sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Manipulação do karma por entidades trevosas

Atendimento à distância de uma menina pré-adolescente com psoríase pustulente na região posterior do pescoço/nuca. Foi desdobrada e trazida para averiguação mediúnica das possíveis causas do problema. Uma das médiuns percebeu que havia alguma coisa, semelhante a um pequeno 'chumbinho' (projétil de armas de ar comprimido) na contraparte astral do corpo físico, na região afetada. Ao retirar isso do corpo astral dela foi percebido no ambiente um ser parecido com um gnomo, que tinha essa forma mesmo, não parecendo ser humano. Ele e vários outros como ela eram mantidos aprisionados, pelo medo, por uma outra menina, encarnada, que é colega de escola da que estávamos tratando. Desdobramos essa menina e incorporamos numa das médiuns para conversar. Ambas eram conhecidas de vidas passadas e sempre disputavam alguma coisa. Apagamos da 'memória inconsciente ativa' dessa menina os conhecimentos de magia e a enviamos novamente ao corpo físico, fixando a personalidade dela na vida atual.
Investigamos mais e as médiuns então captaram a energia de outra pessoa encarnada, uma 'mãe-de-santo', com a qual já havíamos nos defrontado em outras ocasiões, posto que a menina mora numa casa onde já foi um 'terreiro' de macumba (daqueles ruins, onde se lida com o baixo astral). Dadas as dimensões do problema, mesmo estando duas pessoas encarnadas fornecendo energia para a manutenção da doença, sabemos que é necessário que haja uma predisposição kármica para este tipo de coisa, possivelmente com bolsões de espíritos sofredores ligados à pessoa enferma.
Comandamos a sintonia das médiuns com alguma vida passada da menina, que pudesse ter relação com o tipo de lesão que está sofrendo atualmente. O que descobrimos foi o seguinte: em vida passada, onde ela foi um homem, na época da escravatura, ela foi capataz de uma fazenda e costumava marcar os negros escrabvos com um ferro em brasa, na região posterior do pescoço/nuca, justamente onde hoje tem a lesão.
No astral ainda estavam praticamente todos os negros que conviveram com a menina quando esta foi capataz. Naquela existência inclusive morreu a pauladas e os negros batiam muito na região hoje afetada no corpo físico dela, por consequencia de serem marcados a ferro por ela. Muitos morriam pois o ferimento às vezes infeccionava e sofriam outros maus tratos por parte do tal capataz. Os negros escravos não queriam permitir o resgate, queriam continuar 'fazendo justiça', mas nem dialogamos muito com eles, colcoamos todos numa bolha e trouxemos para que a equipe espiritual resolvesse o que fazer.
Parecia estar tudo resolvido, mas nossa experiência nos dizia que não foi apenas o 'karma' que juntou estes fatores todos a ponto de provocar a doença na menina e então efetuamos um rastreamento das entidades envolvidas e chegamos a um ser trevoso, a mente que manipulou as energias em questão para produzir o problema na menina. O ser tinha a aparência de um 'minotauro' mitológico, meio homem meio touro, ao qual tbm não demos muita conversa, aprisionamos e deixamos a cargo da equipe espiritual o destino da criatura.
Não é qualquer espírito que tem condições de pesquisar nossas vidas passadas e localizar bolsões de sofredores ligados a nós e de 'ativar' reminiscências de vidas passadas em pessoas encarnadas, a fim de provocar o desdobramento inconsciente com a personalidade de vidas anteriores, é preciso ter algum conhecimento além do 'comum', geralmente são mentes trevosas que estão há séculos e até milênios sem reencarnar, que manipulam nosso karma contra nós mesmos.
Abraço.

Gelson Celistre

3 comentários:

  1. Transcorridas duas semanas, a ferida está quase toda cicatrizada, restando apenas algumas pequenas manchas na pele.

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  2. Luisa

    Que bom q ela se livrou das feridas...mas deu uma curiosidade de saber oq acontece quando os seres tipo minotauros são entregues aos espíritos de luz q os ajudam.

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  3. O espírito pode se encontrar zooantropomorfizado por sugestão mental, tipo uma hipnose, por ter se desvirtuado moralmente, por ter sido vítima de alguma experiência macabra, etc. Muitos assumem uma figura 'exótica' como a desse ser do relato, ou com a aparência do 'diabo' tradiconal (pésde bode, chifre, etc.) para amedrontar os outros. Alguns depois de algum tempo defoformam tanto o perispirito que este não volta ao estado original com facilidade, sendo preciso às vezes nascimentos na matéria densa (na carne), com aleijões e aberrações, para conseguir modificar a forma.
    O tipo de causa que o deixou assim definirá como ele será tratado. Em casos de simples sugestão mental pode-se tbm por comando fazê-lo voltar ao normal, se for alguma vitima de experiências aí só com intervenção cirúrgica.
    Abraço.

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