quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ministério da reencarnação - das trevas

Atendimento de uma menina de 14 anos com diagnóstico de dermatite aguda. Segundo informações da irmã, que a acompanhava, isso surgiu quando ela tinha dois anos e meio de idade e os médicos afirmam que se trata de doença psicossomática. É um caso semelhante a outro que atendemos recentemente, onde a menina tinha psoríase, só que este bem mais agravado pois o corpo todo da menina está tomado por estas feridas.

Em comum nos dois casos a violência contra escravos negros da época da escravatura aqui no Brasil. A consulente fora esposa de um 'sinhozinho', que era bom para os escravos segundo um deles, que se manifestou através da psicofonia, mas depois que ele morreu ela demonstrou ser bastante cruel com os escravos e inclusive os marcava a ferro para que não fossem confundidos com os de outras fazendas, caso fugissem. Fora essa bolsão de escravos, ainda havia muitos outros seres que a consulente vitimou através do fogo e de ácidos.

Um destes seres foi auxiliar dela em uma existência onde ela fazia experiências médicas com seres humanos, em passado remoto, e na existência seguinte nasceu como filho dela. Nessa outra vida foi ela novamente fazia este tipo de experimento e foi descoberto, tendo ela sido proibida. Sem ter cobaias, ela utilizou o próprio fillho como cobaia em suas experiências. Conversando com este ser, ele afirmou que trabalhava no plano astral em uma casa cheia de crianças, com um tal de 'Seu Antônio', que as preparava para a reencarnação.

Investigando a veracidade das afirmações deste espírito, descobrimos uma organização trevosa que realmente preparava as crianças para reencarnar, mas com a finalidade de serem 'do mal', uma espécie de 'ministério da reencarnação', só que ligado a entidades trevosas. Antes de efetuar os procedimentos de acoplamento desses espíritos, eles eram submetidos a sessões de 'cinema', onde assistiam filmes com cenas de muita violência e sexo desregrado, entre outras coisas ruins, a fim de reproduzirem isso quando encarnados.

A entidade que fora filho da consulente realmente acreditava que o 'Seu Antônio' era um espírito de luz e as próprias crianças de lá tbm, pois ele as tratava bem até a hora da 'sessão de cinema' e aqueles não voltavam mais para o convívio dos demais. Essa 'base' estava ligada a inúmeras outras e foram todas desativadas e as crianças resgatadas. Esse espírito questionou o pq dele ter sido enganado 'esse tempo todo' pois ele acreditava que estava fazendo algo de bom para as crianças. Através de nosso comando, ele lembrou então de uma vida passada onde ele era quem enganava outras pessoas, era exímio jogador de cartas e dono de uma 'lábia' muito boa, aliás, esse foi o motivo dele ter sido 'recrutado' pelo 'ministério' para este trabalho, pretendiam utilizar a lábia dele para enganar as crianças. Mas viram que ele era tão ignorante que não percebera a realidade do que acontecia ali e então o deixaram acreditando que atuava para o 'bem'.

Ainda ligado à menina que estávamos atendendo, havia uma entidade de 'terreiro', do tipo 'gira', por conta de um trabalho que fora feito para separar o pai dela de sua mãe. A menina é fruto do segundo casamento de seu pai e a primeira mulher dele havia procurado um terreiro e contratado um trabalho para separá-los.
Acontece que a entidade que foi ligada ao trabalho no tal terreiro era antigo comparsa da menina de outras vidas. A entidade e a  menina eram inimigas da mãe da menina e da primeira mulher do pai dela, a que contratou o trabalho. Além disso, várias outras entidades do tal terreiro tinham sido vítimas da menina em outras vidas e por conta do tal trabalho acabaram 'encontrando' ela, passando então a querer desforra.
Segundo a nossa equipe espiritual, além do retorno cármico de seus próprios atos, a dermatite da menina é devida principalmente à aversão pela sua própria mãe, em nível inconsciente, pois eram inimigas ferrenhas no passado.

O que pudemos fazer foi resgatar os seres ligados a ela, os bolsões, esclarecer os seus credores que trabalham no tal centro, resgatamos aquelas crianças que seriam 'reencarnadas' e apagamos a memória inconsciente ativa da mãe dela e dela para amenizar a rejeição. É um caso que pode ser amenizado mas dificilmente a menina vai obter uma melhora considerável pois no passado ela fez muito mal a muita gente, sempre provocando queimaduras nas pessoas, seja com fogo ou com ácidos, entretanto, o resgate dos seres ligados a ela vai lhe aliviar bastante o espírito, a nível psicológico, e isso vai lhe propiciar uma melhor qualidade de vida pois muitos outros 'ex-colegas' dela que estão habitando regiões trevosas a querem 'de volta' e estão apostando que ela não vai suportar viver com o corpo desse jeito e vai se matar.

Abraços.

Gelson Celistre.

Estratégia sombria

     Em nossa reunião semanal apareceu um ser 'apertando' a cabeça de uma médium que está em desenvolvimento ainda. Quando fomos tratar o caso, como de praxe costumamos fazer, enquanto eu converso com a entidade os médiuns vão verificando as ligações dela com outros seres, se tem espíritos escravizados, etc. Costumamos 'coletar' as informações da mente desses espíritos e através das ligações dele descobrir bases e laboratórios.


     Esse reclamava que estávamos 'invadindo' o território deles, pra variar. No desenrolar dos trabalhos descobrimos várias bases localizadas em regiões geladas do globo com inúmeros espíritos escravizados. Resgatamos os espiritos dessas bases e tbm descobrimos outros presos em ruínas na região do Oriente Médio. A intenção nesse caso era manter uma energia psíquica 'pesada' nesses locais para continuar incitando as milenares guerras que ocorrem nessa região. mas o ser não queria saber de se modificar, apesar de nossas tentativas de trazê-lo à razão. Ele dizia que estava tudo combinado, que sabia para onde iria (o planeta do exílio) e que não ia se modificar. Tentamos por várias vezes, aliás, enchemos o s... do tal ser mas nada adiantou.
     Por fim dois guardiões o levaram e então a médium pela qual ele estava se comunicando revelou os motivos dele. Um grupo de entidades trevosas sabe que vai ser exilado e já estão de antemão se preparando para reencarnar naquele planeta com 'funções' definidas. Estes como o que apareceu em nossa reunião estão 'entregando' as bases onde eles não tem mais interesse em atuar, liberando espíritos para resgate à guisa de 'isca' para nos satisfazer e eles continuarem se preparando para montar um império no planeta-exílio.
     Ele galhofava e se dizia um 'homem-bomba', estava tranquilo pq os seus superiores já conhecem nossas estratégias e o 'prepararam' para o trabalho, deixando na memória dele apenas aquilo que eles queriam.
     Nossa equipe espiritual nos informou que muitos mais com esse estratagema serão enviados ao nosso grupo, e provavelmente a outros tbm, mas que mesmo eles pensando que estão nos enganando, muitos espiritos serão libertados e muitos desses mesmos acabarão se 'convertendo' à ultima hora.
     É mais uma estratégia desses nossos irmãos de jornada que não admitem 'ver' a luz e pretendem prolongar seu império trevoso até mesmo nesse novo exílio.


Gelson.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sequela cármica II

Mulher apresentando uma protuberância sob a pele, nas costas na região da coluna vertebral, semelhante a um pequeno montículo, como se fosse um caroço de abacate achatado.
Aberta a frequência uma das médiuns incorporou um homem que odiava a tal mulher pq, segundo ele, em uma vida passada ela era homem e era cobrador de impostos. Aqueles que não podiam pagar ela amarrava com uma corda e fazia serem arrastados no chão, o que lhes deixava com a pele toda esfolada nas costas, isso quando ele mesmo não os esfolava com uma faca.
Eram um grupo grande e para 'amenizar' um pouco o ódio que sentiam, lhes mostrei o fato cármico gerador daquele tipo de situação para eles. O que dialogava comigo disse que eles, todos, chicoteavam as pessoas a mando de um rei qualquer e as deixavam como eles acabaram ficando, com a pele em 'carne viva'. Com os devidos esclarecimentos sobre o karma e tal, foram encaminhados para o nosso posto de socorro.
Abraço.

Gelson Celistre

O Pacto

No atendimento de um consulente, uma das médiuns percebeu uma entidade de 'terreiro'. Incorporado, o ser nos revelou que há três vidas atrás, o consulente fez um pacto com ele, a fim de obter fortuna e riqueza. Teria sido 'ajudado' por este ser e ficou muito rico, porém, não honrou seu compromisso e o ser estava ali 'cobrando'. O que o consulente prometera em troca da riqueza era ceder seu corpo para aquele ser.
Essa entidade acreditava que quando o consulente morresse ele conseguiria 'entrar' no corpo dele 'antes do coração parar de bater', e então seguiria vivendo com o corpo do consulente, sem perder a memória como acontece na reencarnação. Isso segundo ele pq eles tinham feito o tal 'pacto'.
Fizemos ele lembrar de alguns episódios de suas vidas passadas, tanto vidas onde ele fez os outros sofrerem quanto outras que ele sofreu muito, visões que ele não gostou de ver, e demonstramos a ele, na prática, o porque de esquecermos nosso passado.
Enquanto conversávamos com essa criatura, que percebemos não ter conhecimento 'técnico' para efetuar um tal procedimento como esse (independente de ser possível ou não), outro ser incorporou em outra médium e revelou que ele envolveu muitos outros espíritos nesse seu delírio, convencendo-os de que sabia fazer e que os ensinaria, se o ajudassem a 'matar' o consulente.
Esclarecidos todos do delírio em que se encontravam em acreditar que o outro fosse capaz de fazer o que lhes prometera, todos foram encaminhados à nossa equipe espiritual para continuar a conversa com eles.
Descobrimos que o consulente encontrou esse seu antigo companheiro quando esteve num terreiro, onde eventualmente comparece.
Este seu antigo credor vivia percorrendo vários terreiros para ver se 'arruma' trabalho e nesse onde o consulente frequenta não encontrou guarida, pq é um local onde se faz o bem, mesmo assim, 'de passagem' viu o consulente lá e o reconheceu, tratando então de ficar próximo dele.
Abraço.

Gelson Celistre

sábado, 14 de novembro de 2009

Obsessão simples

Junto à uma das participantes de nosso grupo havia o espírito de uma mulher, uma obsessora. A mulher cobrava da médium, que fora sua neta numa vida passada, os maus tratos sofridos, que a levaram à morte. Segundo o espírito, quando estava velha foi mantida trancafiada num quarto a pão e água e foi morrendo 'à míngua'. Este suplício teria levado 12 anos. Nos últimos tempos, já enlouquecida, foi deixada sem alimento para que morresse mais rápido.
O espírito estava inconformado com sua desdita naquela existência e iniciamos seu tratamento mostrando a ela o que ela tinha feito em vida anterior àquela, para gerar um retorno cármico como esse. Ela a princípio disse que sabia o que tinha feito, mas que não achava 'justo' que lhe 'cobrassem' seu carma todo de uma vez, que se fosse para morrer pq não morreu logo, pq sofrer por 12 anos.
Mesmo assim a fizemos lembrar e ela então nos contou que era responsável por um orfanato. Indaguei o que mais ela tinha para dizer e ela então disse que ela é quem decidia quem 'tinha futuro'. As crianças que ela achava que seriam apenas um estorvo para o orfanato e que não arrumariam quem as adotasse ela deixava passar fome para que morressem 'à mingua'. Perguntei-lhe quantos ela matou dessa maneira e ela revelou-nos que foram 68 crianças.
Então eu lhe disse que se ela somasse o tempo que cada uma dessas crianças levou para morrer passando fome, ela chegaria à soma dos 12 anos que ela levou para morrer maquela vida. Este ser apesar de seu passado devedor, mesmo assim se achava injustiçado e nessas condições não perdemos mais tempo dialogando com ele, deixamos que a equipe espiritual se encarregasse de seu destino.
Ligado a essa mulher, vibratoriamente, havia ainda muitas daquelas crianças que pereceram naquela orfanato, e tbm uma quantidade muito grande de fetos abortados, em um cemitério que ela criou para enterrar as crianças mortas e os fetos de abortos que ela praticava. Todos foram resgatados e encaminhados ao posto de socorro no astral que nos dá suporte.
Abraço.

Gelson Celistre

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Ressonância de vida passada e bipolaridade

     Atendimento de um rapaz de 22 anos com bipolaridade, usa medicamentos fortes, e já esteve internado algumas vezes por conta disso. Os sintomas surgiram quando ele prestou o serviço militar obrigatório, onde tbm começou a usar drogas. Há um ano sem usar drogas e sob medicação, não sai de casa sozinho. Aberta a frequência foram vistos dois espíritos junto da mãe do rapaz (ela que solicitou o atendimento) gritando nos ouvidos dela, de forma agressiva. Foram isolados numa bolha e encaminhados. Junto do rapaz havia um espírito de uma moça, confusa, que afirmou ser irmã dele. Não sabia que estava morta e não queria sair de perto do rapaz, mas aceitou receber socorro.


     Procurando algo no rapaz que justificasse a situação, foi mostrado ao médium que esta moça foi irmã dele em outra encarnação, e ambos participaram de uma batalha, em época de mosquetes e canhões que se carregava pela boca do cano, onde o rapaz morreu por infecção de um corte no braço. Esta moça havia lutado com ele, eram jovens, quase da mesma idade de quando ele foi para o quartel na vida atual, e ela inclusive cortou os cabelos e se fez passar por menino naquela outra vida, provavelmente para não sofrer alguma violência sexual e poder acompanhar o irmão. Havia tbm um bolsão de espíritos sofredores ligado àquela vida passada e que foram resgatados tbm.
     O que aconteceu neste caso foi uma ressonância de vida passada, quando ao entrar para o quartel, devido ao ambiente militar e ao período da vida (mesma idade do fato da outra vida), ele acessou inconscientemente as lembranças daquela existência e passou a sentir as emoções que jaziam em seu íntimo associadas àqueles eventos traumáticos. È provável tbm que neste momento, ao sintonizar com aquela vida passada, tenha atraído o espírito da antiga irmã para junto dele. Com a sintonia com a vida passada e a presença do espírito da irmã, ele passou a sentir a angustia, medo, etc, que sentiu naquela vida, e tbm os sentimentos da irmã desencarnada, tudo isso potencializado pelo uso de drogas que provocam “rasgos” na tela etérica, fazia com que ele alternasse a personalidade atual com a daquela vida, tendo flashes de acontecimentos, cenas, etc, daquela vida misturados ao seu momento atual nessa existência, daí a bipolaridade. Neste atendimento a espiritualidade informou que havia mais coisas para se tratar com ele mas não nesse dia.
     Num outro atendimento na semana seguinte apareceu o espírito da irmã, mais consciente, e mostrou ao médium que havia dois espíritos vampirizadores junto ao rapaz, mas que já vinham com ele de outras vidas tbm. Levou o médium ao um lugar muito frio, um porão de um castelo, onde em uma vida passada o rapaz e outros prendiam pessoas ali e faziam coisas horríveis, inclusive bebiam o sangue das pessoas que matavam. Eles adoravam alguma divindade que era representada por um corno (um chifre).      Havia um outro bolsão de espíritos preso nessa cena de vida passada e um dentre esses espíritos estava com um braço descarnado, apenas com os ossos. Deve ter morrido em consequência disso e ficou com sua mente fixada nisso. Recompomos o braço dele e resgatamos todos dali, inclusive aqueles dois vampiros que estavam com o rapaz. Depois mentalizamos a destruição daquela ambiente e foi como se uma onda de água prateada limpasse o local, que desapareceu.    
     Observemos que em vida pregressa do atendido existiu esse castelo e ele fez essas barbaridades enquanto encarnado, mas ocorre que o duplo etérico desse local, devido à carga energética altamente negativa que possuía em virtude das atrocidades ali cometidas, ficou plasmado no astral e manteve ligado a si muitos dos espíritos que ali sucumbiram. Essa “cena” acaba se “soltando” do local físico que a originou e se situa em local no astral compatível com o peso específico de sua matéria astral e mental, logicamente nas regiões umbralinas devido à condição enfermiça da mente dos espíritos ligados a ela.


GELSON CELISTRE


Um pequeno capítulo da Inquisição

     A Inquisição foi um tribunal instituído pela igreja católica na idade média para investigar feitiçaria, heresia, etc.. Na prática era uma forma de coibir toda e qualquer oposição ao poder da igreja, representado na figura do Papa. Muitos de nós participamos desse 'movimento' em várias vidas durante aquele período, algumas vezes como algozes, outras como vítimas, e no caso abaixo, participamos (eu) como um padre que praticava feitiçaria. Vejamos o que se sucedeu.


     Na reunião manifestou-se um ser me dirigindo palavras pouco elogiosas, em função de eu ter cometido uma traição contra ele e outros, numa vida passada. Eram os idos de 1300, na Itália, e um grupo de membros do clero, padres, num total de 27, reuniam-se com regularidade para estudar e fazer experiências 'proibidas', onde se misturava a ciência com a magia.
     Ansiavam pelo conhecimento e faziam experiência com animais, com outros seres humanos e entre eles mesmos, experimentavam feitiços e magias que ouviam das pessoas 'comuns', possivelmenta acossadas por eles em função da Inquisição. Essa entidade e eu éramos membros desse grupo de 27. Segundo ele eu os traí e todos morreram por conta disso.
     Essa entidade era responsável por 18 cidades nas regiões umbralinas, de onde resgatamos todos os seres que lá se encontravam, uma quantidade bastante expressiva. Após o encaminhamento desses seres, inclusive da entidade manifestante, que teve sua mente vasculhada em busca de informações antes de partir, um outro padre daquele grupo se manifestou, afirmou que era mantido prisioneiro numa daquelas cidades pelo outro, a quem identificou como Onofre. Este sentia muitas dores e demos uma 'melhorada' nele, que comentou que eu 'ainda estava envolvido com magia' e então nos deu mais detalhes sobre o que ocorreu naquela existência.
     Ele disse que para a época éramos um grupo grande, 27 padres, e que nos movia o interesse em desvendar os mistérios da vida, pois tudo era proibido. Começamos então a fazer experiências de magia, experiências com animais, fazíamos tbm orgias sexuais e, segundo ele, quando indaguei se não sacrificávamos pessoas, ele disse que 'usamos' como cobaias dois serviçais que já 'estavam morrendo'.
     Esse ser afirmou que eu convoquei eles todos para um ritual onde todos fariam sexo com uma mulher que depois seria sacrificada. A idéia era a de que a troca de energias sexuais nos daria alguns 'poderes' ou algum tipo de 'força mágica'. Eu teria convocado a reunião com a intenção de entregá-los aos nossos maiorais, com a finalidade de me resguardar e de ser o único a deter o conhecimento de alguma coisa que imáginavamos saber ou possuir, ou seja, por interesses menos nobre, maldade, egoísmo, orgulho e vaidade.
     Eles foram descobertos e mortos, todos foram esquartejados, saindo eu incólume após essa inominável traição ao grupo do qual fazia parte. Aquela primeira entidade, o Onofre, tinha toda razão em me odiar mas, enfim, esse outro padre disse tbm que suas familias sofreram pq elas recebiam uma certa quantia a título de ajuda por conta deles serem padres, disse que seus familiares tiveram suas casas queimadas e sofream muitas privações pois deixaram de receber essa ajuda e ainda ficarm estigmatizados. Disse que naquela vida eu era 'rico' e não sofrera como eles.
     Após essas 'revelações' sobre meu passado trevoso, encaminhamos o tal padre para nossa equipe espiritual, que o ajudará a recomeçar sua jornada evolutiva em melhores condições.

Abraço.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Sonho de criança

Em nossa reunião semanal uma das médiuns comentou que um amiguinho de seu filho, Ricardo, de 5 anos de idade, lhe disse que quando ele dormia, 'um outro Ricardo saía e ia lutar contra os trevosos numa cidade'. Ante os quetionamentos da médium o menino disse que lutava com uma espada para 'destruir' os maus. Vejam que a mente infantil interpreta os fatos de acordo com o seu entendimento e o menino provavelmente se imaginava uma espécie de 'herói', um guerreiro lutando pelo bem, provavelmente com a violência característica dos 'games' tipo play station e outros que se joga pela internet, onde os personagens mutilam e matam uns aos outros como se fosse a coisa mais natural do mundo. Até que ponto esses jogos influenciam as crianças e a possibilidade disso ter 'aberto' essa 'frequência' do menino é algo que não podemos afirmar, apenas supor. Pelo relato do menino era evidente que este estava se desdobrando e se manifestando no astral com uma personalidade de vida passada e fomos investigar.
Ao sintonizarem com o menino as médiuns o viram como um oficial do Império Romano, lutando para invadir uma cidade que opunha forte resistência. A cidade estava toda lá, idêntica ao que era aqui no físico e a luta continuava incessantemente. Aquela batalha se perpetuava por milênios (os fatos ocorreram mais de 500 anos A.C.) no plano astral. À visão das médiuns se descortinou extenso vale, o 'vale da morte', onde se divisava, em toda a sua extensão, milhares de almas que morreram nessa batalha e em outras tantas ocorridas num determinado período da história dos povos antigos, sem se aperceberem que já haviam todos 'morrido' no plano físico e que viviam num ambiente plasmado por suas próprias mentes na dimensão astral. 
Além do menino que se desdobrava e ia para lá lutar, ainda haviam outros 37 espíritos encarnados que faziam o mesmo, atuando ao lado de muitos milhares de espiritos desencarnados. Efetuamos o resgate de todos esses seres desencarnados e os encarnados tiveram sua memória daquela vida apagada na 'mente inconsciente ativa', tendo sido reintegrados aos seus corpos físicos.
Abraço.

Gelson Celistre

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Manipulação do karma por entidades trevosas

Atendimento à distância de uma menina pré-adolescente com psoríase pustulente na região posterior do pescoço/nuca. Foi desdobrada e trazida para averiguação mediúnica das possíveis causas do problema. Uma das médiuns percebeu que havia alguma coisa, semelhante a um pequeno 'chumbinho' (projétil de armas de ar comprimido) na contraparte astral do corpo físico, na região afetada. Ao retirar isso do corpo astral dela foi percebido no ambiente um ser parecido com um gnomo, que tinha essa forma mesmo, não parecendo ser humano. Ele e vários outros como ela eram mantidos aprisionados, pelo medo, por uma outra menina, encarnada, que é colega de escola da que estávamos tratando. Desdobramos essa menina e incorporamos numa das médiuns para conversar. Ambas eram conhecidas de vidas passadas e sempre disputavam alguma coisa. Apagamos da 'memória inconsciente ativa' dessa menina os conhecimentos de magia e a enviamos novamente ao corpo físico, fixando a personalidade dela na vida atual.
Investigamos mais e as médiuns então captaram a energia de outra pessoa encarnada, uma 'mãe-de-santo', com a qual já havíamos nos defrontado em outras ocasiões, posto que a menina mora numa casa onde já foi um 'terreiro' de macumba (daqueles ruins, onde se lida com o baixo astral). Dadas as dimensões do problema, mesmo estando duas pessoas encarnadas fornecendo energia para a manutenção da doença, sabemos que é necessário que haja uma predisposição kármica para este tipo de coisa, possivelmente com bolsões de espíritos sofredores ligados à pessoa enferma.
Comandamos a sintonia das médiuns com alguma vida passada da menina, que pudesse ter relação com o tipo de lesão que está sofrendo atualmente. O que descobrimos foi o seguinte: em vida passada, onde ela foi um homem, na época da escravatura, ela foi capataz de uma fazenda e costumava marcar os negros escrabvos com um ferro em brasa, na região posterior do pescoço/nuca, justamente onde hoje tem a lesão.
No astral ainda estavam praticamente todos os negros que conviveram com a menina quando esta foi capataz. Naquela existência inclusive morreu a pauladas e os negros batiam muito na região hoje afetada no corpo físico dela, por consequencia de serem marcados a ferro por ela. Muitos morriam pois o ferimento às vezes infeccionava e sofriam outros maus tratos por parte do tal capataz. Os negros escravos não queriam permitir o resgate, queriam continuar 'fazendo justiça', mas nem dialogamos muito com eles, colcoamos todos numa bolha e trouxemos para que a equipe espiritual resolvesse o que fazer.
Parecia estar tudo resolvido, mas nossa experiência nos dizia que não foi apenas o 'karma' que juntou estes fatores todos a ponto de provocar a doença na menina e então efetuamos um rastreamento das entidades envolvidas e chegamos a um ser trevoso, a mente que manipulou as energias em questão para produzir o problema na menina. O ser tinha a aparência de um 'minotauro' mitológico, meio homem meio touro, ao qual tbm não demos muita conversa, aprisionamos e deixamos a cargo da equipe espiritual o destino da criatura.
Não é qualquer espírito que tem condições de pesquisar nossas vidas passadas e localizar bolsões de sofredores ligados a nós e de 'ativar' reminiscências de vidas passadas em pessoas encarnadas, a fim de provocar o desdobramento inconsciente com a personalidade de vidas anteriores, é preciso ter algum conhecimento além do 'comum', geralmente são mentes trevosas que estão há séculos e até milênios sem reencarnar, que manipulam nosso karma contra nós mesmos.
Abraço.

Gelson Celistre

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Dia das bruxas - Halloween

Em nossa reunião apométrica desta semana, após termos atendido as consulentes que haviam agendado consulta, já próximos de terminar a sessão, uma das médiuns disse que estava sentindo uma dor num dos lados da cabeça. Nisso outra lembrou e comentou que na noite de sábado para domingo passados, de 31 para 1º /11, acordou com muita dor de cabeça e passou o domingo mal por conta disso. Nisso as demais médiuns, eram cinco mulheres no total e só eu de homem, tbm lembraram que sentiram dor de cabeça sábado à noite e domingo.

Como sabemos que não existem coincidências, pedi que elas se concentrassem para vermos o que elas haviam feito naquela noite, em desdobramento.
Logo em seguida uma delas incorporou uma 'bruxa' que já foi logo dizendo que não obrigou nenhuma a ir, que apenas as 'convidou'.
Conversando a tal bruxa, que estava bem mal diga-se de passagem, com dores nas costas e pernas (estava virada num farrapo), ela perguntou se eu não sabia que dia era sábado. Confesso que não fiz a ligação com a data do halloween, pois pra mim isso é uma tradição de outros países que só se disseminda por aqui por interesses comerciais, mas ela me lembrou que era o 'dia das bruxas'. Ela revelou que todas haviam estado em uma 'convenção' de bruxas, que inclusive (ela demorou para achar a palavra que queria na cabeça da médium), segundo ela, estavam chamando agora de 'workshop'.
A quantidade de bruxas que compareceram ao tal workshop foi acima de quinhentas, entre encarnadas e desencarnadas. Ela revelou que só participaram bruxas 'mulheres' e que anualmente fazem essas convenções nessa data, em função da tradição, mas que nos outros meses do ano tbm realizam outros encontros.
Dada a condição de penúria da criatura tentamos ajudá-la e lhe demos uns 'passes', convidando-a para se regenerar e começar uma vida nova.
Ela além de se recusar firmemente a se modificar (as atividades que elas realizam são obsessão, vampirização, magia negra, etc.), ainda disse que em outra 'convenção' já haviam decidido que nenhuma delas iria se 'entregar'e que as que estivessem em condições deploráveis como ela, voluntariamente se entregariam para serem 'cobaias' das outras bruxas para experimentos macabros, mas que não iriam 'mudar de lado'.
Diante disto, fiz ela lembrar do 'workshop', juntamente com as médiuns 'bruxas', que tbm estiveram lá, e trouxe todas as bruxas que estavam lá. Foram centenas que se aglomeraram sobre o local da reunião, num posto de triagem.
A bruxa 'mãe', que resitiu inutilmente ao meu comando de lembrar de todas as bruxas que compareceram à festa de halloween, quando as viu todas ali perguntou o que eu iria fazer com elas, e lhe respondi que eu nada, pois agora elas estariam sob a tutela de nossos amigos do plano espiritual.
Solicitei às médiuns que observassem o que seria feito com elas e elas viram que a equipe espiritual estava 'retirando' da mente delas todo conhecimento que poderia ser útil à humanidade (ervas, chás, remédios, feitiços, poções, etc.), que depois disso 'esqueciam' desse conhecimento e, segundo nos informaram, a grande maioria iria simplesmente ser 'entregue' para deportação, ou seja, seriam encaminhadas aos espíritos responsáveis pelo exílio dos espíritos que não se enquadraram nas condições mínimas vibratórias para permanecerem aqui na Terra. Nesse meio tempo uma das bruxas tentou ainda 'esconder' seu conhecimento na mente de uma das médiuns mas esta percebeu e bloqueou esta ação da bruxa.
Resolvida a questão, já estavamos para encerrar e aproveitei para explicar para as médiuns que a 'moda' da bruxaria atualmente, principalmente com o nome de 'wicca', onde ingenuamente as mulheres fantasiam que são bruxas 'boas', acreditando que no passado tbm o eram, acaba abrindo frequências dessas mulheres de vidas passadas onde realmente eram bruxas (não tão baos quanto imaginam), e acabam sendo manipuladas por bruxas de verdade. Sabemos que historicamente houve muitos excessos durante a inquisição onde muitas mulheres 'inocentes' foram acusadas de bruxaria, sendo torturadas e mortas, entrentanto, sabemos que a prática da bruxaria 'maléfica' era algo comum na antiguidade e na idade média.
Mal acabara eu de falar e uma das médiuns sentiu a presença de outra bruxa, que a princípio ela pensou ser a mesma bruxa 'mãe' que estava em outra médium mas que não era, pois a outra já havia sido levada com as demais. Conversando com essa inusitada 'visitante', que gargalhava ruidosamente, acabamos por descobrir que fomos contemporâneos na última encarnação dela, por volta do ano 1700, ocasião em que eu era uma bruxa tbm (mulher). Segundo outra médium que divisou a cena, eu e a 'colega' inclusive cozinhávamos genitais humanos em nossos caldeirões.
Essa bruxa, essa de verdade, vivia justamente de vampirizar as tais 'bruxas modernas', encarnadas, que brincam de fazer 'poções do amor' e similares. Essa apesar de meio perturbada não era totalmente má e conseguimos convencê-la a tentar uma regeneração, aceitando o auxílio de nossos amigos do plano espiritualo, com a promessa de que iria aprender muitas coisas novas, mas tbm com a garantia de que se não gostasse poderia sair de lá e voltar para onde estava.
É interessante observar que as médiuns trabalham regularmente em nosso grupo de apometria e que mesmo assim ainda foram levadas em desdobramento, de forma inconsciente, para um 'workshop' desse nível. Porém, o fato de todas terem sentido dor é sinal de que não se afinizaram com a energia predominante, coisa que em outras ocasições poderia ter passado despercebido, como acordar cansada, mas sem saber a real razão. Tbm se não fôssemos investigar, achando que poderia ser apenas alguma indisposição, não teríamos 'recolhido' as centenas de bruxas que irão estagiar agora em outro orbe.


Gelson Celistre