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quinta-feira, 5 de maio de 2022

A isca

     Temos uma cliente que está tratando vidas passadas onde foi bruxa e num atendimento que fizemos para ela recentemente vimos que havia um espírito com o qual ela tem fortes ligações de vidas passadas, principalmente na magia, pois ele era um espírito que dava suporte a ela no astral em várias vidas onde ele foi bruxa, estava perto dela querendo voltar a trabalhar com ela, pois ela quer entrar para a área de terapias.


    Acontece que apesar de estar próximo dela ele não conseguia se conectar com ela e nem fazer com que ela o percebesse e vimos que a causa disso foi um feitiço que uma outra bruxa fez numa vida passada, para separar os dois, pois juntos esse espírito e a bruxa que é a nossa consulente eram muito fortes e poderosos.

    Quem me acompanha já sabe que meu modus operandi é apagar a mente e despachar o espírito, mas nesse caso senti que deixar esse espírito com a nossa cliente poderia ser bom para ela, pios os dois juntos poderiam ajudar as pessoas através das terapias que ela pretende fazer e assim vão resgatando o karma que ambos geraram em vidas passadas. Claro que eu relatei isso a ela e deixei claro que se ela não quisesse esse espírito com ela eu o tiraria sem problemas, mas ela aceitou tentar trabalhar com ele.

    Hoje fomos fazer outra consulta para ela, para tratar suas vidas passadas de bruxa, e nos deparamos com o espírito de uma cartomante junto dela, dizendo que queria trabalhar com ela, diz que é muito boa com tarot, que já trabalha com uma cartomante mas queria trabalhar com a nossa cliente, pois em uma vida passada nossa cliente já foi cliente desse cartomante, que fez para ela vários trabalhos de magia para ela ganhar dinheiro, para seduzir os homens, etc.

    Conversando com a tal cartomante fiz um interrogatório básico e ela meio sem querer foi revelando algumas coisas, uma delas que ela estava acorrentada a uma mulher encarnada que é cartomante e que fez um trabalho de magia para ter um guia, um espirito como ela para lhe ajudar nas cartas. O espírito da cartomante revelou que tinha uma corrente, literalmente, amarrada no tornozelo, coisa que o médium comprovou.

    Essa corrente agia à semelhança do nosso cordão de prata, pois era extremamente flexível e permitia que a cartomante espírito saísse de onde vivia no umbral e fosse até a cartomante encarnada, quando esta ia pôr as cartas. Dentre as funções da cartomante espirito estava ler a mente da pessoa que estava se consultando, ir na casa da pessoa e ver o que tinha lá, etc, e repassar essas informações para a cartomante encarnada, que então acertava tudo sobre seu cliente.

    E aí a cartomante espírito disse que eu poderia deixar ela ficar com a minha cliente porque eu já tinha deixado o outro espírito ficar com ela. Perguntei como ela sabia disso e ela disse que viu estava junto com minha cliente quando ela leu o relatório de atendimento. Não me parecia um espirito ruim e poderia se encaixar na mesma situação do outro, mas aí continuei a conversa e perguntei para a cartomante espírito para qual espírito ela entregava as magias quando estava encarnada e se não era esse espírito que a mantinha acorrentada no umbral.

    Aí ela se perdeu, pois já afastei ela do médium e puxei o tal espírito, que além dessa cartomante espírito mantinha mais de 500 outros espíritos acorrentados trabalhando para ele. A cartomante encarnada que fez o trabalho de magia para ter um guia foi esse espírito quem pegou o serviço e estava fornecendo essa cartomante espírito para ser o guia da outra, que depois de morta também seria aprisionada.

    Esse espírito, que estava há mais de mil anos sem reencarnar, já estava de olho em nossa cliente há tempos e usou essa cartomante espírito como isca para que pudesse através dela influenciar nossa cliente. Seu plano era eu permitir que a cartomante espírito ficasse trabalhando com nossa cliente para ele reforçar os laços que tinham por conta dos feitiços do passado. Para finalizar, apagamos a mente dele e da cartomante isca, dos outros mais de 500 espíritos que ele mantinha aprisionados, ele tinha plasmado correntes em todos eles que nós destruímos, e os encaminhamos para reencarnação.

Gelson Celistre

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