quarta-feira, 23 de junho de 2010

Fobias

     Atendimento de uma mulher, médium ativa num centro espirita da capital há cerca de nove anos, com claustrofobia, farmacofobia e sindrome do pânico. Teve uma forte crise de pânico há alguns anos, época em que fez tratamento médico e espiritual. No centro espírita onde procurou auxílio disseram que ela tinha mediunidade e que precisava trabalhar, tendo ela frequentado o local desde então. Afirmou ter melhorado um pouco da síndrome do pânico, mas não totalmente.


     A primeira sintonia captada foi da consulente em desdobramento vivendo uma situação angustiante e aflitiva de uma vida passada sua, naquela ocasião ela estava em estado de coma, queria se expressar mas seu corpo não obedecia, entretanto, sua mente estava totalmente lúcida. Viveu momentos de extremo pavor nessa situação até entrar em óbito. Nessa situação ela estava sendo vigiada pelo médico que provavelmente a induziu ao estado de coma naquela existência, pq ela o havia denunciado por práticas ilegais e ele se vingara. Essa ressonância despertava nela a síndrome do pânico.
     Outra ressonância captada foi de uma vida passada em que ela era enfermeira em outro hospital e intencionalmente derrubou várias prateleiras com vidros de remédios e drogas, tendo ficado toda cortada e ensanguentada. O médico responsável por aqueles medicamentos, que provavelmente eram utilizados em alguma pesquisa anti-ética, a levou para um porão e a deixou morrer lá, sangrando, com os ratos lhe comendo a carne e os insetos lambendo seu sangue. Essa ressonância era responsável pela claustrofobia e a farmacofobia.
     Mas a consulente nessa vida onde acabou ficando em coma tbm era médica e tbm fazia
experimentos macabros com os pacientes da instituição onde trabalhava, um manicômio. Pelas
práticas que utilizavam, como a 'sangria' e retirar partes do cérebro de uma pessoa e injetar na cabeça
de outra com uma enorme seringa, deve ser coisa de mais de um século atrás. 
     Além dos inúmeros pacientes que ainda se encontravam lá, tanto desencarnados como encarnados em desdobramento, havia um porão com uma quantidade imensa de fetos abortados, pois as pacientes mulheres eram frequentemente violadas sexualmente e engravidavam. Os restos dos abortos eram jogados no porão da instituição.
     Encontramos no porão do manicômio um altar de sacrifícios e ligado ao manicômio inteiro e estava um ser híbrido 'feminino', com os membros inferiores de animal, com patas, e a parte superior de uma mulher, mas meio disforme e 'esfarrapada'. Era o ser a quem eram ofertados os sacrifícios humanos feitos pelo tal médico. Este ser era o mentor da situação e se alimentava das energias envolvidas nesse processo, dos desencarnados e dos encarnados, como a consulente, que tinham ligação cármica com essa situação.
     Descobrimos ligado aos fetos do porão um homem (desencarnado) alto e magro, sentado numa cadeira forrada com veludo vermelho, de espaldar alto, vestindo uma capa preta.  Este ser era o elo de contato do outro ser com uma grande quantidade de clínicas clandestinas onde se fazem abortos atualmente, em várias partes do planeta, e que em cada uma delas ele tinha um espírito 'recolhendo' os fetos abortados e os depositando no porão do manicômio.
     Estes fetos recebiam uma forte doutrinação negativa, lhes instigando o ódio e de alguma maneira associando esse ódio à cultura ocidental, pois vimos que eles eram encaminhados por esta organização trevosa para o oriente médio, para renascer nos países de religião islâmica onde impera o radicalismo religioso, a fim de serem mais facilmente arregimentados por facções terroristas. Seguimos a 'trilha' energética dos fetos para o oriente e o médium se deparou com uma enorme cortina de fogo isolando o local. Conversando com a equipe espiritual lhe informaram que já havia outros grupos trabalhando naquela região e que não era necessário que fôssemos até lá por ora.
     Os fetos foram recolhidos e ficaram em tratamento em nosso posto no astral. O ser da cadeira colaborou enviando ordem aos seus asseclas para abandonarem as clínicas, para obter uma espécie de 'redução da pena'. Após resgatarmos todos os fetos e os enfermos, a própria equipe espiritual apagou a mente daquele ser híbrido e o levaram.
      Os médiuns perceberam pensamentos negativos com a consulente enquanto estávamos se desdobrava o atendimento, coisas como: 'isso é uma bobagem', 'vc veio aqui para se tratar e estão falando que vc só fez o mal no passado', etc. A impressão que tinham é que havia 'outra' pessoa igual a consulente dentro dela, uma espécie de irmã gêmea. Desdobrei ela e um dos médiuns viu o do 'fio de prata' que unia os corpos físico e astral da consulente. Entre os corpos, dentro do cordão de prata, parecia haver uma 'bola'. Retirei então o conteúdo do cordão e coloquei ao lado da consulente, a impressão era de ser um amontoado de carne com chumaços de cabelo. Essa coisa na vedade era um ovóide que 'habitava' o interior da consulente. 
     Em uma vida passada seriam irmãos gêmeos mas esse espírito não 'vingou' e se grudou à consulente, tendo já por mais de uma vez 'nascido' com ela nesse estado de parasitismo. Era apenas uma mente sem corpo, mas com uma emissão muito negativa. Ele acreditava que por ela fazer experiências com fetos naquela existência ele acabaria 'nascendo'.
Efetuamos a limpeza de praxe na residência da consulente e resolvermos averiguar a situação do centro onde ela 'trabalha' mediunicamente, onde inclusive atuam com apometria, embora segundo ela ultimamente não muito coordenadamente devido à saída de uma das pessoas que coordenava esse trabalho lá. Vimos que o a contra-parte etérica do centro, na dimensão astral, estava situada em região densa do umbral.
     Muitos médiuns da casa se afinizaram com entidades de baixa frequência e esta sintonia estava mantendo o centro preso nas regiões inferiores. Os trabalhadores do centro no astral estavam como que ilhados dentro da casa e cercados por entidades animalescas e horrendas, querendo insistentemente invadir o local e tomar conta de vez do centro. Nos disseram que seria preciso muita energia para socorrer esse posto e então resolvi fazer uma experiência. Já tinha em outra ocasião reunido as energias dos meus leitores e de pessoas que já atendemos para ajudar num resgate e resolvi fazer o mesmo. Sem dizer aos médiuns o que iria fazer, apenas pedi que me observassem para ver o que aconteceria.
     Mentalmente solicitei a todos as pessoas que lêem meus escritos e a todos os que atendemos em nosso grupo uma doação de energia. Não sei precisar quantos atenderam ao meu apelo, mas a energia que surgiu foi suficiente para fazermos o centro espírita que a consulente frequenta 'subir' e se situar novamente na crosta, ao 'nível' do centro físico. As entidades ligadas aos médiuns invigilantes urravam como animais tentando segurar o centro e impedir que ele deixasse seus domínios.
     Temos constatado que a grande maioria dos casos de fobias e síndromes estão associadas a ressonâncias com vidas passadas onde existem muitos espíritos vivendo em sofrimento e não apenas a eventos traumáticos pelos quais a pessoa passou em outras vidas. No caso em tela, de nada adiantaria apenas identificar a situação do 'coma' por exemplo, se não tivessem sido resgatados os seres ligados ao manicômio como um todo. A consulente estava ligada a frequências de duas vidas (ou mais) passadas onde se envolveu com experiências médicas anti-éticas e seus atos do passado ecoavam em seu psiquismo na vida atual.
     Apesar de 'trabalhar' mediunicamente por quase dez anos segundo ela, a situação 'astral' dela parece ter tido pouca melhora nesse tempo todo, talvez por não ter feito o 'trabalho' realmente com amor e dedicação. Entretanto, acabou logrando a possibilidade de um auxílio mais 'contundente', não sabemos se por merecimento próprio ou se por merecimento dos demais seres envolvidos nessa situação.

Gelson Celistre.

2 comentários:

  1. Gelson, parabéns pelo blog, os relatos são incríveis de uma riqueza de detalhes e profundidade que realmente nos faz repensar nossas próprias vidas. Quando você virá à São Paulo atender os irmãozinhos paulistas? (inclusive eu ? rs) Fique com Deus !!

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  2. Oi,

    Tendo um número de interessados que custeie as despesas é possível, já estive aí no início deste ano ministrando um curso de apometria e atendi duas ou três pessoas com TVP.
    Se houver demanda certamente iremos novamente.
    Abraço.

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