quinta-feira, 17 de maio de 2012

Quem somos nós? Parte 2/2

Leia antes Quem somos nós? Parte 1

Após já termos fechado três frequências da consulente, uma onde era uma bruxa, outra onde ela espionava um grupo das trevas rival e outra onde era um comandante nazista, a consulente apareceu em outra frequência como bruxa, onde manipulava fluídos densos e escuros para deformar o corpo astral de vários espíritos que ela mantinha aprisionados. A médium que sintonizou com ela começou a tremer e quase desmaiou.


Descobrimos que em todos os lugares onde a consulente foi buscar ajuda para seus problemas de saúde ela atacou as pessoas que a atenderam em desdobramento e lhes colocou um ovóide grudado no corpo astral.

Ao perceber que estava sendo observada ela disse:

- O que quer aqui bruxo? Se veio se aliar seja bem-vindo, caso contrário saia já! Meu tempo é curto e tenho muito o que fazer, decida-se logo!

Não dei conversa e comecei logo a apagar a mente da bruxa que relutou muito mas acabou cambaleando e desmaiou. Recolhemos vários ovóides que ela mantinha nesse local, que ficaram aos cuidados de nossa equipe espiritual. Devido ao tempo em que estavam nessa condição será preciso receberem um tratamento para poderem reencarnar novamente.

Ainda estávamos recolhendo os ovóides quando a consulente apareceu desdobrada novamente, em outra frequência como bruxa, acompanhada de vários seres pequeninos, parecendo gnomos, que ficaram pulando ao redor da médium. Aprisionamos os pequenos seres numa bolha e apagamos novamente a mente dela nessa outra frequência.

O cientista

Captamos então outra frequência da consulente, num laboratório, onde ela enfiava agulhas nas pernas de uma mulher, testando terminações nervosas, músculos e movimentos, com a finalidade de potencializar os efeitos da esclerose múltipla. A mulher que está sendo cobaia é encarnada e é parente da consulente, mãe ou tia.

Este cientista presta serviços a terceiros tbm, para outros seres das trevas, quando estes querem provocar doenças ou obsessões complexas em suas vítimas encarnadas. Ao perceber a presença da médium no local o cientista jogou algum gás venenoso no rosto da médium, que a fez sentir-se mal aqui no físico.

Apagamos a mente do cientista e o enviamos de volta ao corpo; depois disso passamos a explorar o laboratório. Encontramos mais pessoas em outra sala, encarnadas desdobradas e desencarnadas, que retiramos dali. Depois de retiradas as pessoas, agentes de nossa equipe espiritual destruíram tudo ali com uma espécie de lança-chamas.

A feiticeira

Encontramos a consulente em outra frequência no astral. Dessa vez ela era uma feiticeira em uma tribo primitiva e faziam rituais com sacrifício humano. Além da consulente havia mais dois feiticeiros que oficiavam os rituais com ela e que na vida atual são seu marido e filho. 

O ritual era feito ao redor de uma fogueira onde a vítima a ser sacrificada tinha quase todos os ossos do corpo quebrados a bordoadas. Depois de lhe quebrarem quase toda eles a sangravam e bebiam seu sangue, e isso ocorria com a pessoa ainda viva.

Na cabana da feiticeira havia centenas de crânios e ossos (femur) amontoados, tanto de adultos como de crianças. Na vida física onde fizeram esses rituais, havia um ser que recebia a energia das pessoas mortas no ritual e que as aprisionava. Este ser era um esqueleto, tinha um corpo feito de ossos humanos e sua cabeça era um crânio.

Apagamos a mente da consulente e seus familiares, efetuamos o resgate de centenas de espíritos que estavam aprisionados ali junto aos ossos e o tal ser foi aprisionado. Muitos desses espíritos estavam encarnados e viviam ali presos em desdobramento.

A represália

Após temos publicado o primeiro relato do caso, a consulente em desdobramento atacou uma das médiuns que participou do atendimento, aprisionando-a numa caverna onde havia mais uns 50 espíritos aprisionados. Resgatamos a médium e os espíritos por merecimento deles e não da consulente, que ainda tem várias frequências abertas nas trevas e que vai ter que se modificar muito, mental e emocionalmente, para deixar de trabalhar nas trevas em desdobramento.

Quem somos nós?

Analisando este caso podemos ver como são complexas as manifestações de nosso espírito na dimensão espiritual e como isso se relaciona com nossa vida material. O que conhecemos de nós mesmos é apenas a ponta do iceberg, é a diminuta parcela de consciência que temos relativa a nossa vida atual na matéria.

Podemos estar vivendo várias vidas ao mesmo tempo em outras dimensões e movimentando diversos tipos de energia. No caso dessa consulente ela estava atuando em vários níveis na dimensão astral e em todas com um caráter muito negativo e cruel e que, pela lei de ressonância, fazia com que ela sentisse aqui em seu corpo físico tudo que ela provocava nos espíritos que mantinha aprisionados.

Não sabemos nem o que fazemos quando nos afastamos um pouco do corpo físico, em desdobramento (e todos nós nos desdobramos), momentos em que a enorme carga energética que trazemos em nosso inconsciente, que são nossas memórias de vidas passadas, nos influencia e acaba dirigindo nosso comportamento. Vc que está lendo isto agora, teria convicção em afirmar que não faz nada disso no astral quando está desdobrado?

Abraço.

Gelson Celistre

6 comentários:

  1. O que noto com clareza é que durante o período de repouso do corpo físico, principalmente quando com algum grau de lucidez, os freios que nos impomos durante o estado de vigília não existem; as imposições morais ainda não interiorizadas não conseguem esconder o que ainda somos. Já tive atitudes lúcidas durante o sono que normalmente não faria. Um abraço e desejos de permanente força à equipe.

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  2. Olá,

    É isso mesmo, só que não apenas durante o sono, mas em estado de vigília tbm nos desdobramos e atuamos no astral, com maior ou menor grau de lucidez.

    ABraço.

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  3. Impressionante constatar que não nos conhecemos, que há médicos e monstros em cada um de nós.

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  4. E como faríamos para saber o que fazemos em desdobramento? Gostaria de saber eu ando fazendo por aí.

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  5. Olhe para dentro de vc mesmo e veja aquilo que vc gsotaria de fazer mas não faz pq não tem poder para fazer, ou tem medo, ou vergonha, ou é ilegal, ou imoral, etc.
    Em desdobramento agimos como gostaríamos de agir se não tivéssemos nenhuma das limitações que temos aqui, como leis e convenções sociais e morais. Lé vc mostra o seu verdadeiro eu.

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  6. Conheci seu blog essa semana, e gostaria de saber se ha um lugar no rio de janeiro que eu possa procurar para me ajudar a descobrir as causas do meu problema.
    1o. Eu durmo demais e acordo sempre cansada, sem disposicao para nada. Tambem, dores de cabeca constantes.
    2o. Quando tento estudar, nao consigo me concentrar nem um pouquinho. Sempre passa as coisas mais idiotas pela minha cabeca.
    Bem, o principal eh isso, eu acho...

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