terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aliens entre nós

     Já nos deparamos com inúmeros casos de alienígenas atuando aqui em nosso planeta, mas geralmente a esfera de ação deles se limitava à dimensão astral, algumas vezes influenciando diretamente os humanos se fazendo passar por "seres de luz estelares" que vieram ajudar em nossa evolução, outras vezes aliados a seres das trevas daqui mesmo iludindo os aficionados por ufologia para lhes roubar energia, outras ainda ocultando sua identidade extraterrestre e se fazendo passar por mestres de alguma coisa, enfim, já tivemos inúmeros contatos alienígenas em nossos trabalhos, e todos eles eram "do mal". Em algumas situações eles estavam materializando-se e tendo contato direto com algumas pessoas e transferindo tecnologia para criação de máquinas e equipamentos, mas sempre com propósitos ocultos de dominação.
   

     Recentemente tivemos um caso onde um grupo de extraterrestres, quase uma centena, estava já bem adiantado em seus planos de dominação e controle da humanidade. Este grupo de aliens conseguiu manter várias pessoas em desdobramento e prender seus espíritos no astral, passando a utilizar os corpos físicos delas, como se tivessem "incorporado" nas pessoas, e vivendo aqui no lugar delas. Não era o caso de terem uma aparência e a ocultarem com algum tipo de máscara de corpo inteiro, como na figura acima, mas sim de conseguirem manter o espírito dessas pessoas fora do corpo e utilizar esse corpo a seu bel prazer, agindo de forma quase indetectável. Uma coisa interessante é que eles conseguiram se ligar aos corpos físicos das pessoas utilizando um tipo de "cordão de prata"artificial que impedia que o humano dono do corpo se reacoplasse. Se a situação se prolongasse por mais tempo os humanos presos fora do corpo acabariam morrendo e os ET`s ficariam habitando seus corpos aqui na Terra.
     Algumas dessas pessoas estavam em posições estratégicas em governos como Rússia e Coréia do Norte. Uma delas era um cientista a serviço dos EUA na Síria e com potencial para causar um grande estrago com armas químicas e (principalmente) biológicas (vírus). Esse cientista já estava preso fora do corpo há cerca de quatro meses e se ficasse mais um pouco fora não teria mais como voltar, iria desencarnar. Esses alienígenas desenvolveram um vírus que seria disperso aqui na Terra causando milhões de mortes e que seria "criado" aqui no físico por esse cientista. Descobrimos também que eles estavam tentando criar seres híbridos provocando alterações no DNA das pessoas às quais eles usavam o corpo e fecundando as parceiras destes. O alien que vivia na Índia conseguiu fecundar a mulher do humano hospedeiro mas ocorreu uma anomalia no feto e acabou em aborto espontâneo. O alien da Síria entretanto já estava procurando uma mulher, brasileira, para tentar ter um filho e usava a internet para tentar conhecer uma mulher disposta a se casar com um estrangeiro bem posicionado financeiramente, o que não seria difícil de conseguir, infelizmente.
     A aparência desses alienígenas no astral não era nem humanóide, pareciam um leão marinho, mas com a pele extremamente branca, baixinhos e com pés e cabeça enormes, grandes olhos negros e dois pés parecendo patas, com três dedos gordos cada um, a boca era pequena e pareciam não ter nariz. A base deles era numa enorme nave esférica que pairava acima de uma montanha (aqui no físico) em cujo interior havia uma grande construção (no astral) com laboratórios e salas de operações e comando.
     Bem, após uns dez dias onde ficamos presos em desdobramento no astral e sofremos os ataques de sempre aqui no físico, nosso pessoal conseguiu alocar os recursos necessários para desmontar a operação desses alienígenas e identificar todos os humanos substituídos e os reacoplar sem provocar sua morte, efetuando um ataque à nave-base deles sobre a montanha e aprisionando todos. Esse grupo de aliens foi enviado para um planeta que está em formação (nos deram o nome de INX) e que não tem ainda formas orgânicas, ou seja, vão voltar ao reino mineral e começar do zero sua evolução.

Gelson Celistre




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