sexta-feira, 31 de maio de 2019

Convenção das bruxas

     Estivemos em São Paulo este mês ministrando um curso e fizemos vários atendimentos particulares de apometria. No mesmo período em que estávamos lá ocorreu um evento numa cidade próxima, na Vila de Paranapiacaba, uma convenção de bruxas e magos. 



     Na parte prática do curso faço uma sessão de apometria e a título de estudos, para demonstrar algumas das leis da apometria e para aprendizado dos participantes, resolvi verificar o que estava acontecendo na dimensão astral enquanto no físico as bruxas e magos estavam em convenção. Uma das médiuns do meu grupo foi comigo para participar do curso, mas entre os participantes havia vários médiuns com vidência também.


     Desdobrei todos os participantes (1ª lei da apometria), comandei que fossem até o local do evento (3ª lei da apometria) e que me relatassem o que estivessem vendo. O que eles viram foi uma grande quantidade de espíritos malignos sobrevoando o local, demônios que pareciam morcegos gigantes, sugando a energia de quem estava nesse evento. Comandei que criassem bolhas energéticas para prender esses espíritos (4ª lei da apometria) para que nossa equipe espiritual os recolhesse. Depois comandei o retorno e o reacoplamento dos médiuns (2ª lei da apometria).
     A estimativa era de que mais de 10.000 pessoas participariam do evento este ano. Uma coisa interessante que foi mostrado aos médiuns é que muitas pessoas que estavam participando da convenção também eram médiuns e muitos tinham vidência, mas eles não viam os demônios como eles eram realmente, viam como se fossem alegres bruxas voando sobre vassouras e acreditavam que elas estavam felizes por conta dessa celebração.
     Na prática essas pessoas todas estavam sendo vampirizadas por seres das trevas, mas sem opor nenhuma resistência pois acreditavam que apenas estavam entrando em contato com a natureza, com sua ancestralidade, ou com antigos deuses pagãos.
     Essas pessoas têm a ideia de que todas as bruxas eram boas mulheres, que lidavam com ervas ou coisa parecida, ou que apenas cultuavam deuses ou deusas antigos, e que foram mortas injustamente, queimada na fogueira, como bruxas. Esse é o mito da bruxa boa que surgiu com o renascimento das religiões pagãs na Europa a partir dos anos 1970.
     Muitas mulheres morreram durante a Inquisição por acusação de bruxaria injustamente, provavelmente a grande maioria não era bruxa mesmo. Muitas tinham conhecimentos de ervas realmente, ou de benzeduras, outras por intrigas de inimigos ou por interesse em seus corpos ou seus bens por vizinhos ou clérigos, mas essas de fato não eram bruxas. 
     Mas existiram bruxas, as reais, desde muito tempo antes da Inquisição, que só começou no século XII, e ainda existem até os dias atuais. E o que acontece é que a quase totalidade das pessoas que hoje se intitulam bruxas ou bruxos já o foi realmente no passado, mas não essa bruxa boa que acreditam, mas as bruxas reais, que faziam rituais demoníacos onde sacrificavam bebês e crianças, e faziam pactos com demônios.
     Quando hoje se fantasiam de bruxa e fazem rituais, essas pessoas abrem suas próprias frequências de vidas passadas onde eram bruxas e bruxos e atraem para si o mesmo tipo de seres com os quais trabalhavam naquelas vidas. É por isso que vimos o tipo de seres que descrevemos nessa convenção, seres das trevas.  

Gelson Celistre

Um comentário:

  1. Agora entendo minha preguiça estranha de ir nesses eventos... rsrs
    Graças à Deus!!

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