quinta-feira, 18 de março de 2010

A masmorra

     A consulente é uma senhora idosa com dores numa perna e inchaço num dos pés, disse que sentia como se tivesse uma faca enfiada no pé. Os médiuns sentiram um forte cheiro de 'carniça' quando ela entrou na sala e perceberam dois seres, com seus corpos em estado de putrefação, agarrados a ela.
Em vida passada a consulente era carcereira e carrasco em uma masmorra e se divertia em torturar os prisioneiros; para evitar que tentassem fugir ela os pendurava com os braços esticados por  uma corrente e lhes quebrava as pernas na altura dos joelhos, depois os colocava nas celas sem nenhum tratamento, muitos morriam, alguns desenvolviam 'gangrena' e ela então decepava-lhes as pernas com um facão.


     Na dimensão astral a masmorra ainda existia e muitos seres ainda se encontravam lá em sofrimento atroz, inclusive pq a consulente se desdobrava inconscientemente e voltava lá consstantemente para os torturar. Efetuado o resgate dos seres que estavam presos nessa masmorra e despolarização da memória da consulente, um dos seres incorporou e relatou as atrocidades que ela cometia com os prisioneiros.
     A consulente exalava espiritualmente um forte cheiro de urina e dejetos, causando náuseas nos médiuns, mesmo após retirarmos os seres em estado de putrefação que estavam grudados nela (ela havia lhes amputado as pernas). Um dos médiuns captou alguns 'pensamentos' dela, que tinha muita raiva dessas pessoas pobres que pedem coisas nas casas e que ela ficava com muito ódio quando algum desses lhe batia à porta, pensando que 'são todos vagabundos e que deveriam ir trabalhar', o que demonstra que atualmente ela ainda necessita de muita evangelização.
     Na perna dela que estava inchada havia uma lança cravada (que foi retirada) e foi feita uma assepsia energética tbm na residência da mesma, que estava bastante 'poluída' energeticamente.
Foi aconselhado a ela, por indicação da equipe espiritual, que durante 14 semanas, alternadamente, todas as quintas-feiras ela tomasse um banho de 'sete ervas', jogando depois a água utilizada em algum local onde tivesse vegetação (a natureza recicla essas energias negativas); tbm foi aconselhado que ela colocasse o pé afetado de molho em água morna com sal grosso, e que passasse ramos de arruda de cima para baixo na perna, para ajudar a retirar as energias negativas que se aglomeravam ali.
     Em função do tipo de atrocidade que ela cometia (torturas e principalmente por decepar as pernas das pessoas) o 'retorno cármico' é evidente nas queixas dela (problemas na perna e pé). É provável que as dores diminuam, em função de termos retirado o bolsão de espíritos sofredores ligados a ela, mas dificilmente vai obter uma cura total.

Gelson Celistre.

2 comentários:

  1. Voce diz que provavelmente nao tera cura a perna dela. Mas, e os espiritos que foram removidos? E se ela se arrepender? E se ela foi ate voces por merecimento, para poder melhorar? Eu sempre tenho muitas duvidas em relacao a karmas, tratamento espirituais, etc. Se ela se perdoar, nao pode obter a cura? Ou o perispirito dela esta lesado?

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  2. Olá amigo,

    Os espíritos removidos foram atendidos e não irão mais influenciar diretamente a consulente. Quanto ao arrependimento, mesmo que ocorra, não elimina o mal que ela causou aos outros. O que pode ocasionar o arrependimento sincero é que ao receber o retorno cármico ela não sofra tanto.
    Não julgamos o merecimento de quem atendemos, fazemos tudo o que é possível naquele momento, entretanto, pela nossa experiência o merecimento neste caso era mais dos seres ligados a ela em sofrimento do que propriamente dela.
    O perispírito dela certamente está maculado com os fluídos que ela mesma gerou e para obter a cura é preciso uma renovação interna com elevação do padrão vibratório.
    Não basta ela 'se perdoar', se fosse assim ninguém sofreria pq a criatura apronta todas em várias vidas fazendo mal ao próximo e depois se arrepende, 'se perdoa' e ficaria tudo bem.
    A lei do karma não funciona assim, para redimir-se da maldade somente com amor. Quem fez o mal tem que fazer o bem, e não apenas para si mesmo.
    Abraço.

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