terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Pedofilia

     A energia sexual é a mais primitiva e mais forte que temos e, apesar dos muitos milênios de evolução da nossa civilização, ainda é a energia que guia a ação da maioria das pessoas. Quando bem direcionada essa energia pode nos proporcionar um ascenso espiritual, mas descontrolada ela só nos causa prejuízos. Algumas disciplinas esotéricas da antiguidade, como o Tantra Yoga, usavam essa energia para se atingir a iluminação. 




     Várias religiões adotaram o celibato como prática, algumas para que o devoto sublimasse essa energia, outras por motivos mais práticos como não deixar herdeiros, que parece ter sido a motivação da igreja católica. O fato é que grande parte dos padres celibatários não consegue "sublimar" o desejo sexual em desejo de servir a Deus e acaba dando vazão a suas necessidades primitivas de uma maneira vil e destrutiva, através da pedofilia.
     Nesse atendimento nos deparamos com um padre católico que visitava semanalmente um orfanato com o pretenso intuito de orientar as crianças. A media de idade das crianças era de 5 a 10 anos em sua maioria, e todas tinham medo dele, meninas e meninos. Ele tinha uma sala reservada no orfanato para essas "conversas". O orfanato era dirigido por freiras de uma congregação católica e pelo menos uma delas, não só sabia as ações do padre como também acobertava essas ações, caso alguma das crianças relatasse algo a quem não devia.
     Uma garotinha loirinha que vivia no orfanato, com cerca de 4 anos de idade, foi vítima desse padre pedófilo e ficou muito traumatizada. Ela adoeceu, entrou em depressão, e se recusava a sair da cama, não brincava com as outras crianças e só chorava. Mesmo assim o padre ainda a "visitava", com a conivência da freira citada. Esse padre nunca foi descoberto e agiu impunemente durante toda sua vida. As leis humanas falham, mas a divina não.
     O padre reencarnou e atualmente é uma moça adolescente na seguinte situação, conforme nos relata sua mãe:

     "...  eu tenho minha filha que sempre foi um amor de pessoa, estudiosa, ela entrou numa depressão em final de 2016 , ficou os ossos, com ajuda da intervenção psiquiatra, ela foi internada por 3 dias ao qual passei com ela, iniciou os medicamentos controlados, ela faz tratamento pra esquizofrenia infantil, ela ouve vozes, não fica só ou sai só, não pode mais ir ao colégio, tem transtorno de ansiedades, não vê TV, passa o dia colorindo os livros de colorir. Eu sou a mãe, eu sofro tanto, pois me sinto impotente de ajuda lá. ..., ela toda semana, duas vezes na semana estamos no hospital psiquiátrico em consulta com a psiquiatra e a psicóloga...ela nunca melhora, sempre triste, ela tem depressão profunda. Ela antes era normal, alegre... me ajude, eu já não sei mas o que tentar por ela..."

      
     O que foi diagnosticado como esquizofrenia infantil nada mais é do que a mediunidade, um karma gerado por suas ações em vidas passadas. As vozes que ela escuta são dos espíritos que ela molestou, uma dessas vozes em especial é daquela garotinha loira, cujo espírito reencontrou seu algoz encarnado e passou a obsidiá-lo fortemente. Na outra vida o padre queria muito a "companhia" da menina, agora ela está tão próxima dele que ele está sentindo tudo que ela sentiu. Assim age o karma, aquilo que damos aos outros é o que recebemos.
     Mas não é só isso que estava acontecendo. O espírito da garotinha achou o padre reencarnado porque ele voltou ao orfanato, que ainda existia na dimensão astral, e onde a garotinha ainda vivia em sofrimento. Em 2016, quando a mãe disse que começaram os problemas, a moça (o padre reencarnado) viu uma outra garotinha em sua escola, talvez uma de suas vítimas do passado, e sentiu um estranho desejo sexual por ela. Esse desejo abriu a frequência. Nesse momento a moça se desdobrou com a personalidade do padre pedófilo que tinha sido em outra vida e imediatamente foi atraído para o orfanato no astral. Lá ele encontrou vários espíritos de crianças e passou novamente a molestá-los. 
     No orfanato também encontramos a freira cúmplice do padre, que na vida atual é a sua mãe, que agora sofre e se vê impotente por não poder ajudá-la, mas que nada fez para ajudar as crianças sob sua responsabilidade e que foram vítimas do padre naquela vida.
     Fechamos a frequência do padre e da freira e resgatamos os espíritos das crianças, inclusive da garotinha loira. O orfanato no astral foi destruído. Situações como essa são cíclicas, pois o abusador em uma vida é o abusado em outra e isso se perpetua até que esses espíritos consigam ter algum domínio sobre sua energia sexual e consigam sobrepor a moral ao instinto. Isso leva muitas vidas.
     Além dessa frequência ainda encontramos essa dupla em outra, relacionada a uma vida passada onde o padre era uma bruxa e a freira era seu ajudante. Essa bruxa mantinha várias crianças presas por correntes em uma floresta, para que um ser ao qual ela servia se alimentasse da energia delas. Seu ajudante era quem sequestrava as crianças e levava para ela. Agora a bruxa desdobrada mantinha presas crianças desdobradas para o tal ser, que ainda estava no astral. Fechamos a frequência, libertamos os espíritos das crianças e prendemos o tal ser.
     Para finalizar, ainda encontramos nossa moça esquizofrênica trabalhando desdobrada num laboratório no astral que, vejam que coincidência, está desenvolvendo um medicamento para déficit de atenção, uma nova ritalina, que vai ser especialmente indicada para adolescentes, só que na realidade essa droga vai induzir ao suicídio, mas enquanto não se matam, o que deve levar alguns anos, os usuários desse "medicamento" vão ficar desdobrados sendo vampirizados nesses laboratórios. 
     Esse laboratório era vinculado a outro aqui na dimensão física, que iria produzir a tal droga. Pretendiam também alterar a fórmula de alguns medicamentos já utilizados para tratar o déficit de atenção, epilepsia e ansiedade, sem informar na composição, para que também provocassem o efeito dessa nova droga. Em relação ao do físico nada podemos fazer, mas o laboratório do astral foi destruído e os espíritos que trabalhavam ali foram todos presos. 
     Interessante também que nessa frequência a moça esquizofrênica tinha plena consciência de estar encarnada e queria morrer logo para poder ficar naquela frequência, inclusive planejava que lhe fosse ministrada essa droga que ela ajudava a criar, para acelerar o processo.
     Esse caso é um daqueles em que o consulente acaba sendo beneficiado com o fechamento das frequências e retirada de obsessores, mas não por mérito seu, porque karmicamente não tinha merecimento, e sim pelo mérito kármico dos espíritos que ele prejudicava. É provável que haja alguma melhora, mas em função do quadro kármico de modo geral, essa consulente vai ter uma vida bem conturbada. A frequência a um centro espírita para assistir palestras, desenvolver a mediunidade e trabalhar pelo próximo pode ajudar a consulente a ter uma qualidade de vida melhor.

Gelson Celistre
     
      
     

2 comentários:

  1. Gelson, por favor, se puder utilizar seu tempo para alguns esclarecimentos, eu ficaria muito grato (e acredito que outros leitores do blog também). Eu gostaria de entender melhor a questão de idade no astral. Se todos somos espíritos muito antigos, há realmente velhos ou crianças? sua aparência e idade mental no astral depende da idade com que você morreu na última vida, do estado de evolução em que você se encontra como alma, da sua afinidade pessoal pela velhice ou juventude e é simplemente um visual plasmado ou outros motivos? como podem haver "espíritos de crianças"? esses espíritos não obrigatoriamente reencarnam e novamente envelhecem aqui no físico? Desde já agradeço qualquer elucidação que você possa trazer sobre esse assunto.

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    1. A maioria dos espíritos mantêm depois de morto a idade mental com a qual morreu, então se a pessoa morreu criança vai ficar com a personalidade de criança até uma nova reencarnação, a não ser que ele receba algum auxílio, seja levado a uma colônia, e eles entendam que seria melhor para ele assumir uma personalidade adulta. Apenas os espíritos mais evoluídos e que já desenvolveram o corpo mental superior possuem uma "personalidade" permanente no astral, à qual podem acessar parcial ou integralmente dependendo do seu grau evolutivo.

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