sábado, 26 de setembro de 2020

Deus

     O câncer é uma doença que sempre tem um componente espiritual atuante, são energias negativas que se aglutinam em nosso corpo astral e acabam sendo drenadas para o corpo físico por serem de baixa vibração. Quando essa carga energética é pontual, ocorre por algum motivo qualquer mas não se renova no astral, o tratamento no físico sendo eficiente geralmente elimina o problema, mas quando no astral essa energia tem uma fonte que continua produzindo essa energia, é preciso que a causa espiritual seja eliminada, caso contrário o tratamento aqui no físico não surtirá efeito, geralmente conseguem eliminar um foco da doença, mas logo ela aparece em outro órgão do corpo.

Deus o Paipintura a óleo do artista Cima da Coneglianoca. 1510.
    Nossa consulente teve câncer no ano passado e se tratou, está curada, e também fez um tratamento espiritual numa tradicional casa apométrica em Porto Alegre, que eliminou o componente espiritual. A consulente está curada. Entretanto, este ano o animal de estimação da família faleceu com câncer e devido a intercorrência de outro caso no espaço de meses ela resolveu solicitar uma limpeza energética na sua residência.

    Observamos que havia uma energia acinzentada em forma de teia ou rede sobre a casa, como se tivessem largado uma rede de pesca sobre ela, só que os buracos da malha eram irregulares, de vários tamanhos, e tinham uma forma orgânica e não geométrica. A energia dessa teia era densa, de baixa vibração, e foi essa energia que causou o câncer na consulente e no seu animal de estimação, devido a exposição continuada a essa energia.

    Foi visto também que várias outras casas próximas a da consulente naquela região também tinham essa teia, que também cobria os quintais e ruas em vários locais. Quando começamos a destruir as tais teias, eis que surge no céu sobre algumas nuvens o próprio Deus dizendo que não tínhamos o direito de desmanchar aquilo, pois a consulente lhe deve.

    Para quem nunca viu Deus ele é um velho de barba e cabelos brancos com uma túnica comprida e muito grande, um gigante, talvez uns 10 metros de altura, e bastante acima do peso, talvez por conta da pandemia.

    Conheço muitos médiuns que se vissem essa cena, Deus sobre as nuvens, acreditariam piamente que era o próprio, assim como muitos acreditam que enxergam Jesus, a Virgem Maria e personagens de toda ordem, mas bastou um estalar de dedos para ele voltar a sua forma normal, humana.

    Tratava-se de um espírito que foi um pajé indígena e vivia nessa mesma região quando houve a colonização, há cerca de 250 anos. Ele era conhecedor de ervas e plantas medicinais, mas deixou tudo para trás ao ser aculturado, catequisado e adotar o Deus dos colonizadores brancos. Quando ele morreu estava com um crucifixo na mão e rezando.

    No astral ele não foi recebido por ninguém, não foi para junto dos índios da sua tribo porque tinha sido aculturado e ficou por ali mesmo. Ele percebeu que as pessoas que iam chegando e desmatando a floresta para construir suas casas rezavam muito pedindo a Deus saúde, prosperidade, proteção, essas coisas, e essa energia lhe fazia bem. Ele então pensou que ele deveria ser um emissário de Deus, que receberia as preces das pessoas e as encaminharia, mas com o tempo, como Deus nunca apareceu, ele passou a ser ver como o próprio Deus e se transformou na imagem de como ele imaginava que Deus seria, talvez por ter ouvido alguma descrição ou ter visto alguma pintura religiosa.

    Nossa equipe espiritual nos informou que desde que Deus está ali na região, onde tomou posse de várias residências jogando sobre elas sua rede, mais de 6.000 pessoas adoeceram e morreram por conta dessa energia. Nessa região resgatamos mais de 3.000 índios que viviam ali antes dos brancos invadirem e o pajé Deus acabou sendo levado junto com eles.

    Gelson Celistre


    

   

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