sábado, 14 de novembro de 2009

Obsessão simples

Junto à uma das participantes de nosso grupo havia o espírito de uma mulher, uma obsessora. A mulher cobrava da médium, que fora sua neta numa vida passada, os maus tratos sofridos, que a levaram à morte. Segundo o espírito, quando estava velha foi mantida trancafiada num quarto a pão e água e foi morrendo 'à míngua'. Este suplício teria levado 12 anos. Nos últimos tempos, já enlouquecida, foi deixada sem alimento para que morresse mais rápido.
O espírito estava inconformado com sua desdita naquela existência e iniciamos seu tratamento mostrando a ela o que ela tinha feito em vida anterior àquela, para gerar um retorno cármico como esse. Ela a princípio disse que sabia o que tinha feito, mas que não achava 'justo' que lhe 'cobrassem' seu carma todo de uma vez, que se fosse para morrer pq não morreu logo, pq sofrer por 12 anos.
Mesmo assim a fizemos lembrar e ela então nos contou que era responsável por um orfanato. Indaguei o que mais ela tinha para dizer e ela então disse que ela é quem decidia quem 'tinha futuro'. As crianças que ela achava que seriam apenas um estorvo para o orfanato e que não arrumariam quem as adotasse ela deixava passar fome para que morressem 'à mingua'. Perguntei-lhe quantos ela matou dessa maneira e ela revelou-nos que foram 68 crianças.
Então eu lhe disse que se ela somasse o tempo que cada uma dessas crianças levou para morrer passando fome, ela chegaria à soma dos 12 anos que ela levou para morrer maquela vida. Este ser apesar de seu passado devedor, mesmo assim se achava injustiçado e nessas condições não perdemos mais tempo dialogando com ele, deixamos que a equipe espiritual se encarregasse de seu destino.
Ligado a essa mulher, vibratoriamente, havia ainda muitas daquelas crianças que pereceram naquela orfanato, e tbm uma quantidade muito grande de fetos abortados, em um cemitério que ela criou para enterrar as crianças mortas e os fetos de abortos que ela praticava. Todos foram resgatados e encaminhados ao posto de socorro no astral que nos dá suporte.
Abraço.

Gelson Celistre

2 comentários:

  1. A atitude ruim que ela cometeu no passado não justificou o ato do médium em ter maltratado a avó.

    Eu já cometi atos ruins contra muitas pessoas nesta encarnação, não nego, não; outros, também, em mim. Uma reencarnação nós cometemos erros e também cometem erros contra nós.

    Não existe nenhum vilão, nem inocente.

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  2. Oi,

    A médium foi o instrumento cármico daquele ser que foi sua avó. Se ela tivesse agido corretamente não geraria um karma negativo para si mesmo, como gerou, e alguma outra pessoa teria sido utilizada pela Lei cármica para promover o ajuste daquele espírito devedor.
    Entretanto, o sofrimento pelo qual a tal senhora passou foi 'justo' perante a Lei, pois se não fosse assim não teria ocorrido.
    Abraço.

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