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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Sintonia por proximidade geográfica

     A consulente, brasileira residente nos Estados Unidos à cerca de um ano, relata que desde que chegou lá sua saúde ficou péssima, com constantes dores de cabeça, estômago, intestino, útero, ovários, extrema dor nas pernas; está com dificuldades em aprender o idioma, sente-se exausta, desanimada e sem forças todos os dias.
     Ao verificarmos a situação encontramos a consulente com três frequências abertas: 

     1ª) Guerra Civil


     A consulente foi um oficial comandante na Guerra Civil americana e era muito cruel com os prisioneiros, tendo torturado e mutilado muitos deles, o que levou vários ao óbito. Dentre suas práticas prediletas estava cortar a língua para que não pudessem falar nada caso fugissem e também cortar as pontas dos dedos para que não pudessem escrever. 


      Vários deles ainda estavam desencarnados e "encontraram" a consulente quando ela se mudou para os EUA, pois estavam energeticamente ligados ao local no plano físico onde ocorreram os fatos em vida passada. Já nos deparamos com vários casos semelhantes a esse e o que ocorre é que um bolsão de espíritos ligados a locais no físico se conectam com alguma pessoa que conviveu com eles por "proximidade geográfica", ou seja, a sintonia da consulente se deu porque ela foi para o mesmo local onde viveu em vida passada e ao qual estes espíritos estavam ligados.
     Como ela está karmicamente ligada a eles por ter provocado a morte de muitos deles, ao se conectar houve a abertura da frequência, ela passou a ser obsidiada por eles e a sentir em seu próprio corpo, por efeito reflexo, o que eles sentiam. Resgatamos todos os espíritos e fechamos a frequência. Se o tempo que ela ficou conectada com eles não provocou nenhum dano ao corpo físico as dores que sente devem desaparecer ou minimizar bastante.

2ª) O chantagista

     Em outra frequência a consulente também era homem e residente nos EUA. Esse homem tinha um amigo que tratava as pessoas com hipnose. Entretanto, como eram desonestos, esse hipnólogo aproveitava o estado de transe de seus pacientes, muita gente da alta sociedade, para descobrir segredos pessoais e depois ambos chantageavam a pessoa para que esses segredos não fossem revelados. 
     Isso deu certo por algum tempo mas um dos chantageados abriu o bico e a dupla acabou tendo que fugir para não ser presa. O chantagista, nossa atual consulente, passou muito medo e a fuga foi difícil. Ele acabou fugindo para o Oriente. O hipnólogo estava no astral e tbm encontrou a consulente quando ela se mudou para os EUA, como ele estava meio fraco, abriu essa frequência para se conectar com ela e absorver sua energia. Foi preso e a frequência foi fechada.

3ª) A bruxa

     Nessa frequência  a consulente estava bastante ativa e mantinha presas em gaiolas muitas pessoas, tanto desencarnadas como encarnadas desdobrados, 58 no total, que vampirizava e utilizava para bruxarias. Como na situação da Guerra Civil, por reflexo ela sentia o que esses espíritos presos sentiam. Foram todos libertados e a frequência fechada. Como bruxa inclusive ela tentou atacar a médium que estava lá desdobrada, mas foi presa sem maiores problemas e sua mente foi apagada.
      

     O motivo principal dos problemas da consulente foi sua mudança para os Estados Unidos, pois por "proximidade geográfica" ela abriu frequências de vidas passadas e acabou atraindo para si energias e espíritos ligados a ela karmicamente. Pelo forma como se abriram as frequências, é provável que se ela tivesse ficado em seu país de origem não abriria essas frequências e não estaria passando por isso, apesar de ser possível também abrir as frequências de outras formas.
     As dores e dificuldades devem desaparecer ou pelo menos minimizar bastante mas não se descarta a possibilidade dela abrir outras frequências, principalmente por ter sido bruxa em vida passada.

Gelson Celistre

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O açougueiro de Lyon

A astúcia dos espíritos malignos é surpreendente. Recentemente nos deparamos com um espírito que em vida passada foi um nazista bastante conhecido, Klaus Barbie,  chefe da Gestapo, também conhecido como "o açougueiro de Lyon", tamanha era sua crueldade com os prisioneiros, principalmente pelas torturas durante os interrogatórios.
Klaus Barbie, o açougueiro de Lyon, estava trabalhando
com um médium espírita ditando livros e planejando seu reencarne para 2013.
Após a guerra ele trabalhou para os EUA como espíão e depois instalou-se na Bolívia, participando do governo ditatorial do General Luiz Garcia Meza. Somente com o retorno da democracia na Bolívia em 1987 ele foi extraditado para a França, onde havia sido condenado à prisão perpétua por crimes de guerra. Ficou apenas  4 anos preso, pois morreu de leucemia na prisão em 1991.

A cara-de-pau era tanta que ele estava usando o mesmo nome, Klaus, e inclusive falando sobre como as "trevas" atacam os centros e grupos espíritas. Nos deparamos com essa situação através de um e-mail que foi enviado ao nosso grupo do Yahoo por um dos listeiros, com trechos de um diálogo entre o médium que o psicografa e o tal espírito Klaus, pois uma das médiuns quando leu a mensagem sentiu-se mal e acabou se conectando com o espírito.

Quando efetuamos a verificação e a médium sintonizou com o espírito novamente, ele já se mostrou muito irritado e começou a ameaçá-la por ela ter falado o que sentiu, dizendo que a lingua dela era muito grande, etc. Conversei um pouco com ele através da psicofonia da médium, mas ele foi bastante agressivo e relutante em falar algo. Se dizia muito ocupado e que não tinha tempo a perder comigo.

Klaus incentivou inclusive o médium com o qual trabalha e fazer trabalhos de caridade com crianças, a fim dele formar uma espécie de séquitos de seguidores para quando ele reencarnar. Em função de seu karma ele não pode mais adiar a reencarnação por muito tempo, por isso esse trabalho com o médium e com as crianças.

Ele tinha um grupo de seguidores no astral que ficou encarregado de vampirizar essas crianças e armazenar a energia delas para que ele possa usar posteriormente, pois mesmo estando encarnado e tendo "esquecido" seu passado, eles iriam ajudá-lo a lembrar em desdobramento e assumir essa personalidade novamente. No astral ele pegava essas crianças desdobradas e colocava um tipo de aparelho nelas para manter o vínculo com ele e para elas poderem ser acessadas.

A médium chegou a ver algumas cenas dele de sua última encarnação, onde ele, por "curiosidade", abria a cabeça de algumas pessoas e retirava os cérebros. Ele não era médico mas gostava de fazer experiências bizarras sem propósito, apenas por diversão.

Localizamos sua base no astral e quando nos projetamos lá ele tentou fugir apressado, mas o paralisamos e  prendemos em uma bolha. Retiramos os aparelhos das crianças e as mandamos de volta aos seus corpos físicos.

No astral o médium desdobrado palestrava para várias pessoas tbm desdobradas que pareciam em transe hipnótico. Cortamos um tênue fio que o ligava ao espírito Klaus, apagamos sua mente e o enviamos de volta ao corpo, assim como as pessoas desdobradas ali.

O médium ligado ao espírito Klaus tinha uma forte ligação com ele de vidas passadas e foi através da energia desse médium e da ajuda de alguns magos do grupo dele no astral que ele conseguiu evitar seu reencarne imediato após sua morte em 1991. Entretanto, agora ele teve sua mente apagada e vai ser encaminhado para reencarnação, que vai ocorrer no ano de 2013, numa cidade do interior do Brasil.

Abraço.

Gelson Celistre.