quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Relações familiares

Caso A

Atendimento de um casal reclamando de problemas com a ex-mulher do homem, da qual é separado há cerca de 8 anos, sendo que dessa primeira união este tem uma filha de 8 anos. A tal ex-mulher reside há cerca de dois anos em cidade distante, o que dificulta o contato do pai com a filha, não tendo a menina acesso a internet, telefone, etc. O homem reclamava tbm do valor da pensão. Com esta outra mulher não tem filhos.
Antes mesmo de entrarem na sala para o atendimento, foi percebida a presença de uma entidade de baixa vibração, sem parte da face esquerda e com uma das mãos sem 'pele'.
Quando o casal de consulentes entrou e expôs seus problemas, a entidade se regozijou e afirmou que queria que o homem sofresse muito. Afirmou que faria de tudo para que as coisas para ele 'andassem devagar', sem solução. Ao ser questionado o motivo, a entidade afirmou que este homem, em uma vida passada, lhe atirara ácido no rosto, tendo-o deformado a face e uma das mãos, por achar ele 'lerdo' no serviço. O consulente era uma espécie de governador de um território e a entidade era seu secretário. 
Começamos o tratamento por este ser, fazendo-o lembrar de uma vida passada dele que seria a 'causa' dele ter sofrido este ato de violência. Ele lembrou então que em outra vida ele torturava pessoas que ficavam presas em celas. Gostava particularmente de lhes agredir no rosto, por sentir prazer em humilhá-las. Segundo ele mesmo foram mais de 100 pessoas que ele torturou. Este ser ainda queria que eu 'garantisse' a ele que o consulente iria sofrer se ele aceitasse nossa ajuda, o que, evidentemente, lhe dissemos que não faríamos, pois todos ali necessitavam perdoar um ao outro. Meio a contragosto acabou aceitando nossa ajuda depois que lhe curamos a mão e o rosto, sendo que lhe advertimos que se não se esforçasse para modificar seus sentimentos de ódio e vingança o processo poderia ser revertido naturalmente, devido ao próprio padrão vibratório dele.
Nesse ínterim, o espírito da ex-mulher do consulente já se encontrava presente, em desdobramento inconsciente, reclamando seu direito de 'infernizar' a vida do ex-marido, pelos motivos que exporemos a seguir. Na mesma vida onde o consulente jogou ácido na entidade que acabármos de socorrer, ele foi casado com sua ex-esposa dessa vida. Quando foi nomeado para o cargo de governança,que tbm era uma espécie de juiz, pois decidia sobre as vidas dos governados, não podia levar sua amante junto, que é a atual esposa dele, ou seja, a outra consulente presente. O que os dois fizeram foi subornar e pagar para que médicos, padres e outras pessoas atestassem que sua esposa estava louca, para que a internando em um hospício, ele pudesse oficializar a relação com sua amante perante a sociedade. Foi o que fizeram e a mulher acabou enlouquecendo mesmo no hospicio e morreu lá totalmente louca.
Naquela vida o consulente tinha uma filha com a mulher que internou como louca e a amante, passando à condição de esposa, tratou de se livrar dela a enviando para um colégio interno. E assim, naquela vida, viveu o casal de consulentes seu lido ropance, sem ninguéma para os perturbar. O homem tinha uma posição econômica e social boa e, pelo  modo como tratava seus subordinados, devia ter um caráter muito autoritário e arrogante.
A tal ex-mulher estava em ressonância com aquela vida passada onde foi internada como louca e acabou mesmo enlouquecendo no hospício. O casal que hoje se reclama da situação em que se encontra não mediu consequências para ficarem juntos naquela vida e na atual estão recebendo o retorno de seus atos pois os problemas de relacionamento que enfrentam hoje com a ex-mulher do consulente são uma consequência direta da lei de causa e efeito. Efetuamos a despolarização de memória na ex-mulher a fim de amenizar seus sentimentos em relação ao casal de consulentes pois porconta disso ela está usando a filha para fazer o e-marido sofrer, entretanto, num caso como esse não há muito o que fazer. Quem desrespeita a vontade do outro para fazer prevalecer a sua, egosísticamente, como eles fizeram no passado, têm de arcar com as consequências.

Caso B

Mulher reclamando da relação com o marido. Há pouco tempo separaram-se pq ela 'botou ele pra fora de casa'. Nessa ocasião ele acabou morando um tempo com outra mulher mas recentemente voltaram a morar juntos. Tem uma filha de seis anos aproximadamente, que há três anos atrás teve o aparecimento de um tumor no cérebro, que não está totalmente curado ainda. A menina tem convulsões por conta do tal tumor. A consulente relata que tenta não brigar com o marido mas a raiva que sente às vezes é incontrolável e ela, mesmo sabendo o que não deve fazer, acaba não conseguindo evitar.
Logo uma das médiuns captou a relação deles de uma vida passada, que foi a vida anterior a atual. Ela estava noiva de um homem, que a abandonou e fugiu com a irmã dela. Ele era caixeiro viajante e ela e a irmão residiam em cidade pequena do interior. Ele foi com a irmã dela para uma cidade 'grande' e moravam numa espécie de cortiço 'melhorado'. A irma dela teve três filhos, adoeceu e foi abandonada pelo marido, que apenas lhe dava mísera pensão para a sobrevivência dela e das crianças. Ela naquela vida ainda teve que ir cuidar da irmã doente, mas apesar de saber que essa atitude era a 'coisa certa' a fazer, nutria muito ódio por eles, principalmente pelo homem que a trocou pela irmã.
O marido atual dela é o mesmo que a abandonou na vida passada e a filha dela é uma das sobrinhas que ela teve naquela vida, ou seja, era filha dele com a irmã dela na vida passada. O tumor que a menina desenvolveu no cérebro foi uma reação aos sentimentos conflitantes que ela tem pelo pai. Enquanto que nessa vida ela sente amor por ele ser seu pai, no inconsciente jaz o sentimento de revolta por lembrar de como ele tratava mal sua mãe na vida passada e de como sofreram pelo abandono dele. Desdobramos a menina e tbm efetuamos a despolarização de memória nela. 
Além disso, ainda estava junto da consulente sua irmã da vida passada, que era mãe da menina. O espírito se sentia culpado por ter 'estragado' a vida da irmã e queria ajudá-la de alguma forma, mas estava em péssimo estado vibracional. Dialogamos com ela e a encaminhamos para tratamento no astral.
Tbm um caso onde pouco se pode fazer pois a casal se reuniu novamente para regatar um com o outro atitudes de vidas passadas. Nesses casos a dificuldade maior das pessoas é o perdão. Quando eclodem os sentimentos de vidas passdas, associados aos da vida atual, a maioria não consegue se controlar pois a maioria das pessoas vive dominada pelas emoções.

Gelson Celistre

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