terça-feira, 31 de julho de 2018

Despersonalização

     Conforme a Wikipédia: "Nas áreas da psiquiatria e da psicologia, a despersonalização é entendida como uma desordem dissociativa, caracterizada por experiências de sentimentos de irrealidade, de ruptura com a personalidade, processos amnésicos e apatia. Pode ser um sintoma de outras desordens como transtorno bipolartranstorno de personalidade borderlinedepressãoesquizofrenia, estresse pós-traumático e ataques de pânico. A despersonalização pode ainda surgir com o consumo de drogas, como Cannabis ou Ecstasy; mas há outras causas: esta pode desenvolver-se devido a uma exposição prolongada a estresse, mudanças repentinas no contexto pessoal, laboral ou social, entre outros factores. A despersonalização encontra-se intimamente relacionada com a ansiedade. Enquanto desordem isolada, é desencadeada pela vivência de uma situação traumática, como maus tratos (de natureza física ou psicológica), acidentes e desastres. Esta pode ainda despoletar-se no indivíduo se este atravessar um conflito interno insuportável: a mente passa por um processo inconsciente de dissociação - separa (dissocia) conhecimento, informações ou sentimentos incompatíveis ou inaceitáveis oriundos do pensamento (realidade) consciente. Foi descrita pela primeira vez pelo psiquiatra francês Ludovic Dugas."




     Recentemente atendemos um rapaz portador dessa doença e vimos em síntese que em vidas passadas ele foi muito egoísta e não respeitava as outas pessoas. Em uma dessas vidas ela foi um médico e trabalhava em um hospício. Entretanto, ao invés de tentar curar os pacientes ele os usava como cobaias para drogas que ele mesmo desenvolvia. A frequência estava aberta, ou seja, o hospício continuava a existir na dimensão astral com uma grande quantidade de espíritos ainda vivenciando aquela situação, inclusive o consulente, que estava desdobrado lá como médico. Ele era completamente indiferente a dor e ao estado de saúde dos pacientes, sua única preocupação era observar o efeito que as drogas produziam.
     Nesse tipo de situação, onde existe um bolsão de espíritos ao qual o consulente está ligado karmicamente, ele passa a sentir o que esses espíritos sentem. Imaginem então um hospício com centenas de pessoas com desordens mentais, todas essas mentes ligadas à mente do consulente. Acaba ocorrendo um conflito e a mente da pessoa, que não consegue se distinguir claramente das demais mentes, acaba perdendo sua própria identidade.
     Já atendemos uma outra pessoa com despersonalização e o que observamos em comum em quem tem esse tipo de desordem é um extremo egoísmo e psicopatia, são pessoas que aparentemente são incapazes de criar laços afetivos, de sentir amor ou qualquer outro sentimento positivo pelos demais, são antissociais e não sentem arrependimento ou remorso.
     Recolhemos os espíritos que estavam no hospício e destruímos o lugar, mas essa foi apenas uma das vidas onde o consulente agiu dessa forma, usando as pessoas a seu bel prazer sem nenhuma preocupação ética e ainda existem muitos espíritos aos quais ele está ligado, pois ele mesmo abre frequências de vidas passadas onde pode agir dessa forma, pois na vida atual ele não tem condições nem poder para fazer isso, mas como no seu íntimo ele sente necessidade ele procura no astral realizar o que aqui não pode fazer.
     Além dessa frequência havia outro que fechamos onde o consulente era um mago negro, um agente das trevas, e inclusive a atendimento dele foi oportuno pois ele estava participando no astral de um concílio de magos das trevas. No dia do atendimento havia 27 magos reunidos num local do astral para o concílio e ainda faltava a presença de três, que eram os "maiorais", os líderes, e levou ainda uma semana para que eles chegassem. Nossa equipe no astral aguardou a chegada deles e prendeu os 30 magos das trevas, além de seus asseclas.
     Já havíamos atendido uma moça com despersonalização e o tipo de personalidade era bastante semelhante ao desse rapaz, embora ela fosse bem mais "poderosa" nas trevas do que ele.

A bruxa Sarah
     Esse tipo de desordem mental costuma ocorrer em pessoas que em vidas passadas tiveram muito poder e foram muito más, tratando seus semelhantes com total desprezo e de forma desumana. Na vida atual são obsidiados por centenas de espíritos e a situação se agrava porque em desdobramento ainda continuam a fazer mal a outros espíritos, o que gera um efeito de espelhamento e o que fazem no astral repercute em seu corpo físico, além de já terem nascido com alguma anomalia em função do karma que geraram no passado. 
      Fizemos o que foi possível mas em razão do consulente se desdobrar constantemente e abrir outras frequências dificilmente vai haver alguma melhora significativa. Ninguém consegue fugir de seu karma, quando uma energia kármica está sendo resgatada a melhora só ocorre quando a totalidade dessa energia é esgotada.

Gelson Celistre
     
      

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Karma e evolução


                No relato anterior Lendas de Vampiros fomos questionados sobre como ficaria a situação do ser que enviamos de volta ao planeta dele em razão do karma que ele gerou aqui por aparentemente ter apenas retornado ao seu planeta de origem sem consequências. Inicialmente vale ressaltar que tudo é energia e quando geramos um karma, seja em que planeta for, estamos gerando um karma numa determinada faixa de frequência e não necessariamente temos que resgatá-lo no planeta onde ele foi gerado. Imaginemos uma situação onde um ser muito poderoso destrói um planeta inteiro, coisa de que já tivemos notícia. Como ele resgataria seu karma nesse planeta se ele já não existe mais?


                No processo normal de evolução a consciência para chegar no estágio humano, depois de ter passado pelos reinos mineral, vegetal e animal, retira do planeta onde está a energia para criação do seu corpo astral. Essa consciência após concluir o ciclo humano com sucesso, ou seja, quando atingir um nível de evolução que a permita ascender ao próximo nível, devolve ao planeta essa energia. Mas esse processo é demorado porque no decorrer de nossas inúmeras existências essa energia fica poluída pelo nosso karma, nossas más ações deturpam a qualidade dessa energia. À medida que vamos nos tornando melhores vamos nos purificando até o ponto dessa energia poder se absorvida de volta pelo planeta e aí ocorre o que chamamos de “segunda morte”, quando o nosso corpo astral “morre” e passamos para o nível evolutivo superior, que é o mental. O karma é um limitante de nossa evolução então não podemos passar para um nível superior sem resgatar o que temos de karma no nível atual.
                Mas é possível também perder o corpo astral por degradação, conforme nos diz a décima primeira lei da apometria, a Lei da Atração Telúrica. Nesse caso espíritos das trevas com grande poder mental e conhecimento, conseguem evitar a reencarnação, o que vai provocando a degradação de seu corpo astral, até que eles o percam totalmente. Porém, como a energia devolvida ao planeta está “poluída” eles ficam presos ao planeta e não conseguem sair para outros orbes, nem passar para o nível superior que é o mental. Esse tipo de ser é muito perigoso, geralmente são magos negros, pois apesar de não possuir corpo astral eles já têm desenvolvido o corpo mental superior, que se assemelha a uma nuvem negra, e conseguem se locomover, além de criar corpos artificiais quando necessitam. É diferente de um espírito inferior, que ainda não desenvolveu o corpo mental superior, e que por alguma razão perde seu corpo astral por degradação. Nesse caso o espírito vira um “ovoide”, sua consciência fica presa numa espécie de ovo ou larva e ele não consegue se locomover. São muito usados em obsessões, sendo grudados em pessoas encarnadas, passando a agir como um parasita que além de sugar sua energia ainda te contaminam com sua péssima energia e pensamentos negativos.
                Então não é obrigatório que o karma gerado num determinado planeta seja resgatado nele, mas enquanto essa energia kármica que o espírito absorveu não for “limpa”, ele fica impedido de ascender a um plano superior. Em muitos casos nós exilamos seres das trevas, os enviamos para planetas mais primitivos numa condição evolutiva inferior, ou em outros casos apenas vão para prisões. O karma apesar de ter sido gerado aqui vai ser resgatado em outro planeta, com uma energia igual ou pior do que a desse planeta. Um caso clássico desse tipo de situação e que temos na literatura espírita é dos exilados de Capela, um grupo de espíritos que não estava à altura dos seus companheiros de jornada e foi enviado para a Terra como punição, pois o planeta deles era bem mais evoluído que o nosso.
                No caso específico do ser que devolvemos ao planeta de origem dele conforme o relato anterior Lendas de Vampiros, ele chegou aqui através de um portal interdimensional, já com seu conjunto de corpos completo, que não sabemos se é igual ao nosso (etérico, astral, mental, etc) e a energia kármica que ele gerou aqui interagiu com sua própria constituição. Na prática ele não vai conseguir evoluir enquanto não resgatar esse karma, e ele vai sofrer as consequências disso em seu planeta natal. Fomos até lá para verificar a situação dele e conversamos com o líder daquela civilização.
                Essa raça de seres da qual esse espírito faz parte tem uma organização tribal, semelhante aos Na’vi do filme Avatar, e estão prestes a entrar num novo ciclo evolutivo. Segundo nos informou seu líder a destruição do planeta deles vai ocorrer inevitavelmente e faz parte do seu processo natural de evolução. Mas para que isso ocorra todos eles precisam “morrer”, ou seja, devolver ao planeta a energia que utilizam para terem seus corpos. Eles têm que fazer um ritual coletivo onde sua consciência abandona seus corpos, que então são absorvidos pelo planeta e isso é imprescindível para que eles possam evoluir.
                Quando fizeram esse ritual deu um problema e a energia liberada foi tão grande que alterou a órbita do planeta, o afastando do sol de seu sistema planetário. Não foi só esse ser que veio para a Terra que fugiu de lá, mas vários outros também saíram do planeta se utilizando de portais e isto está interferindo no processo natural de evolução, pois é como se o planeta não pudesse evoluir com parte de sua energia fora dele, no caso os seres que abandonaram o planeta. Eles agora estão num processo de encontrar esses seres que fugiram e os levar de volta, numa tentativa de conseguir realizar sua ascensão. Nesse caso imagino que esses que saíram de lá como o que veio para a Terra, se o planeta evoluir eles nascerão lá numa forma de vida inferior.
                Quanto ao ser que devolvemos ele está preso, pois sofreu uma perturbação ao retornar e perdeu todo o controle de sua consciência, enlouqueceu. Ele se transforma o tempo todo descontroladamente em vários animais, conforme ele fazia aqui na Terra, e quer comer coisas que não tem lá, pois eles não se alimentam como nós. Se fizerem o tal ritual com sucesso a mente dele ao deixar o corpo vai se desintegrar ele vai começar a nova etapa evolutiva do planeta provavelmente no reino mais baixo, o mineral.

Gelson Celistre

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Lendas de vampiros

        Às vezes em nossos trabalhos de apometria nos deparamos com situações tão estranhas que ficção e realidade parecem se confundir. Neste relato o caso se parece muito com as lendas sobre vampiros, onde em livros ou filmes, como Drácula - de Bram Stoker, o legendário Conde Drácula tem o poder de se metamorfosear em animais, dentre eles um cão.

      
Drácula, de Bram Stoker (1992),
interpretado por Gary Oldman, direção de Francis Ford Coppola.

      A consulente assim como muitas pessoas que lêem meus relatos, busca encontrar seu caminho espiritual e nessa jornada já frequentou vários locais de várias vertentes, sem no entanto ter encontrado um lugar ou filosofia/religião que atenda seus anseios e onde sinta que aquele seja "o seu lugar".
     Vimos quer havia um espírito que a acompanhava e a induzia a frequentar esse locais e em cada um deles ele assumia uma forma condizente com as crenças dos organizadores do local e, se alguém no local tivesse vidência, o veria como um dos seres "mentores" da casa. Se era algo a ver com extra-terrestres ele se apresentava como um ET, se fosse da Grande Fraternidade Branca, como um dos pretensos mestres ascensionados das chamas coloridas ou do raio que o parta.
      A ligação deles era muito forte e os médiuns viram que esse ser a acompanhava há várias vidas. Rastreamos as vidas passadas dela até chegar na origem dessa relação, a primeira vida em que se conheceram, há muito tempo. 
      Nos deparamos com uma pequena aldeia numa região fria da Europa, um local com um inverno rigoroso, onde neva. Próximo a essa aldeia há uma cadeia de montanhas e numa delas, uma caverna muito interessante. Essa caverna, destoando do lado de fora da montanha onde a cor predominante da paisagem é o monocromático branco de neve, era aquecida e com uma iluminação muito bonita e aconchegante.
     Nessa caverna vivia um ser que não tinha forma humana e que não era da nossa dimensão, não tinha um corpo de carne como nós, e precisava disso para viver aqui e poder sair dessa caverna. Ele tinha um poder mental muito forte e começou a emitir mentalmente um chamado para que alguém da aldeia entrasse na caverna, até que isso ocorreu.
      Alguns aldeões entraram na caverna e lá dentro a voz que ouviam apenas em sua cabeça ecoava nas paredes, como se eles mesmos estivessem falando um com o outro. O ser por trás da voz os seduziu dizendo ser um deus e com promessas de riqueza caso lhe trouxessem animais como oferenda. Os aldeões gananciosos aceitaram a proposta e trouxeram vários cães para este ser, que conseguiu extrair desses animais seu fluído vital através do sangue.
     Logo ele se transformou num cão, assumiu a forma dos animais com os quais se alimentara, e já mais forte e com um corpo de carne nesta dimensão, conseguia irradiar com mais força seu poder mental. Com esse poder viu na mente dos aldeões que eles queriam ouro e riquezas e conseguiu isso para eles, transportando com seu poder essas coisas de outros locais (telecinesia). Os aldeões ficaram muito satisfeitos e logo o tal ser, agora em forma de cão, disse a eles que precisava que lhes trouxessem como oferenda seres humanos, para que ele pudesse adquirir a forma humana que ele já teria tido algum dia. Mas os aldeões ficaram com medo, a aldeia era pequena e todos se conheciam, e ao invés de sacrificarem seus pares ao tal cão, eles resolveram lacrar a entrada da caverna com o cão lá dentro.
     Passaram-se vários anos e as riquezas que aquele grupo de aldeões tinha recebido já havia sido toda gasta por eles. Alguns deles começaram a arquitetar um plano para voltar à caverna e oferecer ao cão o que ele queria, em troca de mais riqueza. O chefe dos aldeões, que foi quem decidiu prender o cão na caverna, era contra sacrificar humanos para ele mas os demais, amotinados, pretendiam prender sua filha e estuprá-la na frente dele,  e depois ir na caverna de qualquer jeito.
     Ele descobriu e mandou a filha se esconder nas montanhas, sendo que ela foi parar justamente na caverna onde vivia o tal ser em forma de cão. Ela não sabia do ocorrido pois nasceu depois do fato e seu pai nunca lhe contara nada. Com seu forte poder mental o ser fez ela mover algumas pedras de modo a poder entrar na parte da caverna onde ele estava e uma vez lá dentro, ele a seduziu e possuiu sexualmente, em forma de cão mesmo, e com a energia que conseguiu retirar dela, pôde sair da caverna e se dirigir até a aldeia, onde sugou o sangue de todos que ali habitavam, homens, mulheres e crianças.
     Com essa grande quantidade de sangue e fluído vital ele conseguiu metamorfosear seu corpo de cão em um ser humano. Voltou para a caverna e levou com ele a tal moça, que estava desacordada exausta, por conta da energia que o ser havia retirado dela. Quando ela acordou de nada se lembrava e se viu num grande castelo, sendo cortejada por um galante cavalheiro, que afirmou tê-la encontrado inconsciente numa caverna próxima a aldeia onde havia ocorrido uma grande tragédia, onde todos foram mortos por um animal raivoso.
     Eles vieram a se casar e logo a moça engravidou. Num determinado dia, andando pelo castelo, encontrou uma sala onde seu marido costumava se recolher e o viu se transformando em vários animais. Ela acabou lembrando do ocorrido e percebeu então que seu marido na verdade era o cão que ela encontrou na caverna. Conversou com algumas pessoas de sua confiança e tramou o assassinato dele, que foi levado a cabo. Depois disso ela abortou o filho que esperava dele e continuou vivendo tranquilamente no tal castelo.
     Desde então esse ser a persegue com a esperança de novamente gerar nela um filho seu, pois devido à sua constituição, ao fecundar ela esse ser transferiu a ela sua própria energia vital pois assim, se a criatura nascesse ele teria uma força física equivalente a mil  homens, além de sua incrível força mental.
     Mas a consulente ao abortar o filho da criatura viu como ele era de verdade, pois seu feto não era totalmente humano, era um híbrido com algum tipo de animal que ela nem conhecia, pois tinha estranhas protuberâncias na cabeça e seu corpo era delgado, com braços longos e apenas com três dedos.
     E assim ocorreu em várias vidas onde a consulente engravidou e este ser se ligou a ela para nascer como seu filho, mas ela sempre o abortava, e isso aconteceu também na encarnação atual dela.
     Esse ser não era deste planeta. Ele vivia num planeta rochoso muito frio, onde sua raça existia há milhares de anos. Estava ocorrendo um fenômeno astronômico em seu sistema solar e o planeta dele estava se aproximando demais de seu sol, o que havia gerado um aquecimento global que estava provocando várias alterações nos habitantes, sendo uma delas a esterilidade. Parecia que sua espécie iria se extinguir.
     Este ser era ligado ao líder supremo da tal raça e queria que eles usassem algum meio de procurar outro planeta para sobreviver, mas esse líder não queria, afirmava que se o destino de sua raça fosse a extinção que ele aceitaria mas jamais abandonaria seu planeta de origem. O ser não ficou satisfeito com isso e sem autorização de seu superior, fugiu de seu planeta através de um portal, vindo parar na tal caverna nas montanhas.
     Em sua forma natural ele tinha uns dois metros e trinta, um pouco mais alto que uma porta, seu corpo era todo delgado, tanto o tronco como os braços e pernas. Tinha apenas três dedos longos e na sua cabeça havia protuberâncias para os lados e na parte de trás, semelhante à cabeça dos ETs do filme Independence Day, com o Will Smith e Jeff Goldblum.

Independence Day (1996), dirigido por Roland Emmerich.
     Nós levamos o tal alienígena "vampiro" para a caverna onde ainda existe o tal portal e através dele contactamos o líder daquela raça, informando a ele tudo que ocorreu. O planeta deles não sucumbiu pois um outro evento astronômico alterou a órbita do planeta (seria o nosso Hecólubus/Nibiru??) mantendo-a estável, tendo sua raça sobrevivido. 
      Nossa equipe providenciou para que, após retornar a seu planeta, ele perdesse o conhecimento desse portal para que outros não caiam na tentação de vir nos visitar.
     Apesar do componente extra-terrestre esse caso se assemelha muito com as lendas de vampiros, onde eles bebem sangue e conseguem se metamorfosear em animais como cães e morcegos. Teriam as lendas de vampiros sido inspiradas por estes acontecimentos?


Gelson Celistre