quarta-feira, 30 de junho de 2010

O prostíbulo

Este consulente já havia sido atendido por nós em julho/2009 (http://apometriauniversalista.blogspot.com/2009/07/teias-do-destino-suicidio-assassinato.html) e retornou desta vez por estar se sentindo mal, não estar conseguindo dormir e tbm afirma sentir-se fraco e sem ânimo. Na conversa inicial relatou que ultimamente vinha pensando muito no pai falecido, comentou que logo após a morte do pai ele tinha sonhos onde se via brigando com ele e que este 'retirava' um dos braços e lhe agredia com ele. Afirmou que o pai quebrara um dos braços quando vivo e que se aponsentara por invalidez e era esse braço que ele retirava de si e usava para agredir o filho.


O consulente afirmou que 'se davam' e que até o visitava quando era vivo mas que ha adolescência tiveram uma briga e se afastaram, o pai bebia e chegava bêbado em casa quebrando tudo e batendo na esposa, sendo que numa dessas o consulente, na ocasião com uns 16 anos, interviu e agarrou o pai e o atirou em cima da cama, não ocorrendo algo pior por conta da mãe que intercedeu em favor do marido. Desde então ele passou a morar com os avós e as relações entre eles não foram as mais amistosas. Nos disse tbm que às vezes quando seu próprio filho chega perto dele, sente uma irritação inexplicada.
Após terminar de relatar sua situação, logo incorporou o pai falecido dele, que afirmou estar com raiva dele, mas que no fundo percebemos se tratar de uma mágoa.
Desobrimos que numa vida passada ambos eram amigos e bebiam juntos quando se desentenderam por algum motivo qualquer e passaram a discutir e brigar. O consulente, utilizando um pedaço de pau, espancou o amigo bêbado, tendo-o deixado aleijado de um braço (o mesmo que ele quebrou na última existência onde era pai do consulente). Reclamou que o filho não o respeitara e novamente, aproveitando-se de sua embriaguez, o jogara sobre a cama (referiu-se a briga que teve com o filho quando era vivo e que foi o episódio que criou no inconsciente dele uma ressonância com aquela vida passada).
Conversamos e o fizemos ver que ele tbm não agira corretamente, pois bebia e se descontrolava em casa. Era uma pessoa com dificuldade de expressar seus sentimentos e não conseguiu dizer abertamente que gostava do filho, dizia "qual é o pai que não gosta do filho", "ele era meu filho" ' a gente antigamente não era de falar essas coisas", etc. Enfim, não era uma pessoa má e nem queria abertamente o mal do filho, era um homem rude apenas. Nos disse que ia às vezes visitar o neto pq 'gostava do guri' e não sabia que com isso prejudicava o filho. Na realidade não o fazia mesmo, apenas o filho lhe detectava a presença inconscientemente e se irritava, pq tbm não conseguiu perdoar o pai.
Convidei o espírito a ficar conosco em nosso hospital, onde seria auxiliado a recomeçar sua jornada, mas ele tinha medo pq lá onde ele vivia, um local de baixíssima vibração, com várias cavernas cheia de seres imundos que após os temos resgatado o teto ruiu, lhe disseram que se ele fosse 'para a luz' seria queimado, pq não merecia ajuda. Argumentei com ele que o fato de estar ali significava que tinha sim o merecimento e que não seria 'queimado'. Foi mostrado a ele que para o local onde ele iria lá estava sua esposa tbm falecida e ele aceitou ir sem problemas. Essa situação de inimigos nascerem como pai e filho é muito comum e mesmo não havendo a recordação dos fatos passados, os sentimentos nos acompanham vida após vida.
Mas isso não era o problema maior do consulente. Pedi aos médiuns para verificarem para onde ele ia durante o sono ou nos desdobramentos inconscientes e uma das médiuns o viu num desses momentos em que deixava o corpo. Ele dirigiu-se para um local onde havia um jardim com um belo chafariz, em frente a uma casa enorme, com colunas ao estido grego na entrada, um bordel no astral, onde ocorriam orgias memoráveis. No andar de cima desse prostíbulo de luxo, a situação era bem diferente, as paredes eram todas manchadas de sangue e o local, segundo a médium, parecia um açougue, com seres arrancando pedaços dos corpos de outros, e coisas afins, onde a vampirização atingia níveis medonhos.
Havia uma sala no porão (sempre tem um porão!) onde eram feitos os abortos, pois era comum as 'moças' engravidarem dos clientes e assim que tiravam os fetos, os que ainda estivessem vivos, eram mortos na hora. Havia uma entidade desencarnada que controlava o local, à qual eu apaguei a mente. Esta entidade controlava a esposa do consulente que, em desdobramento inconsciente, 'dirigia' o prostíbulo. Após eu ter apagado a mente do ser que controlava tudo ela ficou no ambiente desdobrada e como se tivesse acordado de um transe. Apagamos sua memória desses fatos e a enviamos de volta ao corpo. Todos os seres que se encontravam no prostíbulo foram recolhidos e o local foi destruído.
O corpo do consulente e do seu filho estavam cheios de um tipo de gelatina grudada, algo que parecia uma medusa, onde os finos tentáculos penetravam no corpo astral deles. No consulente estas medusas estavam já se infiltrando nos pulmões dele. Foi muito trabalhoso retirá-las mas solicitei a todos que enviassêmos energia conjuntamente a fim de elevar o padrão vibratório deles a fim de facilitar a retirada, o que funcionou.
A casa do consulente estava muito 'suja' energeticamente e foi recomendado que ele a lavasse por 12 sextas-feiras com anil, e depois que varesse as paredes com uma 'vassoura verde', uma vassoura feita com galhos de plantas, e tbm que fizesse o evangelho no lar. A melhora definitiva somente com a evangelização.


Gelson Celistre

sábado, 26 de junho de 2010

Espíritas após a morte

     Estávamos terminando nossa reunião quando pedi aos médiuns que averiguassem um sonho que tivera alguns dias antes. No sonho eu tive a impressão de que alguns membros do grupo 'morriam'.
Acabamos descobrindo que não era nada demais, estávamos todos trabalhando num resgate durante o sono físico e já estava amanhecendo. Fomos voltando aos nossos corpos e como fui o último a voltar, a impressão que passou para o meu cérebro físico era de que eles estavam morrendo, pq eu os via desaparecer e as idéias se embaralharam. Tinha algo a ver com uma tragédia coletiva pois havia muitos escombros e pessoas desesperadas correndo de um lado a outro com as mãos na cabeça. 

Imagem do filme Nosso Lar
        Conversávamos sobre esse assunto quando uma das médiuns 'escutou' algum espírito lhe dizendo algumas frases, num tom um tanto austero, que contrasta com o clima descontraído com que trabalhamos. A entidade começou dizendo que deveríamos saber que trabalhávamos desdobrados pq havíamos nos oferecido, disse tbm que estávamos perdendo tempo com conversas ao invés de trabalhar, e começou a nos dar um 'sermão'. Disse que eu tinha que ser mais rígido com os médiuns, que devia instituir regras e as afixar nas paredes, reclamou que eles não liam as obras básicas de Kardec, e por aí vai.
     Os outros médiuns perceberam que, pelo tom, não se tratava de alguma entidade 'das nossas' e resolvemos conferir, permitindo ao cidadão que se manifestasse pela psicofonia de uma das médiuns.
Conversando com a criatura, descobrimos que ele era espírita quando vivo. Era barbeiro por profissão em Goiás e tbm era presidente de um centro espírita. Morreu em 1932. Atualmente ele estava 'doutrinando' outros seres numa região umbralina.
     Nosso amigo acreditava que estava em 'missão' no umbral pois morrera e foi parar lá, em meio a criaturas esquisitas e, como em sua mente ele era melhor que os demais por ser espirita e dirigente de centro, só poderia estar ali em missão para salvar aqueles pobres diabos. Após trocarmos algumas idéias, pedi a ele que lembrasse de algum dos médiuns do centro onde ele era o dirigente e ele disse que lembrou de um chamado Antônio Castilho, que ele considerava bom. Trouxemos esse espírito e pedi que ele o observasse e me dissesse como o via. Ele disse que via o médium remoçado, apesar de ter morrido meio velho. Perguntei quantos anos ele tinha quando faleceu em 1932 e o espírito disse que contava 74 anos na ocasião. Coloquei então um espelho para ele se ver, e ele próprio disse que parecia até mais velho do que quando morreu.
     Expliquei-lhe algumas coisas, ele foi resgatado, e tbm vários outros espíritas que estavam com ele na tal caverna. Lá de fato ele doutrinava alguns seres, mas eram todos manipulados por uma mente mais poderosa, que logo tratou de enviar a nós um ser de baixa vibração, para o qual nem demos muita atenção pois logo a equipe providenciou a incorporação do espírito que dirigia os demais.
Este chegou com ares de pompa, alardeando ameaças e o de sempre. Disse que dominava eles pelo 'medo' e que fazia isso há muito tempo.
     Conversando com ele, perguntei-lhe como ele se sentiria quando todo o medo que ele estava gerando se voltasse contra ele e o fiz sentir um pouco desse medo. Embora eu use um tom coloquial nessas conversas com estes seres, minhas palavras são comandos mentais e enquanto eu falava, direcionava para ele a energia que de medo que ele gerara. Logo em seguida ele ficou paralisado pois a quantidade de energia negativa que retornou a ele foi muito grande e a equipe espiritual o levou.
     A sintonia com este confrade espírita se deu por conta de uma das médiuns, a que o escutou, estar lendo o livro "Os dragões - o diamante no lodo não deixa de ser diamante", da D. Modesta, e estava meio impressionada com a questão dos capelinos reencarnados no seio do espiritismo.
     Muitos espíritas se equivocam acreditando que o conhecimento da doutrina espírita os situa em melhor patamar espiritual do que os demais seres humanos, mas a grande maioria sofre amargamente ao se deparar consigo mesmo no astral após a morte do corpo físico.
Só o que nos garante uma situação um pouco melhor no outro lado é a situação do nosso coração, o quanto conseguimos nos melhorar no trato com os demais, o que realmente fizemos de bom pelo outro e não apenas por nós mesmos.

Gelson Celistre.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Fobias

     Atendimento de uma mulher, médium ativa num centro espirita da capital há cerca de nove anos, com claustrofobia, farmacofobia e sindrome do pânico. Teve uma forte crise de pânico há alguns anos, época em que fez tratamento médico e espiritual. No centro espírita onde procurou auxílio disseram que ela tinha mediunidade e que precisava trabalhar, tendo ela frequentado o local desde então. Afirmou ter melhorado um pouco da síndrome do pânico, mas não totalmente.


     A primeira sintonia captada foi da consulente em desdobramento vivendo uma situação angustiante e aflitiva de uma vida passada sua, naquela ocasião ela estava em estado de coma, queria se expressar mas seu corpo não obedecia, entretanto, sua mente estava totalmente lúcida. Viveu momentos de extremo pavor nessa situação até entrar em óbito. Nessa situação ela estava sendo vigiada pelo médico que provavelmente a induziu ao estado de coma naquela existência, pq ela o havia denunciado por práticas ilegais e ele se vingara. Essa ressonância despertava nela a síndrome do pânico.
     Outra ressonância captada foi de uma vida passada em que ela era enfermeira em outro hospital e intencionalmente derrubou várias prateleiras com vidros de remédios e drogas, tendo ficado toda cortada e ensanguentada. O médico responsável por aqueles medicamentos, que provavelmente eram utilizados em alguma pesquisa anti-ética, a levou para um porão e a deixou morrer lá, sangrando, com os ratos lhe comendo a carne e os insetos lambendo seu sangue. Essa ressonância era responsável pela claustrofobia e a farmacofobia.
     Mas a consulente nessa vida onde acabou ficando em coma tbm era médica e tbm fazia
experimentos macabros com os pacientes da instituição onde trabalhava, um manicômio. Pelas
práticas que utilizavam, como a 'sangria' e retirar partes do cérebro de uma pessoa e injetar na cabeça
de outra com uma enorme seringa, deve ser coisa de mais de um século atrás. 
     Além dos inúmeros pacientes que ainda se encontravam lá, tanto desencarnados como encarnados em desdobramento, havia um porão com uma quantidade imensa de fetos abortados, pois as pacientes mulheres eram frequentemente violadas sexualmente e engravidavam. Os restos dos abortos eram jogados no porão da instituição.
     Encontramos no porão do manicômio um altar de sacrifícios e ligado ao manicômio inteiro e estava um ser híbrido 'feminino', com os membros inferiores de animal, com patas, e a parte superior de uma mulher, mas meio disforme e 'esfarrapada'. Era o ser a quem eram ofertados os sacrifícios humanos feitos pelo tal médico. Este ser era o mentor da situação e se alimentava das energias envolvidas nesse processo, dos desencarnados e dos encarnados, como a consulente, que tinham ligação cármica com essa situação.
     Descobrimos ligado aos fetos do porão um homem (desencarnado) alto e magro, sentado numa cadeira forrada com veludo vermelho, de espaldar alto, vestindo uma capa preta.  Este ser era o elo de contato do outro ser com uma grande quantidade de clínicas clandestinas onde se fazem abortos atualmente, em várias partes do planeta, e que em cada uma delas ele tinha um espírito 'recolhendo' os fetos abortados e os depositando no porão do manicômio.
     Estes fetos recebiam uma forte doutrinação negativa, lhes instigando o ódio e de alguma maneira associando esse ódio à cultura ocidental, pois vimos que eles eram encaminhados por esta organização trevosa para o oriente médio, para renascer nos países de religião islâmica onde impera o radicalismo religioso, a fim de serem mais facilmente arregimentados por facções terroristas. Seguimos a 'trilha' energética dos fetos para o oriente e o médium se deparou com uma enorme cortina de fogo isolando o local. Conversando com a equipe espiritual lhe informaram que já havia outros grupos trabalhando naquela região e que não era necessário que fôssemos até lá por ora.
     Os fetos foram recolhidos e ficaram em tratamento em nosso posto no astral. O ser da cadeira colaborou enviando ordem aos seus asseclas para abandonarem as clínicas, para obter uma espécie de 'redução da pena'. Após resgatarmos todos os fetos e os enfermos, a própria equipe espiritual apagou a mente daquele ser híbrido e o levaram.
      Os médiuns perceberam pensamentos negativos com a consulente enquanto estávamos se desdobrava o atendimento, coisas como: 'isso é uma bobagem', 'vc veio aqui para se tratar e estão falando que vc só fez o mal no passado', etc. A impressão que tinham é que havia 'outra' pessoa igual a consulente dentro dela, uma espécie de irmã gêmea. Desdobrei ela e um dos médiuns viu o do 'fio de prata' que unia os corpos físico e astral da consulente. Entre os corpos, dentro do cordão de prata, parecia haver uma 'bola'. Retirei então o conteúdo do cordão e coloquei ao lado da consulente, a impressão era de ser um amontoado de carne com chumaços de cabelo. Essa coisa na vedade era um ovóide que 'habitava' o interior da consulente. 
     Em uma vida passada seriam irmãos gêmeos mas esse espírito não 'vingou' e se grudou à consulente, tendo já por mais de uma vez 'nascido' com ela nesse estado de parasitismo. Era apenas uma mente sem corpo, mas com uma emissão muito negativa. Ele acreditava que por ela fazer experiências com fetos naquela existência ele acabaria 'nascendo'.
Efetuamos a limpeza de praxe na residência da consulente e resolvermos averiguar a situação do centro onde ela 'trabalha' mediunicamente, onde inclusive atuam com apometria, embora segundo ela ultimamente não muito coordenadamente devido à saída de uma das pessoas que coordenava esse trabalho lá. Vimos que o a contra-parte etérica do centro, na dimensão astral, estava situada em região densa do umbral.
     Muitos médiuns da casa se afinizaram com entidades de baixa frequência e esta sintonia estava mantendo o centro preso nas regiões inferiores. Os trabalhadores do centro no astral estavam como que ilhados dentro da casa e cercados por entidades animalescas e horrendas, querendo insistentemente invadir o local e tomar conta de vez do centro. Nos disseram que seria preciso muita energia para socorrer esse posto e então resolvi fazer uma experiência. Já tinha em outra ocasião reunido as energias dos meus leitores e de pessoas que já atendemos para ajudar num resgate e resolvi fazer o mesmo. Sem dizer aos médiuns o que iria fazer, apenas pedi que me observassem para ver o que aconteceria.
     Mentalmente solicitei a todos as pessoas que lêem meus escritos e a todos os que atendemos em nosso grupo uma doação de energia. Não sei precisar quantos atenderam ao meu apelo, mas a energia que surgiu foi suficiente para fazermos o centro espírita que a consulente frequenta 'subir' e se situar novamente na crosta, ao 'nível' do centro físico. As entidades ligadas aos médiuns invigilantes urravam como animais tentando segurar o centro e impedir que ele deixasse seus domínios.
     Temos constatado que a grande maioria dos casos de fobias e síndromes estão associadas a ressonâncias com vidas passadas onde existem muitos espíritos vivendo em sofrimento e não apenas a eventos traumáticos pelos quais a pessoa passou em outras vidas. No caso em tela, de nada adiantaria apenas identificar a situação do 'coma' por exemplo, se não tivessem sido resgatados os seres ligados ao manicômio como um todo. A consulente estava ligada a frequências de duas vidas (ou mais) passadas onde se envolveu com experiências médicas anti-éticas e seus atos do passado ecoavam em seu psiquismo na vida atual.
     Apesar de 'trabalhar' mediunicamente por quase dez anos segundo ela, a situação 'astral' dela parece ter tido pouca melhora nesse tempo todo, talvez por não ter feito o 'trabalho' realmente com amor e dedicação. Entretanto, acabou logrando a possibilidade de um auxílio mais 'contundente', não sabemos se por merecimento próprio ou se por merecimento dos demais seres envolvidos nessa situação.

Gelson Celistre.

domingo, 20 de junho de 2010

O bordel de Dinorah

A consulente, uma mulher de 44 anos, terminou um relacionamento há uns dois anos e não consegue esquecer o parceiro, diz que começa a pensar nele 'do nada' durante o dia e acorda às vezes à noite pensando nele; diz que tem tido casos de suores noturnos, quando acorda completamente molhada, chegando a encharcar a roupa de cama.
Inicialmente identificamos um espírito feminino com ela, a mulher dizia que estava "com o homem" (o ex-namorado) mas que quando ele e a consulente passaram a namorar ela 'resolveu' ficar com ela, pois disse que ele era muito "chato".  Conversamos com este ser e por fim acabamos descobrindo a ligaçao do trio no passado.
Ambas eram prostitutas, a consulente e esta outra mulher desencarnada que atualmente a obsidiava, que vamos chamar de Dinorah, apesar de já ser meio veterana tinha um cliente muito bom e que lhe pagava muito bem por seus servi;os. Ocorre que a consulente, sendo mais jovem e com mais atributos, acabou "roubando" o cliente de Dinorah. O cliente é o ex-namorado da consulente e o motivo de Dinorah ter ficado com ela foi para se vingar pelo ocorrido nessa vida passada onde ambas eram prostitutas.
O bordel de Dinorah ainda existe no astral e o ex-namorado da consulente ainda é freguês assíduo. Locais como esse são comuns nas regiões umbralinas e aqui mesmo na crosta terrestre pois a maioria de nós ainda não consegue dominar suas paixões e o sexo é um atrativo muito forte. Nesses locais ocorrem processos de vampirização e entidades malignas por vezes aproveitam a frequência de suas vítimas a esses locais para efetuar implantes de chips e outras engenhocas com finalidades menos nobres.
Conversamos com Dinorah e a convidamos a abandonar essa vida luxuriosa pois ela não nos pareceu obstinadamente má, apenas meio perdida e ignorante.
Dinorah é uma mulher alegre e descontraída e sua maior preocupação não era com o destino da consulente, o que demonstra que não lhe tinha um sentimento forte de ódio, mas sim em saber se no local para onde iria, caso aceitasse nossa oferta, ela poderia fazer sexo. Oferecemos às outras "moças"do bordel a mesma opção e a preocupação de todas era a mesma, se lá poderiam fazer sexo. São espíritos viciados em sexo e "vivem"unicamente para satisfazer esse desejo. Apenas quatro colegas de Dinorah aceitaram nossa ajuda, por eu ter lhes dito que lá tbm poderiam manter relações com outros espíritos, com moderação e não da mesma maneira como estavam habituadas a fazer. Após "desincorporar"da médium Dinorah gritou para as que ficaram: "- Lá a gente tbm pode 'fazer'...".
Dinorah enquanto estava com a consulente a levava para o bordel a fim de fazê-la se encontrar com o ex-namorado (em desdobramento). Os suores noturnos que a consulente tinha eram pq ela sentia a presença da ex-colega e sabia que ela o levaria para encontros sexuais com o 'ex' e não queria isso. A força que ela fazia para não deixar o corpo físico era tão grande que lhe provocava suor.
A mediunidade intuitiva provoca algumas situações interessantes às vezes. As médiuns nada mais 'viam' mas eu sabia que havia uma bruxa com a consulente. Perguntei a elas qual iria receber a bruxa que estava junto com a consulente e me questionaram como eu sabia que tinha alguma bruxa com ela, já que ninguém a estava captando. A resposta é complicada pq vc apenas sabe.
Pedi que se concentrassem na consulente para tentar captar a tal bruxa e logo uma das médiuns incorporou a visitante oculta. Em uma existência remota, a consulente era assistente dessa bruxa, era uma  aprendiz de feticeira, e atualmente ainda a assistia em desdobramento. Fora ela quem providenciara o reencontro da consulente com seu antigo cliente e com sua ex-colega de bordel, a fim de conseguir acessá-la e lhe subtrair as energias vitais.
Naquela vida a consulente arrependeu-se das atividades vis e criminosas perpetradas por sua mestra feiticeira, que fazia feitiços para todas as finalidades, mortes, vinganças, etc., e a denunciou às autoridades da vila. A velha bruxa foi apedrejada até a morte, tendo ficado inclusive com o rosto desfigurado, sem parte da face esquerda. Era um ser entronizado no mal, consciente das consequências de seus atos e não quiz saber de mudar seus hábitos. Efetuamos uma breve incursão no local onde ela habita, libertamos e resgatamos vários seres que ela mantinha escravizados, e a deixamos ir embora.
A consulente deve melhorar pq era através da sua colega de prostíbulo que a bruxa conseguia lhe acessar e essa foi resgatada. O bordel de Dinorah ainda existe e é provável que seu ex-namorado ainda vá lá em desdobramento, mas sem a intermediação de Dinorah não conseguirá se 'encontrar' com a consulente pois ela no íntimo não o quer. A sua antiga patroa, a bruxa, está livre mas deve deixar a consulente em paz pois perdeu seu elo de ligação (Dinorah) e estava com medo que nossa ação sobre ela fosse mais coercitiva e que a prendêssemos. Mas vai depender tbm dos pensamentos da consulente e de seus sentimentos.
Abraço.

Gelson Celistre.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O entendimento

Muitas pessoas nos procuram afirmando que querem 'entender' pq passarm por determinadas situações em suas vidas, geralmente pq no íntimo se sentem injustiçadas pela vida. Para quem não tem um conhecimento bem claro sobre reencarnação realmente fica difícil de encontrar explicação para certas coisas pelas quais passa em sua existência. É comum tbm observarmos o constrangimento dos consulentes quando os médiuns começam a ver o que a pessoa já fez no passado, ou quando algum deles incorpora um ser que conviveu com o consulente em vida pretérita e descreve alguma atrocidade cometida ou uma ação menos nobre.
É interessante como em alguns casos as ações cometidas em vidas passadas, agora retornando a nós por conta da lei do retorno, se mostram com uma justeza límpida, quase como se os sofrimentos da vida atual fossem um reflexo dos sofrimentos inflingidos por nós a outros no passado. No atendimento que passo a relatar, tivemos um situação dessas.
Mulher, 53 anos, com fortes dores nas articulações, diagnóstico médico de um tipo de artrite/reumatismo mais comum em homens segundo o médico a informara, separada há 7 anos, três filhas, o problema surgiu depois da separação. Observemos que o fato 'separação', analisado dentro do conjunto de fatos da vida da consulente, já nos dá uma idéia no estado emocional da consulente. Embora afirmando que não tinha nenhuma mágoa do marido que a largou, nosso conhecimento da natureza humana nos dizia que no íntimo ainda havia muitos sentimentos negativos associados a esse fato, o que inclusive depois foi percebido pelos médiuns tbm. A consulente queria 'entender' o pq dessa situação que teve que passar na sua vida (separação conjugal), o pq de ter essa doença que lhe causa tantas dores (doença) e tbm o pq de ter uma irmã que a 'odeia', declaradamente (relacionamento familiar). Resumindo estes eram os três 'problemas' que a atormentavam.

Logo que sintonziram com a consulente, depois dela relatar os problemas que queria 'entender', a irmã (que é viva) se manifestou em desdobramento (inconsciente), incorporada em uma das médiuns, e afirmou que estava muito feliz, se sentindo realizada pela irmã estar sofrendo e 'sozinha'. Relatou que em vida passada ambas já foram irmãs e que a consulente, que já era casada, tinha muito ciúmes de seu marido, e cismou que ela (a irmã) tinha algum envolvimento com seu marido. Para resolver a situação a consulente, naquela vida, matou a própria irmã. Para que ninguém descobrisse seu crime, ela simulou o suicídio da irmã. Pegou um revólver e colocou na mão da irmã que, quando foi encontrada morta com um tiro na cabeça, ela ainda disse a todos que ela se matara por estar apaixonada por seu marido. Esse fato explica o ódio da irmã por ela. Já foi descoberta a causa de um dos problemas, o relacionamento familiar. O tratamento neste caso foi apagarmos a memória inconsciente ativa da irmã da consulente e devolvê-la ao seu corpo, pois não temos como evitar que uma não goste da outra. Se nem o destino, fazendo-as nascer como irmãs novamente, conseguiu amenizar os sentimentos entre ambas, não vai ser num estalo de dedos que conseguiremos. Um pouco é amenizado pq o estímulo emocional que vinha do 'passado' desaparece, mas o sentimento dificilmente irá sumir assim de repente. Só o amor, o perdão, a paciência, etc., resolvem essas questões.
Depois dessa, foi a vez de uma moça, essa desencarnada, incorporar se manifestando com dificuldade. Ela nos contou que numa vida anterior ela estudava em um internato onde a consulente, uma freira, era e a encarregada pelo local. Segundo a moça, a consulente não levava muito a sério seus votos de castidade e era apaixonada pelo padre que, a cada dois meses aproximadamente, ia até o local para tomar as confissões das moças e das religiosas que ali viviam e trabalhavam. Entretanto, o padre não cedeu às tentativas de sedução da consulente e esta, enraivecida e enciumada, imaginou que o padre devia estar 'envolvido' com alguma das moças e por isso a rejeitava.
Ela passou então a interrogar as moças, cada vez com mais rigidez, sobre um possível envolvimento com o padre, chegando ao cúmulo de quebar-lhes as articulações com golpes de martelo. Ante a perspectiva de ser denunciada por alguma delas, disse que mataria as meninas menores e como muitas moças tinham irmãs menores, que tbm estudavam nesse internato e já tendo a consulente inclusive assassinado uma delas para mostrar a uma das moças que não estava de brincadeira, todas se calavam e sofriam silenciosamente as sessões de tortura. Joelhos e tornozelos quebrados eram tidos à conta de quedas nas escadas, dedos e mãos quebradas a acidentes, etc. A situação parece absurda e inclusive questionei a moça que estava comentando o caso, bem como o tal padre que tbm se manifestou depois da moça e ele tbm disse nem desconfiar desses 'maus tratos' por parte da freira sua admiradora.
Bem, a consulente não conseguiu seduzir o padre e para se vingar dele, suicidou-se por enforcamento, simulando que havia sido morta pelo tal padre, que acabou sendo acusado pelo crime e sentenciado à prisão. Na dimensão astral ainda existia o tal internato e segundo as moças que resgatamos de lá nos informaram, a consulente costumava se desdobrar e ir lá perturbá-las ainda. Efetuamos o resgate das moças, cerca de 50, do padre, e destruímos o local. Mais um 'problema' desvendado, a doença. Devido aos atos de tortura que cometeu quebrando as articulações das moças com um martelo e as torturando inclusive psicologicamente, além do assassinato de uma das meninas, o retorno cármico das ações dela do passado a predispuseram a essa manifestação infecciosa nas juntas (artrite/reumatismo). Além é claro de estar em ressonância com os espíritos que habitavam o internato e que sofriam com essas mesmas dores, provocadas outrora por ela mesma.
Mas isso não foi tudo, ainda estava faltando o terceiro 'problema' a ser desvendado, a separação judicial. Desdobramos a consulente e pedimos que os médiuns observassem se havia algo no corpo astral dela e eles viram algo semelhantes a 'placas' entre as articulações do corpo da consulente. Verificando quem havia colocado esses objetos, descobrimos um ex-marido da consulente, de outra vida, e a queixa dele é que ela o abandonou para fugir com um 'pobretão', deixando-o sozinho para criar as três filhas que eles tinham. Disse que fazia tudo por ela, a cobriu de jóias, mas que mesmo assim ela o traiu vergonhosamente e fugiu com um miserável. Aí está a causa do terceiro problema, separaçaõ conjugal, no passado abandonou o marido com três filhas, agora foi abandonada com três filhas tbm.
Esse cidadão disse que essa existência onde ela o abandonou foi há cerca de 150 anos e que ele teve umas cinco encarnações depois disso até os dias atuais. Disse que 'encontrou' as moças e resolveu 'ajudá-las' a se vingar da ex-mulher. Numa delas segundo ele morreu ainda criança. Aproveitamos o estado de ânimo dele e nos oferecemos para localizar seus pais daquela existência (já estavam ali segundo os médiuns quando propus isso a ele) para ele 'ir' com alguém que o amava, ele aceitou prontamente e lembrou inclusive que em outra vida, eles haviam sido seus filhos. Retiramos os 'implantes', as placas, que ele tinha colocado nela e destruímos. Tbm fomos na casa dela e efetuamos uma limpeza energética.
Uma das médiuns percebeu que havia alguma coisa relacionada com 'macumba' e questionamos a consulente se ela já hvia frequentado algum 'terreiro', ao que ela negou, entretanto, instigada por nós, 'puxando' pela memória, ela lembrou que uma de suas filhas quando criança tivera uma doença que os médicos não conseguiam diagnosticar e ela, no desespero, foi levada por uma pessoa num local 'desses', onde acabou pagando um trabalho (envolvia sangue, morte de animal) para sua filha melhorar, uma 'troca de vida' como eles chamam. Descobrimos que foi nesse ocasião que ela foi 'ligada' com o internato, provavelmente pelo ex-marido, que era quem tinha algum conhecimento mais 'sinistro', potencializando as energias associadas ao internato para provocar o sofrimento da consulente.
As dores devem amenizar, mas o quanto deve ser proporcional ao que ela fez as moças sofrerem e do quanto já 'resgatou' desse karma. A consulente queria 'entender' os motivos de seu sofrimento e acabou descobrindo as causas, entretanto, o 'saber' apenas não resolve os problemas, é preciso que haja a consequente conscientização e a reforma íntima da pessoa, pois é preciso que nós nos modifiquemos. Muitas das situações aflitivas pelas quais passamos não tem uma solução, temos apenas que aceitar.
Abraço.

Gelson Celistre

sábado, 5 de junho de 2010

Cosméticos

     A médium incorporou um espírito que não conseguia falar, outra médium viu que era uma menina e que esta tinha a boca 'costurada'. Retiramos a 'costura' e conversamos com ela, que estava muito apavorada pq o 'tio' dela estava ali e ela ia machucá-la. Acalmamos a menina e pedimos que nos contasse o que houve e ela então revelou que havia visto seu tio fazer coisas erradas e para ela não revelar o que ele fazia ele costurou sua boca. Na realidade ela já estava morta mas não havia se apercebido da situação.


     O que ela viu o tio fazer foi matar algumas mulheres. Ele era perturbado, louco mesmo, um psicopata que matava as mulheres e lhes esfolava, retirava a pele delas. Havia várias vítimas dele presas numa região umbralina, mulheres com partes do corpo em 'carne viva', faltando enormes pedaços de sua pele. Elas apenas choravam sentados uma ao lado da outra. Efetuamos o resgate desses seres e incorporamos  o 'tio' numa das médiuns, mas não havia condições de dialogar com a criatura, ele dizia que eles 'pediam' a ele para matá-las, que pediam para que ele 'acabasse com o sofrimento delas', era tão doido que acreditava que as estava libertando.
     Mas junto dele havia uma mulher, uma criatura tenebrosa e que era quem o 'inspirava'. Incorporada em uma das médiuns, conversamos. Descobrimos que esta criatura fazia experiências com a 'pele' que era retirada das mulheres e estava ligada a uma extensa rede de laboratórios no astral, com fortes conexões com laboratórios no plano físico.
     Ela tentava nos convencer que suas experiências estavam beneficiando as mulheres encarnadas pois através de suas pesquisas eram desenvolvidos produtos 'rejuvenescedores', como cremes e pomadas, que tornavam as mulheres mais 'bonitas' e sem ostentar os anos que realmente possuíam. Foi revelado a uma das médiuns que na fórmula desses cremes 'rejuvenescedores' na realidade são introduzidos elementos que irão provocar a médio e longo prazo o câncer.
     Ela tentava ridiculamente nos convencer a não 'revelar' essa informação ao público pq seríamos ridicularizados, que ninguém acreditaria em tal coisa, pois não tínhamos como provar. Concordei com ela nesse ponto, mas aproveitando a conexão dela com os dermatologistas e cientistas destes laboratórios de cosméticos, fiz com que ela emitisse a eles a ordem de modificar as fórmulas dos produtos, retirando os elementos nocivos e adicionando elementos que evitassem o câncer (a médium 'ouviu' ela se referir a 'titanio zero', mas não soube precisar se era para induzir ou tratar o câncer, pesquisando na internet descobrimos que o dióxido de titânio é muito utilizado em cosméticos, em nano partículas é muito utilizado em filtros solares). Após ela 'reordenar' as idéias dos cientistas encarnados ligados a ela, apagamos sua mente e a deixamos aos cuidados da equipe espiritual.


Gelson Celistre.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Reabilitação de dependentes químicos

Uma das médiuns sintonizou com um espírito caído no chão e que lhe pareceu um 'drogado' em crise. Ela identificou o rapaz como sendo o filho de uma colega de trabalho, em desdobramento inconsciente, que está em tratamento num "centro de recuperação para drogadependentes e alcoolistas', situado numa cidade próxima.
Ao invés de atender esse espírito resolvi verificar com a equipe espiritual que trabalha na 'comunidade terapêutica' onde ele está internado, a fim de saber se eles precisariam de alguma assistência ou ajuda no caso desse rapaz ou de algum outro.
Os médiuns desdobrados foram até o 'astral' da casa e lá viram um grupo de espíritos que dava suporte à tal institução no tratamento dos 'drogadependentes'. Logo que sintonizaram com o local já se manifestou pela psicofonia de uma das médiuns uma entidade debochada e zombeteira, querendo saber o que eu queria lá. Disse ele, entre outras baboseiras, que o 'trabalho' dele era manter os drogados lá (no local de tratamento).
Fiz algumas perguntas à equipe espiritual do local para verificar como era feito, no âmbito da dimensão astral. o tratamento dos viciados.
Disseram que procuravam colocar perto deles seres que eles os faziam pensar ser de algum parente ou amigo, para confortá-los, mas segundo eles era difícil pq enquanto estavam ali não se drogavam mas que saíam do corpo (desdobramento inconsciente e durante o sono físico) e iam para 'outros locais' procurar a satisfação do vício, e que eles não podiam impedir.
Achei um absurdo eles permitirem isso e perguntei pq não impediam os viciados de sair em desdobramento e pedi aos médiuns para reatrearem a quem o ser que estava incorporado numa das médiuns estava ligado, quem era o 'supervisor' dele, pois percebi que alguma coisa estava errada. Logo que eu disse isso aos médiuns, elas perceberam que um dos membros daquela equipe de espíritos estava ligado a esse ser e que era uma pessoa encarnada em desdobramento, justamente um médico que atua no tratamento dos viciados.
Nesse momento o ser que estava se manifestando pela psicofonia da médium 'dissolveu-se', ou seja, e percebemos que não era um espírito, mas um 'artificial' (um ser criado por mentes poderosas, é como se fosse um robô, pode ser programado e até tem um certo grau de raciocínio). Pedi à médium que 'lembrasse' dele para captarmos a sua frequência e rastrear quem o criou. Outra médium já se viu numa região trevosa, em meio a um imenso 'lamaçal', e captamos o ser que comandava o 'esquema'.
Puxei ele para uma das médiuns e conversamos, enquanto as demais médiuns resgatavam os seres que estavam naquele local. Fomos informados pela equipe espiritual que este ser estava ligado a muitos locais de reabilitação, em todo o mundo, e então foi mostrado a uma das médiuns uma imagem em 3D do globo terrestre, girando, com vários pontos vermelhos piscando, nos locais ligados a este ser, eram trezentos e oitenta locais ao todo e quantidade de espíritos ligados a eles, tanto encarnados como desencarnados, era absurdamente grande, ultrapassando mais de um milhão. Esta organização trevosa administrava esses locais e monitorada os dependentes, a fim de lhes manter sob controle e sugando-lhe as energias e os utilizando como cobaias e massa de manobra para diversas finalidades menos nobres.
Nos disseram que nós apenas não teríamos energia suficente para efetuar o resgate dos seres envolvidos e a destruição das bases. Sugeriram que reuníssemos forças com outras pessoas e então efetuamos uma comando de ligação com outros membros do grupo que estavam ausentes e mentalizamos a ligação com todos os consulentes que já atendemos, todas as pessoas que já participaram dos meus cursos e tbm todos que lêem meus relatos pela internet, em meu grupo do yahoo e no blog de apometria e vidas passadas, pedindo a Deus que nos permitisse utilizar a energia dessas pessoas para efetuar o resgate.
Quando conseguimos reunir energia suficiente, foi mostrado à médium o mesmo globo 3D e os locais onde piscavam os pontos vermelhos foram todos explodindo. Se elevou então uma enorme bolha transparente com uma incomensurável massa de espíritos negros. A entidade que serviu de 'ponte' para a localização dos locais teve sua mente apagada e foi levada pelos guardiões.
O grupo de espíritos que trabalhava com a entidade de recuperação no astral era composto de espíritos pouco evoluídos, com boa vontade mas sem conhecimento, que acreditavam estar realmente ajudando os viciados, quando na verdade eram mantidos ali apenas como um elo de ligação com a grande organização malígna que atuava por trás deles. Mostramos a eles o médico desdobrado que deveria auxiliar os viciados e ficaram surpresos e sem entender a situação.
Solicitei à nossa equipe espiritual que deslocassem alguém para orientar o tal grupo e os ajudar, a fim de tentarmos conseguir com que a instituição funcionasse e fomos informados que seriam deslocados alguns trabalhadores para lá a fim de os orientar e organizar, mas que não poderiam permanecer por muito tempo com eles pq nosso grupo não possui trabalhadores disponíveis. A carência de mão-de-obra é constante nos postos de socorro, principalmente de trabalhadores especializados, em condições de enfrentar nossos irmãos trevosos. Encerramos esse atendimento rogando a Deus que inspire os corações de alguns espíritos, a afim de que apareçam mais voluntários dispostos a enfrentar as hostes do mal e auxiliar os espíritos socorristas.
Abraço.

Gelson Celistre.