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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A ilha

A consulente tem mediunidade e participou por quase dois anos de um grupo de apometria em sua cidade. Já havíamos verificado o grupo e vimos que estavam sendo orientados por seres das trevas. A consulente sente-se isolada, emocional e profissionalmente, e percebe que as pessoas se afastam dela.


Ao sintonizar com a consulente uma das médiuns sentiu arrepios pelo corpo e uma inquietação muito grande, seguida por um sentimento de desespero que logo se transformou em raiva. Puxamos o ser raivoso para a médium e dialogamos um pouco com ele:

- Porque vc ainda quer ajudar ela se sabe que ela é uma mentirosa? Eu não suporto gente dessa espécie, que faz o que não deve e depois ainda quer se fazer de coitada... pro inferno com esse tipo de gente!, disse o espírito;

- E tu é quem meu querido? São Francisco?, respondi;

- E vc quem pensa que é, Deus, pra sair por aí querendo salvar todo mundo? Pq vc não deixou ela quieta exatamente onde ela estava? Aí ela não tava nessa hj de ficar choramingando pelos cantos e se fazendo de coitada... de santinha do pau oco...

- Quem estiver sem pecado atire a primeira pedra...

Este espírito é um homem encarnado, que estava se manifestando em desdobramento inconsciente. Ele era de um centro que a consulente frequentou e do qual deixou de participar, mas segundo ele a consulente fez alguma coisa em sua estada lá que perturbou a harmonia do local e ele se sentiu prejudicado. Um caso de obsessão intervivos. Ele se aproxima (em desdobramento) das pessoas que possuem ligação com a consulente e instiga atrito entre elas para que ela acabe ficando sozinha. Fechamos essa frequência dele e o enviamos de volta ao corpo físico.

Ele estava sendo "inspirado" por um outro espírito, este desencarnado, que aproveitava os sentimentos dele em relação à consulente para prejudicá-la tbm. Este espírito vestia uma túnica preta de um tecido grosso e pesado, com um capuz que ocultava seu rosto, e com uma das mãos ele segurava um gadanho. Ele parecia com a figura mítica da morte. Este ser vivia numa região umbralina e mantinha vários espíritos aprisionados. Ao fazermos menção de libertá-los ele se manifestou dizendo:

- Daqui não sai ninguém, vc levou outros que estiveram nesse lugar mas eu assumi tudo aqui e tenho mais poder e sou mais forte que aqueles! Contra mim vc nada pode fazer!, disse a criatura;

- Aham, respondi;

- Esse lugar é nosso, todas as pessoas daqui são nossas e vc não vai interferir aqui de novo!

A criatura estava perturbando demais pois não parava de falar e nos ameaçar, então o paralisamos enquanto resgatávamos os espíritos aprisionados por ele, que tbm foi levado.

Nisso uma das médiuns captou uma outra frequência onde uma enfermeira e um médico, ambos vestidos com uma roupa branca, conversavam dentro de uma caverna. O local é amplo e possui várias celas com grades, onde havia espíritos presos. Estes espíritos eram usados para experiências. Quando a enfermeira se aproxima de alguma cela o espírito enjaulado reage com muito pavor. A simples presença dela causa terror nos prisioneiros.

A enfermeira pega uma bandeja de metal com várias seringas e ampolas e se dirige para uma das celas, onde um prisioneiro que não tem cabelos, olhos escuros e fundos nas órbitas e um corpo esquelético, aparenta um estado catatônico. Ele está sendo submetido a um experimento de isolamento, está sozinho ali há décadas, não vê ninguém além da enfermeira e tem várias crises de loucura, que são monitoradas por ela. Vários prisioneiros ali tiveram seu crânio aberto para estudarem seus cérebros.

A contra-parte física desse local no astral é uma ilha da Alemanha no Mar do Norte, onde os nazistas faziam estes experimentos já antes da Segunda Guerra Mundial, em 1938, e onde ainda, na dimensão astral, eles continuavam a ocorrer. A enfermeira era a consulente, que se desdobrava e voltava lá para trabalhar.

Durante a guerra os prisioneiros eram trazidos em barcos e levados para as cavernas, onde ficavam presos durante os experimentos que envolviam o cérebro humano e desajustes de comportamento, entre outros. Na ilha havia um prédio camuflado numa pequena floresta, que dá acesso às cavernas e onde fica o comandante do local.

O tal  comandante usa a energia de várias pessoas encarnadas para manter o local ativo. Assim como fez com a consulente, ele provoca nelas um desdobramento naquela frequência e as mantém interligadas com a ilha. O perispírito dessas pessoas estava sendo mantido em uma sala no prédio que vimos, dentro de enormes tubos transparentes, como se fossem tubos de ensaio. De seus corpos astrais saem miríades de finíssimos fios, semelhantes a fios de fibra ótica, por onde a energia é extraída. 

São todas pessoas jovens, entre 14 e 28 anos, em razão do nível de fluído vital que possuem. Os encarnados desdobrados com mais idade apenas trabalham ali, como a consulente, mas não tem seu fluido vital retirado nesses tubos.

O laboratório da ilha não faz apenas pesquisas, eles prestam serviços para vários outros grupos das trevas quando estes querem provocar loucura ou algum desajuste mental em algum encarnado. Alguns são usados para cometer homicídios, outros para prejudicar familiares e pessoas próximas, etc.

Nessa altura do atendimento nossa equipe espiritual já estava posicionada ao redor do laboratório, mas havia um tipo de escudo energético protegendo o local. Eu apareci no local vestindo um uniforme de comandante nazista na torre de controle do campo de força e desligamos o equipamento, permitindo a entrada de nossas tropas.

Um destacamento se dirigiu a caverna onde havia as celas para ir libertando os prisioneiros, enquanto eu fui ao local onde estava o comandante. à medida que íamos passando por salas onde haviam cientistas, enfermeiras, soldados e outros trabalhadores das trevas, eles iam sendo paralisados e outra equipe nossa os recolhia.

Encontramos o comandante da base conversando com um grupo de cientistas, orientando-os acerca de um novo trabalho que foi encomendado por uma facção trevosa. Ao me ver o comandante "ordenou" que eu me identificasse imediatamente, mas disse logo que seria melhor ele ir pacificamente, ao que ele retrucou dizendo que nunca. Insistiu em saber quem eu era e o que fazia ali, enquanto um dos soldados me apontava uma arma.

Nesse momento entrei na sala com outra frequência e paralisei o tal soldado. Numa tentativa de ganhar tempo alguns soldados abriram uma cela onde havia vários espíritos enlouquecidos, que saíram gritando e provocaram um certo tumulto, mas os paralisamos em seguida.

O comandante veio em direção à minha frequência de nazista tentando me atacar, mas o imobilizei, enquanto minha outra frequência paralisava os cientistas e os soldados eram presos por nossa equipe espiritual. Os encarnados desdobrados, como a consulente, tiveram suas mentes apagadas e foram enviados de volta aos seus corpos físicos, inclusive os que estavam nos tubos transparentes.

O comandante da base estava usando o desafeto encarnado da consulente (através do espírito com o gadanho) para reforçar a sensação de isolamento dela e a manter desdobrada trabalhando na ilha. O fato de ter mediunidade e não utilizar para alguma causa útil facilitou a situação para o comandante. Quem tem mediunidade, goste ou não, vai acabar "trabalhando", ou seja, vai ter essa faculdade utilizada para algum fim, e se não for para o bem vai ser para o mal.



Gelson Celistre

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Mediunidade aflorando

A consulente nos procurou por estar vendo um 'homem' perto dela há algum tempo, afirmou tbm que andou frequentando um centro espírita mas que chegando lá acabava adormecendo, não conseguindo manter os olhos abertos.
Pelo relatado já se percebe que a consulente possui mediunidade aflorando e que se não procurar desenvolver essa faculdade trabalhando caritativamente em prol dos espíritos sofredores, regularmente, não vai ter seus problemas solucionados.
Inicialmente os médiuns viram uma criança agarrada às pernas dela, uma menina aparentando uns 8 anos de idade. Perguntei à consulente se ela já havia feito algum aborto e ela respondeu que sim, pedi ao médim para constatar se era  esse o espírito, o que ele confirmou, e então o encaminhamos para nossa equipe espiritual.
Tbm havia um espírito obsessor, o tal homem que ela via, e que em vida passada fora seu marido. Como fosse ela uma mulher muito bonita naquela existência, e ele muito ciumento, após se casarem ele passou a trancá-la em casa e a não permitir que saísse ou outras pessoas a visitassem. Ela acabou se matando naquela vida e ele, em virtude da culpa e desespero, acabou enlouquecendo e morreu assim, totalmente perturbado.
Conversamos com ele, que afirmou que a prendia para que ela não fosse para determinado local, pois sempre que ela sai do corpo vai pra lá. Encaminhamos ele para nossa equipe. O tal local para onde ela ia era uma boate, que ainda existe numa região do astral associada à alguma localidade na Europa, onde a consulente 'trabalha' no ramo do entretenimento masculino.
Um fato interessante é que a consulente afirmou que o atual marido dela tbm agia de modo parecido a esse obsessor, querendo que ela fique apenas em casa, etc. Descobrimos que a tal boate para onde a consulente se desdobra, tbm é frequentada pelo seu marido atual, só que ele não se relaciona com ela lá, apenas observa ela 'servir' os outros frequentadores do local.
Isto está ocorrendo pq ambos já se conheciam de uma vida passada da consulente, provavelmente a anterior à atual, onde ela era uma prostituta que trabalhava nessa boate e ele era um cliente apaixonado por ela. Só que ele não tinha recursos para pagar os serviços da consulente e tbm ela não queria abandonar sua vida devassa.
Em determinada ocasião esse cliente apaixonado (o atual marido), louco de paixão, invadiu um dos quartos da boate onde sua amada estava exercendo seu ofício a fim de se declarar e, para sua surpresa e desgosto, a encontrou na cama com seu próprio pai, que era cliente dela.
Ele ficou muito perturbado e acabou se matando. Naquela vida ele era órfão de mãe e fora praticamente criado pela irmã mais velha, que o amava muito. Atualmente aquele espírito que fora sua irmã é sua filha.
A consulente tbm tem um filho adolescente de um casamento anterior e que fora seu namorado em outra existência, sendo que o guri estava se desdobrando com essa personalidade adulta daquela vida passada e sentindo ciúmes da mãe, passando a tratá-la mal no dia-a-dia em virtude desse sentimento. Apagamos sua memória relativamente àquela existência para ver se melhoram suas relações.
Tbm havia junto da consulente uma 'pomba-gira', uma cigana que em outra existência forma irmã dela. Naquela vida elas formavam uma dupla de golpistas. Enquanto uma distraía o cliente com seus favores sexuais, a outra lhe subraía os pertences de valor. Em várias dessas oportunidades os clientes acabavam percebendo o roubo e nessas ocasiões elas os matavam. Havia vários espíritos vítimas dessa dupla que foram socorridos nessa frequência, além da própria cigana.
Durante a consulta, no momento em que a cigana apareceu, a consulente se tremia toda, com se estivesse num local muito frio. Inlcusive aproximei a cigana dela para ver se ela incorporava mas ela apenas se tremia mais, entretanto, as reações da consulente indicam que ela tem mediunidade de incorporação e que se iniciar seu desenvolvimento em breve vai estar "dando passagem".
Havia ainda com a consulente uma bruxa colega dela de outros tempos e outra situação onde ela ia para um bordel no astral, onde a vibração era muito baixa e onde havia muitos seres que foram resgatados e o local destruído.
É interessante notar as ligações da vida atual desse grupo de espíritos que se reencontra novamente e os sentimentos que permeiam suas relações, praticamente os mesmos da vida anterior, e observar como somos atraídos para os seres com os quais tivemos relações mais fortes e recentes, dentro do contexto reencarnatório.
Abraço.

Gelson Celistre.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Dramas

     Antes da consulente entrar uma das médiuns já começou a sentir dor num dos joelhos. Enquanto a consulente nos relatava seus dramas a entidade, já incorporada na médium, se mostrava impaciente para falar. Era um homem que morreu espancado a marretadas, principalmente no joelho, pela consulente que em outra vida era um homem e tinha algum cargo de responsabilidade em uma aldeia.


     Descoberto por este outro que estava roubando os aldeões ele foi morto. Logo depois todos descobriram que ele os roubava e ele incendiou a aldeia, onde muitos morreram queimados. Foi efetuado um resgate coletivo nesse sítio astralino. Captamos outra vida onde a consulente era 'benzedeira' e fazia partos e abortos. Naquela vida era uma psicopata pois ela matava crianças no parto e dizia às mães que a criança nascera morta, em muitas ela provocava deliberadamente danos nos órgãos reprodutores das mães para que elas não tivessem mais filhos. Resgatamos muitos seres nessa frequência.
     Na vida atual ela fez um aborto e o espírito que ia nascer como filho dela se manifestou na reunião, dizendo que seria uma oportunidade dela se tratar desse 'problema' que ela tem com crianças. Não parecia revoltado, apenas decepcionado por ela não ter levado a gravidez adiante.
Outra médium captou uma vida anterior da consulente onde ela teve que ser 'barriga de aluguel' para a própria irmã. Era o período medieval e a família dela era de origem humilde. Entretanto, sua irmã casou com um fidalgo e descobriram depois que ela não podia ter filhos.
     Para dar um herdeiro ao fidalgo os pais dela a obrigaram a manter relações com seu cunhado até engravidar, a fim de que esse filho fosse revelado a todos como sendo da irmã dela. Ela acabou vivendo sozinha a vida toda e nunca pode revelar para a criança, uma menina, que era a mãe verdadeira dela. A consulente tbm estava desdobrada numa cidade umbralina, onde 'coincidentemente' o governador é um ser que foi meu pai em passado remoto.
     Há algum tempo este ser apareceu em uma de nossas reuniões, acompanhado de um enorme cão negro, para reclamar que eu estava indo até sua cidade com o intuito de 'convertê-lo'. Eles não opuseram resistência quanto à retirarmos a consulente de lá, apenas observaram se iríamos conseguir, pois tinham alguma 'fé' de que a consulente não sairia facilmente, no que tinham razão.
Entretanto, nós a retiramos e apagamos sua memória inconsciente ativa para que ela esquecesse sua ligação com aquela cidade. Enquano apagávamos a mente da consulente desdobrada, fisicamente ele estava visivelmente perturbada, tremia e chorava, sentia falta de ar, etc.
     Logo que efetuamos o apagamento ela se situou em outra situação no astral. Estava num porão escuro,  era um menino de uns 5 anos, que tinha sido trancado ali pelo pai, que tinha desconfianças sobre ser realmente o pai biológico do menino. A mãe dele foi espancada e ele morreu preso nesse porão. Pedi ao médium que viu essa cena para que levasse o menino para o nosso hospital e fui tratando outra situação que estava ocorrendo com outros médiuns.
     Depois que terminamos a reunião, esse médium comentou que havia cometido um erro naquele momento, mas que a equipe espiritual o alertara e já fora sanado. O que ocorreu foi que quando ele foi levar o menino para o hospital esse pediu para levar junto seu gatinho, pois não queria se separar dele. O médium inocentemente achou que não teria problemas nisso e mandou o tal gatinho junto com o menino para o hospital. Depois a equipe o contatou e mostrou a ele que o tal gatinho na realidade era uma parte da consciência da própria consulente e que o animal estava atacando os trabalhadores do hospital.
     Foi percebido que a consulente vivia muito desdobrada nessa cidade umbralina pois lá tinha sexo e poder, enquanto que sua vida no plano físico é solitária e monótona, sem muitos atrativos para ela. Tbm foi vista uma outra vida onde a consulente se suicidou pq não aguentou cuidar de dois filhos que ela tinha, apesar de parecer ser uma vida normal. No final da reunião senti uma presença perto de mim e pedi para um dos médiuns veririficar, era o meu 'pai' que veio bisbilhotar e disse ao médium que dessa vez tínhamos vencido mas que não pensássemos que seria sempre fácil assim daqui pra frente.
     Na vida atual a consulente vive um drama íntimo, que não convém mencionar, por conta de um fato que ocorreu e que tem ligação com um evento ocorrido numa dessas vidas passadas e que ela não aceita, foi aconselhado a ela que procurasse um trabalho onde pudesse ter contato com crianças para tentar desenvolver a amorosidade, perdão, além da renovação interior necessária, estudo do evangelho, etc.


Gelson Celistre.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Pais e filhos

A consulente, uma jovem de vinte e poucos anos, reclamava de crises de choro sem causa aparente, diz que não pode entrar numa igreja por exemplo que desta a chorar, e descontrole emocional. Tbm queria saber o motivo de ter um certo atrito com o pai. Logo no início do atendimento já foi capatada uma frequência dela, onde havia dez espíritos que a acompanhavam, que se imantaram a ela há alguns anos quando o avô, já falecido, estava internado num hospital e ela o ia visitar. Um deles se manifestou através da psicofonia de uma das médiuns, sentia muita falta de ar por ter morrido em função de uma doença nos pulmões. Eram apenas seres sofredores e se aproximaram dela por conta da mediunidade que a mesma possui, não desenvolvida.
Uma vez resgatados estes dez seres, logo se manifestou um outro, um antigo cobrador, lhe pedindo contas de sua vida, que ela lhe teria tirado com um violento golpe na cabeça. Naquela existência, a consulente era guarda-livros de um modesto comerciante, que prosperou e acabou dando sociedade do negócio à sua 'fiel' empregada. Ele ainda sentia uma forte dor na nuca por conta da paulada que recebera dela e que o matara. Tinha muita raiva dela e queria que acontecesse 'o mesmo' com ela, estava com dificuldade de se desapegar dessa situação, não diria nem de perdoar pq geralmente é difícil para um ser mudar assim de um momento para outro, e então o fizemos lembrar de uma vida anterior dos dois. Eles eram casados, muito felizes segundo ele, e ele acabou ganhando muito dinheiro. Com os bolsos cheios sua esposa já não lhe interessou mais e ele a abandonou na miséria. Depois de lembrar isso ele até ficou um pouco envergonhado e aceitou ir com nosso pessoal pro hospital sem dar trabalho.
Resolvemos averiguar onde andava o tal avô dela que falecera há alguns anos, pedimos para que ela lembrasse dele e através dessa frequência aberta pela mente dela, 'puxamos' o espírito e o incorporamos numa das médiuns. O diálogo que entabulamos foi meio egraçado, o avô chegou dizendo que 'finalmente alguém ia falar com ele', pois estava morando na casa com a neta e os pais dela e ninguém o via, não lhe respondiam o que perguntava, etc. Disse que 'achava' que estava morto, mas não sabia para onde ir. Não era nenhum pouco espiritualizado e ainda reclamou que 'alguém' deveria aparecer para dizer para onde ele deveria ir e pelas 'noçoes' que ele tinha achava que deveria ir para o 'céu'. Após trocarmos algumas idéias ele aceitou ir com nossa equipe, mas dizia que não estava doente e não queria ir para o hospital (havia morrido de câncer e ainda estava com sequelas).
Foi vista uma vida passada da consulente onde ela foi seduzida e desonrada por um homem casado. A família dela a internou num convento e ela foi acolhida por uma freira a quem muito se afeiçoou.
Esta freira na vida atual é a mãe da consulente. O homem que a desonrou naquela vida hoje é o pai (daí a desavenças). A avó dela na vida atual era a mãe dela naquela vida, e inclusive naquela existência tentou matar o homem que havia desonrado sua filha com um machado. Num lance 'de sorte', ele conseguiu se desviar do primeiro golpe que ela desferiu e caiu para trás, sendo que o segundo golpe com o machado lhe decepou um pedaço da perna direita, logo abaixo do joelho. A avó da consulente inclusive apresenta um problema de saúde justamente nessa região, a parte da perna abaixo da canela, se estentendo até o pé. Estes estão com os nervos enrijecidos e enrugados, tendo a tal senhora feito várias cirurgias sem logar êxito, pois a 'medicina' afirma que não tem nada de errado e não sabe o motivo do problema.
Aproveitamos para averiguar esse problema da avó da consulente e os médiuns viram algo inusitado, no corpo astral da tal senhora, ao invés de uma pé humano, havia um pé de galinha, isso mesmo, um pé de uma galinha! Logo em seguida, uma das médiuns incorporou uma entidade debochada que disse: 'é melhor um pé de galinha do nenhum pé' e desatou a rir. Conversando com este ser soubemos que a avó da consulente havia ido num 'terreiro' atrás de um 'trabalho' que melhorasse o seu pé, regado a sangue naturalmente. O que as entidades do tal terreiro fizeram foi 'enxertar' um pé de galinha na tal senhora. Este ser não quiz nossa ajuda, disse que sabia bem o que estava fazendo e as consequências mas não queria mudar. Deixei-o ir.
As médiuns captaram uma presença feminina e logo incorporou uma bruxa, afirmando ser 'colega' da consulente de muito tempo e que trabalhavam juntas (a consulente em desdobramento inconsciente), disse tbm que quando ela não 'quer ir' ela dá um jeito de 'incentivá-la'. Rastreando as ligações energéticas dessa bruxa, que afirmava ter morrido em 1421 e desde então não teria reencarnado, após passar por aqueles seres meio 'lagartos', nos deparamos com uma entidade muito trevosa.
Este ser se apresentava como a figura 'típica' do diabo, pernas peludas e retorcidas com patas fendidas e chifres na cabeça. Já chegou proferindo impropérios contra a tal bruxa por o terem exposto. Como de praxe, enquanto conversava com ele, que se mostrava bastante calmo (apesar da médium o ter sentido com muito ódio quando foi descoberto), pedi as outras médiuns que fossem até os locais onde ele habitava e fossem libertando os prisioneiros e destruindo o que fosse pernicioso. Ele parecia não se importar e apenas dizia que faria tudo de novo.
Junto dele, desde que chegou, as médiuns haviam visto uma mulher ruiva. Pedi para uma das videntes averiguar se essa ruiva era encarnda pois já suspeitava de quem era. Ela viu o 'cordão de prata' saindo do corpo da ruiva e mandei que ela verificasse a quem estava ligada. Não foi surpresa quando a vidente disse que o cordão de prata estava ligado a consulente, ou seja, ela estava desdobrada junto com o tal ser trevoso. Como este ser era muito forte e muito perigoso, efetuamos o 'apagamento' (despolarização de memória) de sua mente. Enquanto sua mente era esvaziada e a médium na qual ele estava incorporado estava acompanhando o processo, ela observou que a última lembrança que sumiu da mente dele foi a de que havia um 'trabalho' feito e que através dele 'os outros' conseguiriam acessar a consulente.
Esta mesma médium viu que este trabalho era aquele que foi feito para a avó da consulente e que ele disse que 'apenas' foi junto com sua avó no tal terreiro. Eu disse a médium que para que eles pudessem acessar ela através desse feitiço ela teria que ter tido uma participação mais 'ativa' nele, o que ela negou quando interrogada. Pedi a médium que observasse o que houve quando foi feito o tal feitiço de modo mais amplo e então ela percebeu que a consuelnte, em desdobramento, foi quem agendou o atendimento (no plano astral) com as entidades que trabalhavam na tal casa e que, inclusive, no dia do atendimento em que ela foi junto com a avó fisicamente, ele tbm estava lá desdobrada e foi ela quem negociou os 'termos' do acordo e o que seria feito.
Após atendermos a consulente, atendemos o pai dela, nosso segundo consulente da noite. Totalmente desinteressado de assuntos espirituais, disse que veio pq a filha pediu. Apesar disso resolvemos 'dar uma olhada' no cidadão. De pronto surgiu um espirito muito revoltado com ele, com um pedaço de pau na mão, querendo bater em todo mundo. Conversando com ele descobrimos que ele era o pai da consulente naquela vida onde ela foi desonrada, e ele queria 'matar' o pai atual dela. Estava irascível e nem havia percebido que sua filha agora era filha dele. Enquanto conversávamos a equipe espiritual o induziu ao sono e o levaram para tratamento.
Tbm havia um padre que morreu há alguns anos e que era amigo do consulente, desta vida mesmo. Como este tem o hábito de beber vinho o tal padre bebia junto com ele, diariamente. Conversamos um pouco e eu tive que lhe dizer que se aquilo em que ele acreditava e ensinava aos outros fosse verdade ele não estaria ainda vagando por aqui, pois estava receoso em aceitar nossa ajuda pq disse que assim ele iria se tornar 'espírita'. Acabou aceitando ajuda pq lhe garanti que ele não precisaria se tornar espírita.
Ainda ligado ao consulente, apareceram dois amigos dele de vidas passadas, sendo que um deles o consulente havia assassinado com um tiro na barriga, por desconfiar que sua esposa o traía com este amigo. Este afirmou que não era verdade, que seu amigo viajava muito naquela vida e que ela ajudava em alguma coisa a esposa, mas nunca se relacionou sexualmente com ela. O outro, que era meio 'bebum', achava que ele realmente tinha algo com a mulher e acabaram discutindo. Para resolver o impasse eu trouxe a tal mulher e ela disse que não teve nada com nenhum dos dois, mas que tinha um amante sim naquela vida. Inclusive disse que tentou mais de uma vez o rapaz que morreu e ele em respeito ao amigo nunca quiz nada com ela.
A consulente, a moça, tem mediunidade e precisa aprender a utilizar, pois sempre vai atrair os espíritos necessitados e os mal-intencionados. Some-se a isso um passado envolto em magia negra e o resultado são muitos incoômodos. A frequência regular numa casa ou grupo espírita é a única solução para os problemas que ela está enfrentando.
Abraço.

Gelson Celistre.