com ele, pois ele não havia saído de lá até efetuarmos o atendimento. 

Quando se apavorou e pediu ajuda ao tal guia, que não apareceu, e depois a São Jorge (Ogum), não foi o que fez com que ele dormisse, e sim pq ele saiu dessa frequência e sua consciência passou para outra, onde o encontramos tbm.

O algoz

Após libertarmos o consulente da cova do cemitério, vimos que ele tinha outra frequência aberta, relativa a uma vida passada onde foi bruxo. Uma das atividades do consulente naquela vida consistia justamente nisso, em desdobrar as pessoas e aprisioná-las no castelo onde morava, onde as vampirizava, sugando-lhe as energias vitais (ectoplasma).

Logo que a médium chegou no castelo ele (o consulente desdobrado como bruxo) tentou hipnotizá-la e fazê-la adormecer, para tbm aprisioná-la. Ele é gordo, tem os cabelos grisalhos desgrenhados e veste uma túnica cinza. Quando percebeu que a médium conversava comigo tentou me desdobrar e aprisionar tbm.

Nesse momento eu cheguei no castelo com uma supraconsciência minha, de mago, ele tentou me atacar mas eu o paralisei. Apagamos essa frequência da mente inconsciente ativa do consulente e o enviamos de volta ao corpo.

Após isso nos dirigimos a um dos aposentos do castelo onde havia muitas pessoas desdobradas, em um tipo de transe, e as enviamos de volta aos seus corpos físicos. O castelo foi então destruído.

O tal malandro metido a exu, que já havíamos prendido no cemitério, foi o grande "guia" do consulente neste processo. São dois espíritos que já se aliaram muitas vezes para fazer o mal e nessa vida onde o consulente era bruxo o malandro era seu assistente.

As aparições como preto-velho no centro kardecista foram justamente para afastá-lo de lá, para sozinho ele o poder influenciar mais. Os estudos sobre viagem astral era pq ele queria abrir essa frequência onde o antigo comparsa era bruxo e tinha algum poder, para se beneficiar disso, vampirizando tbm as pessoas que o bruxo desdobrava e levava para o tal castelo.

A prisão do consulente na sepultura do cemitério, sendo vampirizado por seres disformes, era uma espécie de "ponte vibratória" para ele poder abrir a frequência de bruxo, e era possível justamente pq o consulente fazia isso naquela vida. Realmente ele podia manter o consulente ali por conta de seu karma, mas a função principal era que assim ele tbm rebaixava muito a frequência do consulente e isso facilitava a sintonia com aquela outra vida.

Esse foi o motivo dele conseguir dormir, ele passou sua consciência para a frequência de bruxo e parou de sentir o mal-estar, pois como bruxo ele era que fazia o mal aos outros. O malandro na verdade não tinha poder algum, por isso arrotava tanta bravata, mas foi esperto o suficiente para ativar a frequência de bruxo do consulente e se beneficiar dela. Lógico que os efeitos na saúde do corpo físico do consulente não lhe importavam em nada pois se ele desencarnasse eles procurariam outros meios de sobreviver no astral.

Percebemos que o consulente ainda tem muitas frequências abertas, extremamente negativas, relativas a vidas passadas onde ele fez o mal mas é preciso que ele se modifique, se firme no caminho de sua reforma íntima, e obtenha merecimento para se libertar delas.

Em uma dessas vidas o consulente foi novamente um bruxo, um conhecido feiticeiro na região onde morava, e enganou muitas pessoas, estando karmicamente predisposto nessa encarnação a ser enganado tbm, motivo pelo qual o aconselhamos a estar sempre atento, pois quem caminha procurando "atalhos" sempre acaba sendo vítima de charlatões. 

Reforma íntima não tem atalhos, cursinhos, viagens astrais, feitiços, mantras, decretos, etc, é trabalho e dedicação. Não se corrige vidas e vidas em desatino em uma semana ou um mês, é preciso enveredar no caminho do bem e ter paciência pois algumas oportunidades de resgate só nos surgem depois de muitos anos de trabalho dedicado.

O ideal é ter humildade e procurar um centro onde possa trabalhar sua mediunidade e fazer alguma coisa de útil com ela, ou seja, a caridade desinteressada no auxílio aos espiritos sofredores. O que podia ser feito pelo consulente no momento, dentro do merecimento dele, foi feito. Agora é preciso que ele faça sua parte, com trabalho, estudo e dedicação, para que obtenha merecimento e possa resgatar mais débitos de suas vidas passadas.

A mediunidade não é um dom do qual o médium pode se servir quando bem entende, ela é um karma negativo e se não for utilizada da maneira correta pode afundar mais a pessoa em dívidas (karmicamente). Entretanto, se bem utilizada pode alavancar o desenvolvimento espiritual do médium.

Muitas pessoas com mediunidade procuram caminhos alternativos, que geralmente envolvem vaidade, orgulho e dinheiro, como jogar tarot, reiki, xamanismo e outras terapias onde acabam sendo instrumentos de espíritos pouco evoluídos, perdendo uma grande oportunidade de progredir espiritualmente e aumentando seu débito cármico.

A viagem astral pode ser algo interessante mas a pessoa vai ir para onde sua energia a situa, no caso nosso consulente foi para uma cova num cemitério. A maioria que consegue alguma consciência durante a projeção fica aqui pela crosta ou cai para regiões mais densas do umbral. Outros tantos imaginam encontrar personagens famosos, mestres e outros, que não passam de espíritos mistificadores que se divertem as custas desses projetores e lhes roubam as energias.

Para finalizar, queremos deixar claro para os leitores que "mentor" tem quem atingiu algum nível espiritual acima do egoísmo medíocre e que faz alguma coisa pelos seus semelhantes, pessoas que possuem uma importância dentro da coletividade e que exerçam uma atividade que necessite de um auxílio especializado, como Chico Xavier, citando um exemplo do meio espírita.

Quando muito temos espíritos amigos de outras vidas que querem nosso bem e eventualmente conseguem nos auxiliar nos intuindo alguma coisa, em questões que não sejam parte de nossa provação kármica, o que já reduz bastante as possibilidades.

Pessoas comuns que só pensam em si e em seus interesses a maior parte do tempo não possuem um mentor com dedicação exclusiva. É preciso compreender que a Lei divina funciona perfeitamente e que a maioria das pessoas transita pela vida no "modo automático", só lembrando do tal "mentor" quando está em dificuldades ou quer alguma coisa. Para se obter algum "favor" especial é preciso que tenhamos merecimento, ou seja, que tenhamos obtido algum crédito karmico através de nossas ações que permita recebermos algo fora do roteiro.

Muitas situações em nossa vida, por mais desagradáveis que sejam, teremos que passar e não vai ter mentor que evite isso. Lembremos que este plano é de aprendizado, principalmente pela dor, pois somos todos espíritos renitentes no mal e que vimos há várias e várias vidas agindo com egoísmo. Não basta agora eu achar que "mereço ser feliz" pq nessa vida eu "não faço mal a ninguém" pois nosso saldo kármico é negativo. 

Não basta apenas não fazer o mal, para avançar é preciso fazer o bem.

Abraço.

Gelson Celistre.

A viagem astral - parte 1/2

O consulente afirma ser médium de Umbanda há vários anos, sendo que ativamente apenas a metade desse tempo. Após um período de afastamento das atividades espirituais retornou a frequentar um centro kardecista, segundo ele com a intenção de estudar o espiritismo segundo Kardec e ainda ajudar uma amiga iniciante e um amigo recém-falecido.



Teve problemas de saúde e precisou se afastar desse centro que estava frequentando por conta de uma cirurgia. Afirma que nesse período de recuperação começou a ser "assediado" por espíritos que falavam com ele em sua mente. Segundo ele  seu "mentor" tbm lhe falava dessa maneira e o aconselhou a estudar mais o espiritismo.

Após recuperado da cirurgia informou o dirigente do centro de seu retorno às atividades, tendo sido entretanto advertido pelo mesmo que precisaria fazer uma escolha: ou deixava de receber "seu" preto-velho e trabalhava apenas com a desobsessão no centro, e recebendo esse preto-velho somente se ele tivesse alguma msg de extrema importância para o centro, ou se retiraria do centro, pois outros médiuns mais antigos não aprovavam a incorporação dessa entidade no centro kardecista.

O consulente então optou por deixar o centro espirita e prosseguiu seus estudos pela internet, em sites com conteúdos variados, e mais especificamente dedicou-se ao estudo da viagem astral, tendo inclusive feito um curso básico. Durante uma de suas aulas desse curso o consulente se viu voando, ao mesmo tempo que ouvia "instruções" em sua cabeça.

Chegou em um local onde viu algo semelhante a um trailer ou kombi parado "no meio do nada", tendo sido convidado a entrar pelo morador do local, que lhe ofereceu café, mas que ele recusou. O morador perguntou se era por conta de sua "condição" e o consulente então notou que o tal ser tinha larvas que passeavam pelo seu corpo. 

Ele ainda ouvia as instruções em sua cabeça mas foi tomado por uma grande insegurança. Ao mover-se para sair dali percebeu que o tal morador do local assumira a forma de uma cobra e lhe sugava o pescoço. Tentou tirar a cobra com a mão e acabou retornando ao corpo físico, sentindo um formigamento na mão, que no corpo físico estava na mesma posição que no astral, tentando tirar a cobra do pescoço. 

Mas o consulente não conseguia se mover e somente aos poucos recobrou o comando de seu organismo físico. Entretanto, não conseguia dormir pois sentia que havia mais algum espírito em seu quarto querendo se comunicar com ele. Ao sentir a aproximação desse ser seu estômago revirava e ele sentia vontade de vomitar. O consulente então pediu ajuda ao seu "guia" (o tal preto-velho) para que afastasse dele aquele espírito, sem sucesso. Pediu então ao seu santo de devoção e "chefe de cabeça", São Jorge (Ogum) e então sentiu-se melhor, sentindo muita sonolência e adormecendo em seguida.

Embora na visão do próprio consulente a proibição dele incorporar o "seu" preto-velho no centro kardecista seja um preconceito com as entidades que se apresentam com roupagem fluídica de negros e caboclos, é preciso observar que se a entidade preto-velho que ele recebe quisesse realmente auxiliá-lo em sua jornada espiritual e ele próprio, trabalhando, fazendo a caridade para quem necessita, não se apresentaria com essa forma (de preto-velho), pois saberia que iria chocar os frequentadores do tal centro e iria acabar criando atritos que fariam com que seu pupilo saísse dali e, consequentemente, não pudesse trabalhar sua mediunidade e resgatar seus débitos de vidas passadas. 

Essas entidades respeitam o grau de entendimento de cada local onde vão trabalhar e respeitam inclusive os preconceitos das pessoas. Quem quer realmente ajudar não impõe condições, muito menos uma entidade "de luz" ou algum espírito mais esclarecido. A necessidade de trabalhar é do médium e este deve se adaptar às regras do local que está frequentando. Centro espírita ou terreiro perfeitos onde seja tudo como nós gostaríamos que fosse não existe e aceitar as regras do local faz parta da caminhada do médium, que precisa aprender a ser humilde, entre outras coisas.

Em resumo, apenas por esta atitude do espírito já se conclui que não era realmente um "preto-velho" ligado à egrégora da Umbanda. É de conhecimento comum e está escrito em vários livros sobre o assunto que muitos pretos-velhos que atuam na Umbanda tbm trabalham em centros kardecistas, sendo que nesses centros eles se apresentam com outras roupagens fluídicas, como padres, médicos, etc., formas perispirituais que estão mais de acordo com o pensamento dos frequentadores desses locais. 

Outro fator evidente é o fato do tal guia, o preto-velho, não ter aparecido quando seu pupilo estava em apuros. Alguns poderiam até objetar que ele poderia ter deixado o aprendiz passar por este apuro a título de "aprendizado", entretanto, foi pelas orientações desse tal guia que ele enveredou por estes estudos e práticas e este o estava "instruindo" até a chegada dele na tal "kombi", onde foi vampirizado.

Após analisarmos o relato do consulente efetuamos a verificação do que realmente ocorreu, que relataremos na próxima postagem.

Continua... Viagem Astral - Parte 2 


Gelson Celistre

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

A relíquia atlante

Existiu aqui na Terra um continente que foi tragado pelo oceano em mais de uma catástrofe de grandes proporções. Primeiramente o continente foi dividido em dois, ficando duas grandes ilhas, e posteriormente uma dessas tbm afundou, ficando apenas uma, citada nos diálogos de Platão (428/348 AC) como tendo afundado cerca de 9.000 anos antes, e que ele chamou de Atlântida. Na mitologia grega, em sua jornada até a Cólquida, Jasão e os Argonautas teriam aportado na ilha de Lemnos, que era habitada exclusivamente por mulheres guerreiras


Platão  fala da Atlântida em duas de suas obras, Timeu e Crítias.
Eventualmente nos deparamos com situações que parecem ter originado mitos e lendas da antiguidade, pois encontramos um grupo de mulheres que viviam numa ilha da Atlântida, e que poderia ter servido de inspiração para o mito das Amazonas, não fosse o fato de não serem guerreiras.


As mulheres a quem nos referimos eram sacerdotisas e sua prioresa está muito apreensiva pq sabe que sua ilha vai desaparecer, tragada pelo mar. Há um templo na ilha e esse grupo de sacerdotisas vive em contemplação e estudos, quase sem nenhum contato com o resto do povo atlante. 


Há pouco tempo elas foram avisadas sobre a catástrofe que se abateria sobre elas por um mago atlante amigo, mas não podiam sair dali e esse mago foi encarregado de guardar para elas uma relíquia, um objeto sagrado que elas guardavam. O mago levou consigo a relíquia e disse que retornaria para ajudá-las a sair da ilha.


Entretanto, o destino segue seu próprio curso e antes que o mago pudesse voltar para resgatá-las o cataclismo se abateu sobre a ilha e todas as sacerdotisas pereceram. O senso de dever da prioresa e de suas sacerdotisas fez com que, mesmo após milhares de anos, ela ainda esperassem o mago atlante retornar para saber se a relíquia estava em segurança. 


Ao sintonizar com a cena a médium sentiu um clima de apreensão e angústia, como se tudo fosse ruir a qualquer momento. A prioresa flutuava ali como se fosse um fantasma, na forma de um esqueleto coberto por um manto.


O mago atlante apareceu então em frente ao templo e o tempo pareceu se congelar, desaparecendo a sensação ruim. Ao se aproximar do mago a prioresa adquire a aparência que tinha naquela existência há milhares de anos. Ao mesmo tempo, tbm aparecem ao redor do mago as outras sacerdotisas.


A prioresa se aproxima do mago e ele diz a ela que o objeto que ela procura foi bem guardado por ele. Esse mago vivia na dimensão astral e em outro tempo. Através de um portal ele se fez presente na ilha para alertá-las, tendo retornado ao seu ambiente natural, a dimensão astral, num outro tempo, por este mesmo portal, que se fechou antes que ele pudesse retornar para ajudá-las. 


A prioresa está apreensiva e diz que eles precisam sair logo dali pois alguém mais espreita a conversa deles e tbm tem interesse na relíquia. Um outro mago aparece então e nuvens escuras se formam sobre o templo, ressurgindo o clima angustiante. 


Ele diz ao mago atlante que sabia que ele viria e que já o aguardava ali. Este mago veste uma túnica preta e é muito alto, magro, e tem cabelos compridos, embora seja calvo no centro da cabeça. No centro da testa ele ostenta algum tipo de cristal, preso à cabeça por um filete dourado.


O mago das sombras desce as escadas do templo e vai em direção ao mago atlante dizendo a ele para "entregar logo, antes de ser destruído...". O mago atlante estende uma da mãos e mostra um cristal no formato de um ovo, com algum tipo de energia que se move dentro dele, e diz ao mago das sombras que se ele quiser, que venha pegar.


Seguiu-se uma breve batalha entre os magos que acabou com o mago das sombras preso. O mago atlante então devolveu à prioresa a relíquia pela qual elas esperaram tanto tempo e que finalmente voltava às suas mãos para libertá-las de uma espera milenar. 


Outros dois magos apareceram para acompanhar as sacerdotisas para outro local no astral, enquanto o mago atlante se preparava para destruir a contraparte etérica do antigo templo e que se mantinha plasmada no astral pela força das sacerdotisas. De posse da relíquia, elas finalmente poderão seguir seu destino.


Abraço.


Gelson Celistre

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Contatos imediatos - Parte 2/2

Leia antes Contatos imediatos - Parte 1

O prédio onde ficava um dos laboratórios da Ásia era branco e cinza por fora. Havia muitas pessoas usando roupa branca, tipo camisola, com listras azuis e todas tinham muito pouco cabelo, como se estivessem sendo submetidas a quimioterapia. Os olhos são fundos nas órbitas e nas mãos exibem marcas de agulhas, são pessoas extremamente magras e pálidas. O local é muito frio.



A sintonia com esse laboratório foi feita através de um dos cientistas presos no outro laboratório. Ele foi sintonizado com a médium pela equipe espirital para podemos chegar nessa base. O espírito estava bastante irritado e após alguns minutos de conversa a médium chegou na base.

Havia tbm animais presos em jaulas, parte das experiências desse laboratório, que estuda como incutir o comportamento de animais em seres humanos, mais uma etapa no processo de controle mental. Neste laboratório fazem testes comparativos entre o comportamento dos animais (muitos chimpanzés) e dos humanos, tentando transferir a agressividade de certos animais aos humanos (soldados) mas conservando estes certa capacidade cognitiva (de modo a entender as ordens).

Esse tipo de experimento tbm visa a utilização em civis, com a intenção de provocar situações do tipo, uma pessoa tida como normal de repente tem um surto de cólera e sai matando a esmo. Já fizeram vários testes e já obtiveram vários sucessos, estão a ponto de dominar completamente a técnica. A disseminação desse comportamente seria feita aqui no plano físico através de um vírus ou bactéria que agiria diretamente numa área específica do cérebro, causando um distúrbio neurológico.

Alguns cientistas no laboratório, vestindo jalecos brancos, manipulam culturas em tubos de ensaios e examinam lâminas num microscópio, comparando tecidos cerebrais sadios com tecidos infectados. As células infectadas são disformes e escuras.

Enquanto observávamos os laboratório, dois homens vestindo farda militar trouxeram uma mulher, das que vimo no início com as camisolas listradas, e injetaram alguma coisa no corpo dela com uma seringa. De apática ela passou a exibir um comportamento extremamente agressivo, como se fosse um animal enfurecido, e tenta inclusive morder um dos homens que a trouxe para se libertar.

Eles pretendiam lançar esse vírus num outro país asiático onde possuem outro dos laboratórios. Inicialmente eles vão utilizar pessoas de pouca expressão e "descartáveis" da sociedade, principalmente mendigos, para verificarem sua eficácia, mas posteriormente suas aplicações podem ser em vários tipos de pessoas, de políticos a líderes religiosos. Em muitos casos o diagnóstico médico será de estresse ou algum transtorno psicológico.

No plano físico esse laboratório fica situado numa grande metrópole, com muitos edifícios com fachada de vidro, sendo que o laboratório fica em andares subterrâneos de um desses prédios, onde funciona uma clínica ou laboratório. Uma equipe deste laboratório, no astral, estava preparando o transporte de uma quantidade deste vírus para a outra base astral, com tubos de vidro numa caixa de algo parecido com o nosso metal, que seria feito com o uso de uma nave, semelhante a um moderno helicóptero. 

Na outra base há soldados fardados e cientistas vestindo jalecos tbm. O cientista-chefe das pesquisas, que é um encarnado desdobrado, foi junto entregar a caixa pessoalmente e passar algumas instruções ao responsável pela outra base. Ele esta acompanhado por uma cientista que desenvolveu tbm um potencializador para o vírus, que ela entrega a ele numa caixa menor, mas que será "descoberto" pela ciência terrena como um antídoto contra o vírus, que iriam detectar como sendo uma doença psicossomática.

A disseminação aqui no plano físico ocorreria em duas etapas, em março de 2012 e setembro de 2013. Nesse ponto nossas equipes já estavam posicionadas em ambas as bases no astral para efetuarmos um ataque em conjunto simultaneamente.

Estávamos em uma frequência mais alta e portanto invisíveis aos espíritos ali nas bases. Andamos por alguns corredores dentro do laboratório dessa base e em alguns deles havia celas individuais onde as cobaias que receberam o vírus estavam em isolamento para observação dos efeitos, sendo que a maioria deles é encarnada em desdobramento.

Ao nos depararmos com uma enorme porta de metal, semelhante a uma porta de cofre de grandes bancos, com um painel digital ao lado, soou algum tipo de alarme e nesse momento nossas equipes invadiram as duas bases, prendendo os soldados e cientistas. Nosso pessoal usava um tipo de arma com um raio paralisante que imobilizou os guardas e cientistas. As pessoas que estavam ali desdobradas foram enviadas para seus corpos, após as providências necessárias.

As caixas com o vírus e o "antídoto" foram recolhidas para estudo e posterior destruição, assim como os equipamentos e materiais utilizados por eles. Uma equipe nossa ficou responsável pela libertação e transporte para local adequado dos animais que eram usados como cobaias no outro laboratório.

Assim desarticulamos mais uma facção criminosa das trevas, que agia em conluio com pessoas encarnadas, com dissemos antes, materializando-se e se apresentando como seres de outros planetas, extra-terrestres, para um seleto grupo de cientistas, ligados a alguns governos e grandes empresas, supostamente querendo auxiliar no desenvolvimento da humanidade através da transferência de tecnologia, mas que na realidade era uma maneira de fazer os cientistas encarnados trabalharem para eles.

Gelson Celistre

sábado, 7 de janeiro de 2012

Contatos imediatos - Parte 1/2

Uma das coisas que facilita nossas atividades espirituais atualmente é o fato de termos sido, durante incontáveis milênios, seres das trevas como estes que agora combatemos. Por conta disso temos ligações kármicas com inúmeras entidades que ainda estão vivendo e atuando nas trevas.


Isto poderia ser uma desvantagem pq karmicamente somos vulneráveis a diversos tipos de ataques relacionados com atividades que já praticamos no passado, envolvendo experiências científicas anti-éticas e magia negra. 

Entretanto, uma vez que escolhemos trilhar o caminho da luz, embora ainda estejamos longe dela (da luz), esta desvantagem se torna um trunfo pq através dela temos ligações com as entidades que pretendemos combater. Mesmo querendo se ocultar essa ligação kármica nos mantém unidos e mais cedo ou mais tarde sintonizamos uma frequência destas e mais um ser das trevas acaba saindo de circulação.

Foi o que aconteceu recentemente quando, por efeito kármico de já termos feito experiências de controle da mente no passado, fomos utilizados, eu e uma das médiuns que trabalham comigo, como cobaias por seres que estavam realizando este tipo de experiência atualmente. Nem sempre estes trabalhos nos isentam de sofrimento aqui no corpo físico, mas comparando a dor que sentimos com o resultado obtido nos resgates, ela é perfeitamente suportável e geralmente é um mal necessário.

Sentimos uma energia densa, como se fosse uma nuvem negra, que nos envolveu e nos desdobrou, ou seja, retirou de nosso corpo físico o corpo astral, que foi transportado para um laboratório de pesquisas na dimensão astral, numa frequência muito próxima à nossa, quase física.

A princípio essa nuvem nos envolveu e nos transportou aqui pela dimensão física e a médium pôde ver que passamos por vários locais aqui da Terra, até chegarmos numa região de altas montanhas da Europa, a partir de onde passamos então para a dimensão astral, como se tivéssemos cruzado um portal dimensional nas tais montanhas.

No astral a paisagem era bem diferente, uma extensa planície encoberta por um céu cinzento. Ao longe ela pode divisar um prédio feito externamente de algo semelhante ao metal. Este prédio estava conectado com um prédio aqui na dimensão física, que se localiza geograficamente na região onde ficam as tais montanhas, na Europa. Neste prédio na dimensão física são realizadas experiências para controle da mente e outras envolvendo o funcionamento do cérebro humano. 

Nossos corpos astrais finalmente chegaram no tal laboratório no astral, onde foram colocados em macas. No local há seres vestindo túnicas claras, meio prateadas, que se posicionaram atrás de nossas cabeças nas macas tentando invadir e bloquear nossa mente.

O interessante é que esta experiência estava sendo compartilhada pelo laboratório do astral com o laboratório do plano físico, onde através de aparelhos os cientistas encarnados observavam os efeitos energéticos que ocorriam em nosso cérebro perispiritual, isto é, cientistas da dimensão astral e da física estavam trabalhando conjuntamente num mesmo projeto.

Existem aparelhos ligados a nossos corpos astrais que são praticamente idênticos, tanto no laboratório do plano físico como no do astral e os cientistas de ambas as dimensões trocam informações e impressões sobre as experiências. É algo muito além das incipientes experiências de transcomunicação instrumental (TCI).

Estávamos na realidade desdobrados em duas frequências, em dois planos diferentes da dimensão astral, sendo um deles muito próximo da dimensão física, para poderem se interligar com o laboratório do plano físico. A experiência em questão tinha a ver com o uso de drogas para controle mental.

Aqui na dimensão física eles já possuem tecnologia para identificar o corpo astral, mas são muito poucos laboratórios ligados a alguns poucos países que atuam em conjunto com a iniciativa privada, mas são conhecimentos fora do alcance da comunidade científica "oficial" e do público em geral.

Já tem mais de uma década que alguns seres da dimensão astral estão trocando informações com um seleto grupo de cientistas aqui na dimensão física. Eles se materializam e se apresentam como seres oriundos de outros planetas que querem auxiliar os terráqueos, que acreditam que estão recebendo tecnologia extraterrestre, quando na realidade tbm são usados por estes seres.

O controle mental é o grande foco das experiências neste laboratório mas tbm estão tentando desenvolver uma forma de armazenar ectoplasma na dimensão física, criar uma espécie de reservatório de energia.

Na dimensão astral havia um renomado cientista terrestre, falecido há cerca de dez anos, e que enquanto vivo realizou muitos estudos e pesquisas na área da psicologia. Ele estava auxiliando as entidades trevosas nas pesquisas de controle mental. Como ocorre com muitas pessoas ligadas às ciências, o desejo de obter o conhecimento a qualquer custo faz com que se aliem a qualquer um que lhes patrocine as experiências, independente do uso que venham a fazer desse conhecimento.
Nossa equipe prendeu os cientistas do local e desativou a base sem destruí-la pois ela estava interligada com mais três bases onde ocorre um intercâmbio semelhante, duas dessas bases se localizam na Ásia e uma outra na América do Norte, esta última ativada mais recentemente.

Alguns dias depois deste trabalho surgiu o momento propício para desativarmos as bases asiáticas, que vamos relatar no próximo post.

Continua... Contatos imediados - Parte 2

Gelson Celistre